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Convite – Encontro de Mães na SMAM 2010

Clique na imagem para ampliar! Ajude a divulgar!

E venha participar!

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Mini-Curso de Pomadas Naturais

Participem gratuitamente do Mini-curso de Pomadas Naturais com Plantas Medicinais ministrado pela aromaterapeuta e mestre Reiki Maria Angélica Abramo, ofertado pelo Projeto “Plante seu Alimento, Faça seu Remédio”, coordenado pelo Coletivo Educador de Cananéia, uma realização da Associação Rede Cananéia com apoio da Petrobras.

Quando?
24 de julho, das 9 às 17hs

Onde?
Escola Municipal Osvaldo Lucachaki, no Bairro Itapitangui, área continental de Cananéia, Vale do Ribeira, SP

Você terá a oportunidade de conhecer algumas práticas de manipulação de plantas medicinais, desde a coleta, limpeza e armazenamento para o preparo de pomadas (unguentos), tinturas à base de álcool e oleaturas. Não perca! Será fornecido certificado.

Mais informações através dos contatos:

Ass. Rede Cananéia- (13) 3851-1201
André- (13) 9786-0409
Bianca- (14) 8149-7078

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Sambebê

Saiba mais aqui: http://www.sambebe.com.br/

Shows de samba e música brasileira, com artistas de primeito time, destinados a mães e pais que, entre fraldas e mamadeiras, querem se divertir e retomar sua vida cultural.

Sambebê é diferente de outros shows porque o ambiente é especialmente preparado para receber bem os bebês! Para que o ambiente seja acolhedor, não é permitido fumar, o som é mais baixo que em shows regulares, há um trocador à disposição e tapetinhos com brinquedos no chão.

O projeto é focado nas mães e pais e seus bebês. Mas todos que gostem de música são bemvindos!

Muitas idéias bacanas por aí! Divulgando! Acontece no Rio! E deve valer MUITO a pena conferir!

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Mitos Obstétricos

Muitas de minhas clientes me procuram tristes e indignadas depois de ter a experiência traumática do primeiro parto tratado agressivamente, e, ainda assim, com a esperança de que o que elas acreditam ser uma das experiências mais bonitas de suas vidas ainda seja possível na próxima gravidez. Sentiam-se não ouvidas, desrespeitadas, intimidadas, com uma mistura de confiança abalada e determinação crescente.

Obstetras são cirurgiões treinados; eles querem FAZER algo mais do que esperar ou que a mãe o faça. Eles não estão dispostos a ver mulheres como especialistas em gravidez nem têm tempo ou paciência para sentar ao seu lado enquanto seu trabalho de parto progride. A maioria nunca viu um parto natural. Apesar da intenção de fazer o bem pelos seus pacientes, eles acreditam que o processo natural de gestação e parto são intrinsecamente problemáticos e intervenções irão ajudar. Para muito obstetras, um bebê e uma mãe vivos definem um resultado positivo.

Os seguintes mitos e o que sabemos que é realmente verdade devem ajudá-lo a separar crenças de fatos, práticas ultrapassadas do que é necessário.

Mito: Um bebê grande que não consegue se encaixar na pelve da mãe, só irá aumentar de tamanho quanto mais a gestação dura, e é uma razão válida para induzir o parto.

O que sabemos: Primeiro, o parto não é uma questão de física, é um processo no contexto de uma relação. A pelve da mulher é uma estrutura flexível que se estende para permitir a passagem do bebê. Esse processo é auxiliado pelos movimentos maternos durante o trabalho de parto e durante a fase de expulsão. Os hormônios do final da gestação amolecem o tecido conjuntivo que segura osso com osso, aumentando assim a elasticidade da pelve. A desproporção céfalo-pélvica verdadeira é extremamente rara. O termo é muitas vezes usado como desculpa para a impaciência ou a explicação de nenhum progresso quando a mãe é medicada em suas costas para dar a luz. Não é justo dizer a uma mulher que sua pelve é inadequada para dar a luz a seu filho baseando-se em exames de raios-X ou ultra-som. As estimativas de peso de um feto em um exame de ultra-som podem errar meio-quilo para mais ou para menos. A cabeça do bebê é desenhada para ser moldada, os ossos se sobrepõem e se alongam para acomodar-se à pelve da mãe. Eu vi bebês muito grandes saírem de mães muito pequenas! Uma de minhas clientes que pesava 42.3 kg quando concebeu e 60.5 kg ao final, deu a luz a um menino de 4.3 kg em poucas horas; Outra mãe sadia de primeira viagem deu a luz a um bebê de quase 5.4 kg, para nosso espanto. Um bebê grande não é uma razão válida para induzir o parto.

Mito: Durante a gestação, a mulher deve limitar seu aumento de peso a 11.4 kg. Isso permitirá um parto mais fácil; previne a toxemia; na verdade, não importa o que você come durante a gravidez porque o bebê tomará o que precisa de seu corpo; e, o aumento de peso é mais determinado pela hereditariedade.

O que sabemos: É verdade que restringir o aumento de peso na gravidez resulta em bebês menores. No entanto, a idéia de que um bebê menor facilita o parto não correlaciona a privação nutricional às dietas de muito baixas calorias. Com uma nutrição inadequada durante a gestação, a mãe pode não ter resistência e força para o parto. Toxemia é uma das complicações mais perigosas durante a gravidez. Hoje em dia se sabe que a causa é metabólica, ou seja, a falta de nutrientes essenciais na gestação, principalmente, de proteínas. A falta desses nutrientes resulta em um mau funcionamento do fígado. Nos dois últimos meses de gestação, o bebê tem um surto de crescimento. Esse é o momento em que a mulher reduz o consumo de comida e do sal para ficar dentro do limite de peso receitado pelo médico. Essa fase crítica do desenvolvimento do bebê, especialmente do seu cérebro, pode ser seriamente comprometida pela nutrição e ingestão de calorias inadequadas pela mãe. A falta de 1/3 das calorias necessárias resulta em metade das proteínas dietéticas dela queimadas como combustível! Isso deixa a mãe e o seu bebê mal nutridos, sendo que o bebê desenvolve uma condição de alto risco, Mães e bebês mais saudáveis é resultado do foco na nutrição e não no aumento do peso ou sua restrição.

Mito: Assim que as membranas que constituem o saco amniótico (que envolve o bebê e o líquido amniótico no útero) são rompidas, o bebê precisa nascer dentro de 24 horas para evitar infecção.

O que sabemos: É comum que a bolsa de uma mulher rompa horas antes de começarem as contrações. A espera de 24 horas depois da ruptura espontânea das membranas e antes de ser induzido com medicamentos, permite que a maioria das mulheres inicie o parto por conta própria. A espera de mais 48 horas permite que cerca de 95% das mulheres iniciem o parto espontaneamente Durante esse período os exames vaginais NÃO podem ser feitos. Exames vaginais podem iniciar infecções trazendo bactérias para o colo do útero através do exame com luvas. Nem mesmo monitores internos do feto deveriam ser instalados. Assim como nada deve ser colocado na vagina, inclusive nem fazer sexo. A vagina é bastante hermética e fluídos e secreções saem e não entram. Esse prazo limite de 24 horas foi aconselhado pela primeira vez na década de 1960, e é uma das principais razões para a indução de partos ou Cesariana, se a indução não funcionar. Em 1996, um estudo com 5000 mulheres não encontrou nenhum aumento da infecção de bebês até quatro dias após a ruptura das membranas antes do início do trabalho de parto. (Mary E. Hannah et al., “Induction of Labor Compared with Expectant Management for Prelabor Rupture of the Membranes at Term: Term PROM Study Group,” New England Journal of Medicine 334, no 16 (1996): 1005-10.)

Mito:
Indução de partos em datas posteriores às previstas melhora os resultados perinatais.

O que sabemos: Datas de parto determinadas pelo ultra-som são precisas, mas com margem de erro de uma a duas semanas, na melhor das hipóteses, sendo que uma fonte sugere que é de 5 a 22 dias. Mesmo assim, a obstetrícia moderna dá mais crédito às datas previstas pelo ultra-som do que ao conhecimento da mãe de sua própria fertilidade (ela pode ter longos ciclos) e quando ela diz que a concepção deve ter ocorrido. A indução do colo do útero imaturo leva a um trabalho de parto mais demorado e mais difícil. Se a mãe não está pronta, seu corpo não responderá à indução. As induções que não dão certo levam aos números assustadores de cesarianas e a todos os riscos que incorrem. Outras conseqüências da indução precoce incluem um elevado número de bebês prematuros, bebês com problemas respiratórios e aqueles que precisam permanecer mais tempo sob cuidados médicos, A data do parto é apenas uma “data prevista”. Algumas semanas tanto antes quanto depois desta data prevista é perfeitamente normal para um bebê nascer. Eu li que a placenta continua a formar novos vasos sanguíneos durante toda a gravidez. Talvez haja outros fatores que afetam a duração da gestação, como o clima, quantidade de luz (por exemplo, latitudes Norte vs o Equador), saúde, estresse e diferenças individuais entre as necessidades tanto do bebê quanto da mãe. Uma mãe atenciosa recentemente disse, “Eu acho que, quando eu estava doente durante a gestação, meu bebê estava no botão ‘pause’!” Basta dizer que nós não temos nem idéia de quais preparativos são necessários antes do bebê fazer a sua grande estréia no mundo. Eu acredito que é injusto apressá-los e privá-los do seu tempo devido no útero. Bebês nascem quando estão prontos.

Mito: Uma mulher em trabalho de parto não deveria comer nem beber porque, caso precise de anestesia geral, ela pode vomitar e inalar o conteúdo do seu estômago enquanto estiver inconsciente, arriscando contrair pneumonia por aspiração.

O que sabemos: Se uma mãe em trabalho de parto está com fome ou com sede, ela deve comer ou beber. Na década de 1940 “Nada pela boca” tornou-se prática padrão quando anestesistas não eram altamente treinados e experientes como eles são hoje em dia. A aspiração do conteúdo do estômago é quase desconhecida agora visto que a intubação (introduzir um tubo na traquéia abaixo da garganta) é rotina durante a anestesia geral, e a anestesia de parto, na maior parte, é em forma de peridural durante a qual as mulheres estão conscientes. Não comer antes de ir para o hospital não garante um estômago vazio, já que o trabalho de parto diminui a digestão da alimentação ingerida horas antes. Sucos gástricos são sempre secretados mesmo se o estômago estiver vazio. Uma mulher em trabalho de parto é uma atleta, e assim como um atleta ela precisa de água e nutrientes antes e/ou durante seu grande evento se ela o desejar. Fome no trabalho de parto causa Cetose, uma condição metabólica de degradação incompleta de gorduras para ser usadas como combustível porque a glicose do sangue está indisponível. Além disso, a fome no parto pode fazer com que o útero se torne fatigado e funcione de forma desordenada (disfunção uterina).

Fonte: Blog Gisele Bundchen
Autora: Debora Allen

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1º Caminhada Bemvindo


(clique na foto para ampliar)

Fonte: Matrice

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Mundo de Laurinha – Brinquedos!

Um blog onde você encontra tudo sobre brinquedos e presentes para todas as idades!
Vale a pena dar uma voltinha por lá!
É só entrar aqui.

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Promoção DIA DOS PAIS!

Está chegando outra data mais do que especial! Ser pai é um privilégio que muitos homens desfrutam. Alguns pais engravidam, enjoam e até sentem as dores do parto com a mãe!

Pensando nisso, criamos a promoção do Dia dos Pais no twitter.

Simples assim:
é só seguir o perfil promocional do Kika de Pano @papaicanguru e aguardar o sorteio que acontecerá no dia 08 de agosto de 2010 às 10hs da manhã.

Molezinha, né?

Não precisa ser o perfil do papai, pode ser o da mamãe também! Porque família que “slinga” junto é muito mais gostosa!

Prêmio: Wrap Sling Kika de Pano Dupla Face (ganhador pode escolher cor e estampa) com
Manual em DVD e saquinho porta-sling.

PS: Perfis de outras promoções e de empresas serão excluídos, ok? Só valem perfis pessoais.

*O sorteio será realizado usando a ferramenta de sorteios do PromoTweets e será filmado e divulgado em nosso site.

Boa sorte a todos e bom twitter!

Bruna
11 de junho de 2010

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Se você é mãe ou pai e só tem o twitter profissional, faça como a Silmara da Ray Cosméticos, avise-nos com antecedência, para que seu twitter não seja excluído antes do sorteio do dia 08.

Obrigada!
12 de junho de 2010.

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Shrek Slingando!

Quem me conhece de perto, sabe que sou contra incentivar o consumo nas crianças. Roupas, lancheiras, mochilas com desenho animado infantil acho de péssimo gosto. Acredito mesmo que brindes que induzam o consumo de tranqueiras deveriam ser proibidos. Não gosto nem de festas temáticas… (sim, sou chata.. rsrs)

Mas.. mordi a língua.

Quarta-feira passada, fomos no McDonald’s com a vovó Rô. E ela deu para a Içara um Mc Lanche Feliz. Veio a Fiona, toda cheia de marra (que é uma graça!). Aí, na saída estava olhando a vitrine com as opções de brindes quando me deparo com: O SHREK SLINGANDO!

Ah! A criança consumista que há em mim, guardou na memória e hoje fomos ao shopping e comprei o meu (ops..) o Shrek slingueiro para a Içara! rsrs..

Se por um lado estimula o consumismo.. por outro estimula as crianças a verem bebês sendo carregados carinhosamente em sling! E é assim que a cultura, de certa forma, se transforma. Dos males, o menor! ;)

Taí a coisinha linda!

5 de julho de 2010.

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Como NÃO fazer um sling

Sempre vou ao site do Sling Seguro para saber as novidades. E hoje, fiquei chocada!

A Revista Lucre com Arte fez um tutorial de como fazer um sling. Porém, COMPLETAMENTE EQUIVOCADO!! E perigoso para o bebê!

Pesquisei um pouco mais e encontrei (como sempre) um texto bem explicadinho sobre a matéria no site do Casulinho, da Mariana Mesquita:

“Para fabricar seu próprio sling, “basta”, segundo a matéria, comprar 20cm de dois tecidos estampados em textoleen de tom lilás, 2,50m de tecido textoleen liso na cor verde-água, e duas argolas de acrílico transparente com 10cm de diâmetro. O metro desse tecido sugerido, com altíssima concentração de poliéster e pouca resistência e qualidade, sai por volta de R$ 3. Argolas de acrílico (ai, que vontade de chorar) saem por cerca R$ 1,50 o par. Depois, é só cobrar (vejam lá embaixo da fotinha) R$ 85 pelo resultado. E rezar MUITO pra quando essa desgraça partir, a criança não cair de cabeça no chão.

As próprias fotos que ilustram a matéria mostram a pouca familiaridade que a “especialista” em slings que produziu a peça tem com o assunto. Eu daria gargalhadas de ver a forma esdrúxula com que montou o sling (com as argolas pra baixo e tecido enganchado no pé do pobre bebê), se o assunto não fosse tão sério.

Pra gente, que pesquisa tanto e faz questão de investir em material seguro e caro, dá uma tristeza imensa encontrar esse tipo de sling tabajara em cada esquina (às vezes em lojas chiquérrimas, por preços muitas vezes superiores aos nossos).”


Realmente, é de chorar!

Fica aqui o alerta para as mamães: pesquisem MUITO antes de comprar um sling! A vida do seu bebê está em jogo!

Aqui no Blog, do lado direito, você encontra a tag SLING e lê sobre argolas, tecidos e costuras.

Para reclamar diretamente à revista : redacao@editoraonline.com.br

Abraços,

Bruna – 18/06/10

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ENAM – Pessoas, projetos e amamentação

Dia 11 de junho, fui ao ENAM (XI Encontro de Aleitamento Materno) que aconteceu em Santos entre os dias 8 a 12 de junho, para cobrir o evento para a nova Revista que será lançada aqui na Baixada, chamada Saúde à Beira-Mar.

Ao chegar, ouvi cantigas de roda. Era a finalização do Enamzinho. É a segunda vez que o ENAM propõe às escolas da cidade-sede, projetos que englobem a temática da amamentação. As escolas se envolveram muito! Eles fizeram cartazes, atividades, rodas de conversa sobre amamentar com crianças de 2 a 12 anos! A tenda estava enfeitada com os trabalhos das crianças e a energia estava maravilhosa! E é assim que se faz brotar a cultura do amamentar.

Tive o privilégio de conhecer de perto mulheres-mães-profissionais e projetos que sempre admirei virtualmente e me aproximei um pouco mais deste universo materno que tanto respeito.

Logo depois do Enamzinho, onde as crianças ouviram histórias, fizeram dobraduras e uma boneca que dá de mamar, perguntei pela responsável para uma das responsáveis! E tive o enorme prazer de conversar com Maria Lúcia MÜHLBAUER – médica, representante do grupo de mães Amigas do Peito (Niterói , RJ) e também com Fabiola Cassab da ONG Matrice, de São Paulo e Francesca, La Leche League, que depois de alguns anos em Brasília, está trazendo a Liga para o Rio de Janeiro. As mamães paulistanas e cariocas que desejam amamentar seus filhos, cliquem nos links (tudo que é rosa é link), lá vocês encontrarão o apoio e as informações que precisam para realizarem uma amamentação agradável, tranquila e terem seus bebês satisfeitos e sádios.

Consegui acompanhar o final de uma mesa com Jânio do Nascimento Alves. Logo que entrei, reconheci o belo trabalho realizado em Campina Grande, na humanização do parto. Quando estava grávida da Içara, disse ao Gustavo o quanto gostaria de ir à Paraíba parir, porque lá existia a Dra Melania e toda a sua equipe realizando feitos surpreendentes! Mesmo com a “estrutura precária da unidade de saúde, mas com uma equipe motivada”, segundo Jairo. Os índices de partos naturais, sem intervenções de medicamentos, são louváveis. Os partos apresentados neste trabalho, não tinham sequer uma episiotomia para contar história! E lacerações que não precisaram de pontos e nem deformaram as mães (como apavoram tantos obstetras).
Aqui está o vídeo que assisti grávida! Depois de assistir, me diga se não dá vontade de ter seu filho com este apoio paraibano?

Para fechar com chave de ouro, conheci também o CIAMA, um centro de incentivo ao aleitamento materno, que faz a diferença em São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Lá as mães são acompanhadas desde a gravidez, com yoga para gestantes, com a devida assistência médica, com suporte emocional e psicológico. No CIAMA tem também a Dança Materna, onde grávidas e mamães com sling dançam com seus filhos. Atividade que motiva as mães a perderem peso, a amamentar e melhora a auto-estima, o vínculo com o bebê, a produção de leite e diminui consideravelmente a depressão pós-parto. As responsáveis são as enfermeiras Patrícia e Carla, que além do conhecimento científico dividem com as mães da comunidade o conhecimento e suas experiências maternas, como você pode ver na foto. A enfermeira Carla amamentando seus filhos. Segundo ela, amamentou durante a gravidez do segundo filho e continuou amamentando a filha mais velha após o parto.
“Se você acha difícil amamentar um, tente dois”, foi a frase para fechar esta linda apresentação.

Agradeço a equipe do ENAM que nos deu carta branca para entrar, conversar, trocar e aprender muito com tantas experiências vitoriosas e desejamos só sucesso.
E a Içara ainda ganhou um presentinho que eu namorava a bastante tempo! Uma camisetinha da Matrice:

A cobertura formal e completa você encontrará na Revista Saúde à Beira-Mar. Aguardem!!!
Veja como foi “mil mães amamentando à beira mar” - ENAM 2010

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