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Publicidade Infantil? NÃO!

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MANIFESTO

pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica
dirigida ao público infantil


Em defesa dos diretos da infância, da Justiça e da construção de um futuro mais solidário e sustentável para a sociedade brasileira, pessoas, organizações e entidades abaixo assinadas reafirmam a importância da proteção da criança frente aos apelos mercadológicos e pedem o fim das mensagens publicitárias dirigidas ao público infantil.

A criança é hipervulnerável. Ainda está em processo de desenvolvimento bio-físico e psíquico. Por isso, não possui a totalidade das habilidades necessárias para o desempenho de uma adequada interpretação crítica dos inúmeros apelos mercadológicos que lhe são especialmente dirigidos.

Consideramos que a publicidade de produtos e serviços dirigidos à criança deveria ser voltada aos seus pais ou responsáveis, estes sim, com condições muito mais favoráveis de análise e discernimento. Acreditamos que a utilização da criança como meio para a venda de qualquer produto ou serviço constitui prática antiética e abusiva, principalmente quando se sabe que 27 milhões de crianças brasileiras vivem em condição de miséria e dificilmente têm atendidos os desejos despertados pelo marketing.

A publicidade voltada à criança contribui para a disseminação de valores materialistas e para o aumento de problemas sociais como a obesidade infantil, erotização precoce, estresse familiar, violência pela apropriação indevida de produtos caros e alcoolismo precoce.

Acreditamos que o fim da publicidade dirigida ao público infantil será um marco importante na história de um país que quer honrar suas crianças.

Por tudo isso, pedimos, respeitosamente, àqueles que representam os Poderes da Nação que se comprometam com a infância brasileira e efetivamente promovam o fim da publicidade e da comunicação mercadológica voltada ao público menor de 12 anos de idade.

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Wrap Menina-Mãe – Responsabilidade Social

Em 2010, conhecemos o trabalho do Projeto Menina-Mãe e ficamos encantados com o compromisso que toda a equipe voluntária tem com a maternagem.

“(…)é um projeto-piloto com adolescentes grávidas, com uma equipe multidisciplinar voluntária ( médicas, fisioterapeutas, psicólogas, enfermeiras, nutricionistas, odontólogas, assistente social, artesãs, instrutora de yoga, eutonista, administradoras, assessora de imprensa, web designer, contador, advogadas ) visando minimizar os efeitos que uma gestação nesta faixa etária pode provocar no seu desenvolvimento emocional, físico e social.”

As meninas-mães são acompanhadas durante toda a gestação e o primeiro ano de vida dos seus bebês. Essa ação também tem por meta, reduzir a possibilidade de uma segunda gravidez indesejada e tem obtido sucesso.

Depois de muitas reuniões, definimos a estampa, cor, orçamentos e nós do Kika de Pano auxiliamos na produção do sling exclusivo do projeto. Em agosto de 2010, o sling foi lançado em mais uma das Noites da Pizza e já estamos na segunda leva de entrega dos slings.


As meninas-mães que participam do projeto recebem gratuitamente os slings, que também são vendidos na sede.

O Projeto investe o valor de produção dos slings (tecidos, costuras, estampas) e nós do Kika de Pano produzimos voluntariamente (compra de tecidos, fechamento com estamparia e costureiras, manual de instruções). Os slings são entregues no projeto embalados e prontos para uso e venda.

Toda renda obtida pela venda é revertida ao Projeto, auxiliando em sua manutenção e existência.

Se você deseja colaborar com essa idéia e ainda vestir ou presentear alguém com um sling, entre em contato!

R$70,00 + frete

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Manifesto pela Valorização da Maternidade


O Grupo Cria escreveu um belo Manifesto pelas Mães. LEIA, assine e divulgue!

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Convite – Encontro de Mães na SMAM 2010

Clique na imagem para ampliar! Ajude a divulgar!

E venha participar!

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1º Caminhada Bemvindo


(clique na foto para ampliar)

Fonte: Matrice

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Não bata. Eduque.

Texto postado originalmente no Blog Mãe é tudo igual.

O Projeto de Lei n. 2654/2003 de autoria da Deputada Federal Maria do Rosário (PT/RS) propõe a punição para castigos físicos moderados ou imoderados em crianças e adolescentes. O projeto encontra defensores e críticos ardorosos porque esbarra num tema complicado. Quase todas as pessoas tem filhos e os criam, bem ou mal. Não há pré condição para ser pai e mãe, com a responsabilidade imensa de criar uma pequena e indefesa criança e ajudá-la a transformar-se num ser humano pleno, seguro e inserido na sociedade. A tarefa é árdua mas qualquer um pode assumi-la. Não é preciso nenhuma carteira especial , como a de habilitação, frequentar qualquer curso regular ou diploma. A grosso modo, basta fazer o filho que, com ajuda da natureza, ele nasce. E depois que nasce, seja o filho desejado ou não , nos impõe desafios e questiona nossas determinações. Muitas vezes não nos conformamos com a insubordinação e sobra para mais fraco. A criança vítima de castigos físicos é um personagem tão recorrente no nosso cotidiano, que em algum momento a sociedade resolveu que o Estado precisa parar os pais que agridem antes que uma nova geração de espancados cresça e continue passando o mal adiante. A quem pense que é absurdo um pai ser levado a refletir, através de apoio psicológico, sobre o abuso que é a violência contra crianças, fica a ponderação: Quando um adulto agride moderada ou imoderadamente um outro adulto o assunto pode acabar na polícia, não pode? Então por que as crianção não podem também ter direito à tutela do Estado no que diz respeito a sua integridade física e moral? Por que ele é “meu filho e tem que me obedecer” não vale como resposta. No site Não bata. Eduque. é possível encontrar outras pessoas e instituições preocupadas com este estado de coisas, informar-se sobre o assunto , fazer parte da rede e ajudar a enriquecer o debate. Educar é mesmo muito, muito difícil e muitas vezes somos adultos assustados diante da possibilidade de termos filhos mal educados ou problemáticos. Outras tantas vezes somos apenas pessoas frustradas em nossas vidas pessoais e precisamos despejar a ira sobre alguém que seja mais fraco e tenha que “obedecer”. É estranho imaginar que nossos filhos possam precisar de proteção contra nós mesmos. Mas acontece.

saiba mais no http://www.naobataeduque.org.br/site/home/index.php

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