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	<title>Sling - Kika de Pano &#187; Sono dos bebês</title>
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	<description>babyslings - ARGOLAS e WRAP</description>
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<title>Sling - Kika de Pano</title>
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		<title>Chorar sem parar: aprenda a acalmar o bebê</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 01:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedir ajuda é o principal motivo pelo qual chora um recém-nascido. Durante os seus primeiros meses de vida apenas saberá comunicar através do choro. Um sinal de alarme primitivo que tem como consequência a resposta imediata dos seus pais que acodem para atender às suas necessidades. No entanto, em algumas ocasiões esta resposta pode traduzir-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://www.todopapas.com//app/webroot/images/cms/Top/david-diente.jpg" title="choro" class="alignleft" width="120" height="80" /><strong> Pedir ajuda é o principal motivo pelo qual chora um recém-nascido. Durante os seus primeiros meses de vida apenas saberá comunicar através do choro. Um sinal de alarme primitivo que tem como consequência a resposta imediata dos seus pais que acodem para atender às suas necessidades. No entanto, em algumas ocasiões esta resposta pode traduzir-se em desespero e desejo de acompanhar o bebé no choro.</strong><br />
<strong><br />
Porque chora um bebé?</strong></p>
<p>Durante os primeiros meses o recém-nascido chora com frequência. Felizmente, a partir do terceiro mês reduzirá consideravelmente o tempo de choro. Existem várias razões que explicam porque é que chora um recém-nascido: dor, sono, incómodo, fome, saudade, falta de estimulação, excesso de estimulação, frustração. Os bebés não podem dizer “tenho fome”, “a fralda está suja” ou “estou aborrecido por estar deitado”. Em vez disso eles choram&#8230; e choram … algumas vezes aos olhos dos seus pais sem nenhuma razão aparente. Seguramente que tentou tudo. Viu se a fralda estava suja, já mamou, dormiu o suficiente, etc. Porque não se cala? Não pense no pior. Durante os primeiros meses, talvez pelo imaturo sistema nervoso, um bebé pode estar desconfortável e chatear-se por qualquer coisa, por exemplo com alguns ruídos e cheiros. À medida que os dias passam você irá descobrir o que faz o seu bebé sentir-se mal, ou melhor, a que se deve cada choro.<br />
<strong><br />
Conselhos para acalmá-lo</strong></p>
<p>Apesar de nem todos os truques funcionarem para todos os bebés, deixamos-lhe aqui algumas técnicas para acalmar o seu bebé quando as lágrimas caírem. De certeza que encontrará a melhor forma para reconfortar o seu pequeno rebento.<br />
<strong><br />
Fale com ele:</strong> o som familiar e próximo da voz da mãe é uma das formas mais eficazes para acalmar um bebé. Fale com o seu filho docemente sem perder a calma. Isso dará confiança ao bebé.<br />
<strong><br />
Toque-lhe:</strong> o tacto e o contacto físico estimulam receptores no cérebro que acalmam o bebé. Um bom abraço pode tranquilizar o bebé. Experimente também encostar um peluche ou uma mantinha suave. Massajar o bebé também é igualmente eficaz, especialmente se sofre de cólicas. Uma massagem abdominal pode ser muito boa. Também pode deitar o bebé de barriga para cima e agarrá-lo nos pés, fazendo movimentos circulares com as suas pernas, como se a criança estivesse a pedalar.</p>
<p>Outro truque, se o bebé estiver incomodo pelos gases, é colocá-lo sobre o seu ombro. A barriga deverá estar à altura do seu ombro e a sua cabeça e pescoço tombados para trás. Segure bem a cabecinha da criança se esta ainda não for capaz de fazê-lo por si só.</p>
<p>Ao ritmo do seu coração: segure o seu bebé em posição vertical contra o seu peito, de forma que a sua cabeça descanse à altura do seu coração. Sentirá o ritmo dos batimentos e irá acalmar-se.<br />
<strong><br />
Recrie o ventre materno:</strong> ao nascer os bebés chegam a um mundo luminoso, hostil e ruidoso. Imitar, dentro do possível, o seu antigo ambiente pode apaziguar a situação. Para isso envolva a criança numa manta com braços estendidos ao longo do seu corpo. Pegue no bebé mantendo-o sobre a sua barriga e não sobre as costas. Emite ruídos rítmicos ou ligue um aspirador ou secador do cabelo. Acarinhe-o suavemente e deixe que chuche no seu dedo ou na própria chucha.<br />
<strong><br />
Sentado a ver tudo:</strong> quando o seu bebé estiver chateado e queixoso, tente que veja o que está à sua volta para se distrair. Segure-o contra o seu peito de costas para si. Com uma mão segure-o por baixo do rabinho como se estivesse sentado numa cadeirinha e com a outra mão rodeia o seu peito agarrando-o debaixo dos seus bracinhos. Mexa-o um pouco e caminhe.<br />
<strong><br />
Um bom banho: </strong>as propriedades relaxantes de um banho de água tíbia juntamente com o som do correr da água podem fazer maravilhas.<br />
<strong><br />
Distraia-o: </strong> ofereça-lhe um brinquedo ou um objecto novo que chame à sua atenção. Mostrar-lhe um espelho também é uma estupenda ideia para distrair o bebé do seu mau humor ou do seu aborrecimento.<br />
<strong><br />
Dar uma volta de carro: </strong>experimente levar o bebé a dar um passeio no carro. O constante movimento e o som do motor farão com que o bebé adormeça e se acalme.<br />
<strong><br />
Cante para ele: </strong> cantar para o seu bebé é um dos truques para acalmá-lo com mais êxito. Não se preocupe se desafina ou se não se lembra da letra da canção … invente! Experimente canções lentas, pois o corpo responde à música adaptando-se ao ritmo cardíaco e a respiração à velocidade da música.</p>
<p>Perante tudo procure não perder a calma: seguramente que em algumas ocasiões já se viu superada pelo choro do seu bebé, no entanto<strong> manter a calma é fundamental.</strong> O seu bebé notará a tensão e reagirá contagiando-se dela, o que se converterá num círculo vicioso difícil de romper. Embora não convenha deixar o bebé chorar até que se cale, <strong>não haverá problema “ignorar” o seu choro por cinco minutos enquanto você se tranquiliza e pensa noutra forma para acalmá-lo. </strong>Tão pouco deve deixar de pedir ajuda ao seu parceiro ou a um familiar se for necessário.<br />
<strong><br />
O que deverá evitar<br />
</strong><br />
Colocar-lhe a chucha imediatamente: nos primeiros dias não é recomendável o uso da chucha (chupeta). Depois poder dar a chucha ao bebé, de certeza que irá acalmá-lo (porém, pode levar a um desmame precoce). No entanto, deve tentar perceber o que faz chorar o bebé antes de colocar-lhe a chucha.</p>
<p>Dar-lhe de comer: se oferecer o biberão ou o seu peito sempre que o bebé chora antes de assegurar-se de que tem fome, estará a ensinar-lhe que comer é uma forma de acalmá-lo ou de apaziguar a sua ansiedade. Este hábito pode levar a futuros transtornos alimentares. <em>(não concordo com isto.. sempre ofereci o peito para a pequena e não vejo maus reflexos disso, e também nunca soube de algum estudo eficaz sobre o tema)</em></p>
<p>Experimentar todas as formas de acalmar o bebé à vez: logicamente que estes truques não são um bálsamo milagroso para calar um bebé. Alguns funcionam numas crianças, outros só funcionam noutras. Tenha paciência. Se experimenta um truque e depois de dois minutos experimenta outro, estará a excitar a criança ainda mais e o seu esforço não terá resultados.</p>
<p>Não obstante, se os choros do bebé persistirem ou se está preocupada, consulte o quanto antes um pediatra.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.todopapas.com.pt/bebe/desenvolvimento-do-bebe/chorar-sem-parar-aprenda-a-acalmar-o-bebe-3349">Todo Papas</a></p>
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		<title>Rotina e sono das crianças: quanto eles precisam dormir?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 20:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Notas do livro “Healthy Sleep Habits, Happy Child”, de Mark Weissbluth, MD Recém-nascido: 1 Semana - Bebê dorme bastante, 15-18 horas/dia - Geralmente em intervalos de 2-4 horas - Não há padrão de sono 2 a 4 semanas - Sem tabela de horários, permita que o bebê durma quando precisa - Bebê provavelmente não dormirá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notas do livro “Healthy Sleep Habits, Happy Child”, de Mark Weissbluth, MD</p>
<p><strong>Recém-nascido: 1 Semana</strong><br />
- Bebê dorme bastante, 15-18 horas/dia<br />
- Geralmente em intervalos de 2-4 horas<br />
- Não há padrão de sono</p>
<p><strong>2 a 4 semanas</strong><br />
- Sem tabela de horários, permita que o bebê durma quando precisa<br />
- Bebê provavelmente não dormirá por periodos longos à noite<br />
- O maior período pode ser de 3-4 horas</p>
<p><strong>5 a 8 semanas</strong><br />
- Bebê está mais interessado em brinquedos e objetos<br />
- O maior período de sono começa a aparecer regularmente nas primeiras horas da noite<br />
- O período mais longo é de 4-6 horas (menos se tem cólicas)<br />
- O bebê &#8220;fácil&#8221; tem períodos mais regulares<br />
- Ponha-o para dormir aos primeiros sinais de cansaço<br />
- Ponha-o pra dormir: não mais que 2 horas acordado<br />
- Após acordar pela manhã já está pronto para soneca somente 1 hora depois<br />
- O bebê vai se distrair mais facilmente, então precisa de um lugar quieto pra dormir<br />
- Crie uma rotina de atividades que acontecem antes de cada soneca e da hora de dormir à noite<br />
- Sinais de extrema fadiga: irritável, puxa o próprio cabelo, bate na própria orelha</p>
<p><strong>3 a 4 meses</strong><br />
- A necessidade é maior de um lugar calmo e quieto para dormir, pois o bebê se distrai mais facilmente<br />
- Não deixar o bebê acordado por mais de 2 horas (alguns agüentam somente 1 hora)<br />
- 6 semanas de vida é quando o período de sono mais longo deve ser preferencialmente à noite (não de dia)<br />
- O maior período de sono é somente de 4-6 horas<br />
- Comece a colocar o bebê para dormir antes dele começar a ficar irritado ou sonolento</p>
<p><strong>4 a 8 meses</strong><br />
- O sono do bebê se torna mais como o do adulto, com período inicial de não-REM<br />
- A maoria acorda entre 7 da manhã, mas geralmente entre 6-8.<br />
- Se o bebê acordar antes das 6 é bom colocar para dormir após mamar e trocar a fralda<br />
- Não é possível mudar a hora que o bebê acorda de manhã colocando-o para dormir mais tarde<br />
- Comidas sólidas antes de dormir tambem não resultam em acordar mais tarde<br />
- O período acordado de manhã deve ser de cerca de 2 horas para bebê de 4 meses e 3 horas para bebês de 8 meses<br />
- Então a soneca da manhã é por volta das 9 horas para a maioria<br />
- Tenha um período tranqüilo e quieto, parte da rotina de dormir, com duração máxima de 30 minutos. Essa rotina deve começar 30 minutos ANTES do fim do período que o bebê fica acordado<br />
- Um soneca só é restauradora se é de 1 hora ou mais, algumas vezes 40-45 minutos conta, mas 1 hora ou mais é o ideal<br />
- Conte com outra soneca após 2-3 horas acordado<br />
- Evite mini-sonecas no carro ou parque<br />
- Não deixe o bebê tirar uma sonequinha para compensar uma soneca perdida<br />
- Se o bebê tira a soneca quando deveria estar acordado, bagunça a rotina acordado/dormindo<br />
- A Segunda soneca é geralmente entre meio-dia e 2 da tarde (antes das 3)<br />
- Deve durar 1-2 horas<br />
- Uma terceira soneca poderá ou não ocorrer, se ocorrer será entre 3-5 da tarde e geralmente bem rápida<br />
- A terceira soneca desaparece por volta dos 9 meses de idade<br />
- A hora de dormir ideal é entre 6-8 da noite, decida pelo quanto a criança está cansada<br />
- Empregue uma rotina antes da cama com a mesma seqüência de eventos toda noite, assim a criança começará a predizer o que vem a seguir, ou seja, o sono<br />
- A criança poderá acordar de 4-6 horas depois para mamar, algumas estarão com fome mas outras vão dormir direto, depende do indivíduo<br />
- Uma Segunda mamada podera’ ocorrer por volta de 4-5 da madrugada,<br />
<strong><br />
9 a 12 meses</strong><br />
- A maioria dos bebês dessa idade realmente precisam de 2 sonecas/dia com duração total de 3 horas de sono<br />
- Por o bebê pra dormir à noite mais cedo permitirá que ele durma até mais tarde de manhã (em alguns casos não )<br />
- Rotina usual: acorda às 6-7 da manha, soneca da manhã 9:00, soneca da tarde 1:00 (antes das 3 pra não atrapalhar com o sono da noite), dormir à noite entre 6-8 pm<br />
- Se o bebê que dormia à noite toda começar a acordar, tente antecipar a hora de dormir gradualmente de 20-20 minutos. </p>
<p><strong>12 a 21 meses (1 ano a 1 ano e 9 meses)</strong><br />
- Muda de 2 sonecas para 1 soneca/dia, total duração de sono 2 horas e meia<br />
- Se a mudança para 1 soneca é difícil, tente por na cama mais cedo, a criança poderá tirar 2 sonecas num dia e 1 no outro até estabilizar</p>
<p><strong>21 a 36 meses (1 e 9 meses a 3 anos)</strong><br />
- Maioria das crianças ainda precisam de uma soneca<br />
- Em média a soneca é de 2 horas mas pode ser entre 1-3 horas<br />
- Maioria das crianças dormem entre 7-9 da noite, acordam entre 6:30-8 da manhã<br />
- Se a soneca não aconteceu, é preciso por na cama mais cedo ainda<br />
- Se a criança não dorme bem durante a noite, não permitir que a criança tire a soneca pode ser problemático, causar extrema fadiga<br />
- Se a criança acorda entre 5-6 da manhã, e está bem descansada, pode-se tentar encorajar mais sono com cortinas escuras<br />
- Ir pra cama mais cedo pode resultar em acordar mais tarde de manhã (sono traz mais sono, na maioria dos casos)</p>
<p><strong>3 a 6 anos</strong><br />
- A maioria ainda vai dormir entre 7-9 da noite, acorda entre 6:30 e 8 da manhã<br />
- Aos 3 anos a maioria das crianças precisam de 1 soneca todos os dias<br />
- Aos 4 anos, cerca de 50% das crianças tiram soneca 5 dias/semana<br />
- Aos 5 anos de idade, cerca de 25% das crianças tiram soneca 4 dias/semana<br />
- Aos 6 anos de idade as sonecas geralmente desaparecem<br />
- Aos 3 e 4 anos a soneca dura 1-3 horas<br />
- Aos 5 e 6 anos a soneca dura entre 1-2 horas<br />
<strong><br />
7 a 12 anos</strong><br />
- A maioria das crianças de 12 anos vão dormir entre 7:30 e 10 da noite, na média 9 da noite. A maioria dorme 9-12 horas/noite.<br />
- Muitas crianças de 14-16 anos agora precisam de mais sono que quando eram pré-adolescentes para manter a atividade ótima e serem alertas durante o dia </p>
<p><strong>Tradução: Andreia Mortensen</strong></p>
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		<title>Picos de crescimento</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 05:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que são picos de crescimento? Picos de crescimento são alturas em que o bebé aumenta a sua necessidade de ingestão de leite, ou seja, pede para mamar mais vezes e fica mais agitado. Isto acontece, pois devido ao seu desenvolvimento, o bebé vai precisar de mais alimento, e como o peito não aumenta automaticamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que são picos de crescimento?</strong></p>
<p>Picos de crescimento são alturas em que o bebé aumenta a sua necessidade de ingestão de leite, ou seja, pede para mamar mais vezes e fica mais agitado. Isto acontece, pois devido ao seu desenvolvimento, o bebé vai precisar de mais alimento, e como o peito não aumenta automaticamente a sua produção, o bebé precisa mamar mais vezes para receber a quantidade de leite que precisa. Esta situação também pode acontecer em alturas em que o bebé aprende coisas novas, como aprender a virar-se, a gatinhar, a andar ou a falar, o leite materno também é alimento para o cérebro!</p>
<p><strong>Quando é que os bebés têm picos de crescimento?</strong></p>
<p>As alturas mais comuns de picos de crescimentos são nos primeiros dias do bebé, por volta dos 7-10 dias, 2-3 semanas, 4-6 semanas, 3 meses, 4 meses, 6 meses e 9 meses, é claro que estas são alturas que podem variar de bebé para bebé ou podem acontecer e a mãe nem dar por isso, mas é bom ter uma ideia das alturas aproximadas em que isto pode acontecer. Estes picos podem continuar a ocorrer após o primeiro ano, mas como a criança já come outros alimentos mais regularmente, não são tão fáceis de detectar.</p>
<p><strong>Quanto tempo dura um pico de crescimento?</strong></p>
<p>Normalmente duram 2-3 dias, mas podem durar mais. Para que estes picos sejam mais suaves e durem menos tempo, siga os conselhos que apresentamos a seguir.</p>
<p><strong>O que fazer quando surge um pico de crescimento?</strong></p>
<p>Deve oferecer-se o peito sempre que o bebé pede, nestas alturas o regime livre torna-se ainda mais importante pois o bebé precisa receber uma maior quantidade de leite, e como não o consegue obter todo de uma só vez, vai precisar mamar mais vezes! Quantas mais vezes o bebé mamar, maior será o estímulo e maior será a produção de leite, só assim o seu corpo se poderá adaptar às novas necessidades do bebé. Não é aconselhável suplementar, pois ao oferecer um suplemento, o bebé não vai estimular o peito tantas vezes e assim a produção não tem a oportunidade de aumentar, e não irá acompanhar o crescimento do bebé.<br />
Nestas alturas, a mãe que amamenta pode sentir mais fome e mais sede, e deve responder a estes pedidos do seu corpo, pois pode ser necessário para o aumento da produção!<br />
O contacto pele a pele também pode ser uma ajuda, tanto para acalmar o bebé como para aumentar a produção de leite.</p>
<p>Traduzido e Adaptado por APPM<br />
Fonte: http://www.kellymom.com/bf/normal/growth-spurt.html</p>
<p>(clique na imagem para ampliar)<br />
<a href="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/06/picos-de-crescimento.jpg"><img src="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/06/picos-de-crescimento-300x214.jpg" alt="" title="picos de crescimento" width="300" height="214" class="aligncenter size-medium wp-image-1532" /></a></p>
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		<title>Sono dos bebês novinhos</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 05:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Janet Balaskas No início, a perturbação do padrão de sono normal dos pais pela chegada do bebê pode ser a parte mais difícil de ser um novo pai e mãe. Isso é ainda mais verdadeiro se você também tiver outro filho de 1 ano e meio-3 anos que ainda acorda à noite, ou se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Janet Balaskas</p>
<p>No início, a perturbação do padrão de sono normal dos pais pela chegada do bebê pode ser a parte mais difícil de ser um novo pai e mãe.</p>
<p>Isso é ainda mais verdadeiro se você também tiver outro filho de 1 ano e meio-3 anos que ainda acorda à noite, ou se levanta muito cedo pela manhã. Contudo, com o tempo você acaba se acostumando a acordar à noite e meios efetivos de se maximizar o sono podem ser encontrados.</p>
<p>“Como os bebês devem dormir” é atualmente um tema controverso na nossa sociedade e você provavelmente vai encontrar conselhos contraditórios de especialistas, o que pode ser bastante confuso para você e o seu bebê.</p>
<p>Dormir é como nós descansamos. Não precisa se tornar uma “batalha do sono” com o seu bebê, na qual os padrões de sono instintivos dele se conflitam com as suas expectativas ou os conselhos dos especialistas.</p>
<p>Os padrões de sono dos bebês mudam à medida  que eles se desenvolvem. Embora o sono infantil siga um padrão geral, há variações nesse padrão, que dependem do temperamento e fisiologia de cada bebê.</p>
<p>Alguns bebês são naturalmente mais “acordadores” que outros, desde o início. Muitos bebês com padrões de acordadas noturnas normais, mas frequentes, acabam rotulados como tendo um problema de sono ou sendo “difíceis à noite”</p>
<p>Alguns pais têm expectativas não realistas sobre seu bebê e podem lutar por meses, tentando fazer com que seu filho tenha um padrão de sono que não se adequa à sua fisiologia.</p>
<p>É importante não vincular rótulos de “bom” ou “mau” para os padrões naturais de sono do seu bebê e tentar achar uma forma de parentagem que leve esses padrões em consideração e também funcione para você.</p>
<p>Há várias opções  que você pode levar em conta para alcançar uma harmonia noturna. Ambos pais devem se sentir bem com a forma de dormir e abertos a fazerem modificações, se o plano inicial não funcionar.</p>
<p>Passem mais tempo ouvindo um ao outro e dividindo seus sentimentos, dúvidas e pontos de vista no assunto. Se vocês têm idéias diferentes, tentem alcançar um acordo sobre a abordagem que os deixa mais confortáveis, e estejam prontos a continuar conversando e revendo sua decisão juntos, à medida que os padrões e ritmos individuais do bebê emergem e se alteram.</p>
<p>No que se refere ao sono do bebê, há duas abordagens principais. Por um lado, a  abordagem do  “attachment parenting” se propõe a trabalhar em harmonia com os padrões biológicos do bebê, com suas necessidades de desenvolvimento e emocionais, à noite, assim como de dia.</p>
<p>Isso envolve ficar perto do bebê à noite e é chamado cama compartilhada (“co-sleeping”). É baseado em precedentes históricos e evolucionais, em que bebês do mundo todo têm dormido junto com suas mães, dividido seu ambiente físico e calor humano, amamentando espontaneamente durante a noite.</p>
<p>Quando isso funciona bem, miraculosamente o ritmo de sono da mãe se ajusta ao do bebê, tornando as mamadas noturnas muito menos cansativas.</p>
<p>As tendências  atuais  de parentagem são mais centradas no adulto, criadas para treinar bebês a acomodarem seus padrões de sono para se adequarem às demandas da vida adulta.</p>
<p>Nos dias atuais, muitas pessoas têm um estilo de vida pressionado pelo tempo, de movimento rápido e orientado pela carreira, que requer sono ininterrupto à noite. Essas pessoas podem, portanto, ser atraídas por um método de “treinamento de sono” que prometa que seu filho pode ser ensinado a dormir sozinho desde cedo. Pode ser dito que nossa sociedade é obcecada com fazer os bebês “dormirem a noite toda” o mais cedo possível.</p>
<p>Geralmente, isso vai contra a fisiologia do bebê. O treinamento de sono pode ser conveniente para os adultos envolvidos, mas há algumas objeções fortes que você pode querer considerar antes de ir por esse caminho.</p>
<p>Há também em uso soluções de “attachment parenting” para pais ocupados, que podem minimizar o impacto da separação temporária de seu filho.</p>
<p>Uma razão importante porque bebês acordam é para serem alimentados. Bebês são acostumados a se alimentar continuamente o dia todo no útero.</p>
<p>Aprender a comer apenas durante o dia é um processo lento que ocorre quando o bebê está fisiologicamente pronto, assim como aprender a sentar e engatinhar.</p>
<p>O leite materno é digerido rapidamente e os bebês tendem a se alimentar periodicamente durante a noite, assim como durante o dia, por pelo menos alguns meses. O estômago deles é muito pequeno para segurar um suprimento que dure a noite toda.</p>
<p>Para alguns bebês isso pode continuar por um ano ou mais. A prolactina, o hormônio que produz leite, é produzido em maior quantidade durante a noite, quando a mãe está descansando. A mamada noturna estimula a secreção da prolactina. Há um risco para o suprimento de leite da mãe, se a amamentação noturna é eliminada e o nível de prolactina cair.</p>
<p>Bebês alimentados com mamadeira podem aguentar até 4 horas entre mamadas, porque o a fórmula de leite de vaca demora mais para ser digerida que o leite materno, mas ainda assim esses bebês precisam ser alimentados durante a noite quando acordam.</p>
<p>Um bebê alimentado menos do que deveria pode aparentar estar bem, mas seu desenvolvimento não vai ser ótimo. Há também uma pequena percentagem de bebês pequenos que, quando negados a mamada noturna, podem sofrer desidratação e precisar de cuidados especiais em hospital.</p>
<p>Eu recomendo fortemente a cama compartilhada no inicio (“co-sleeping”). Isso quer dizer, em suma, dormir no mesmo quarto que o seu bebê, por um mínimo de seis meses e possivelmente por um ano ou mais.</p>
<p>Isso pode ser feito se dividindo a cama com o bebê, dormindo com ele numa distância em que possa ser tocado, ou colocando-o num berço ou bassinete no seu quarto, ou uma combinação flexível dessas opções.</p>
<p>Quando seu bebê tiver seis meses é uma boa época para rever seu arranjo de sono e ver se você quer introduzir alguma mudança.</p>
<p>O cerne da abordagem da cama compartilhada, essencialmente, não é sobre onde o seu bebê dorme, mas sim [b]aceitar e respeitar [/b] o fato de que seu bebê tem necessidades à noite, assim como ele tem durante o dia. Essa abordagem envolve a disposição e comprometimento para responder ao seu bebê à noite, assim como você faz em qualquer outra hora.</p>
<p>Minha confiança nessa abordagem vem das minhas próprias experiências bem sucedidas de cama compartilhada com meus quatro filhos e as observações que eu tenho feito ao longo dos anos, de como a CC funciona bem em várias outras famílias.</p>
<p>Qualquer que seja o estilo de dormir que você escolha, nenhuma abordagem é infalível e nada funciona para todo mundo. É essencial escolher o que funciona melhor para a sua família, para o seu bebê, não importando  que outras pessoas façam ou recomendem. Seu tempo de sono é intimo, privado e pessoal e realmente não diz repeito a ninguém mais além de você.</p>
<p>Quando decidir sobre seu arranjo de sono, você precisa ser consistente, mas não impor regras tão rígidas que não possam ser flexibilizadas ou revistas se não estiverem funcionando.</p>
<p>Você pode perfeitamente precisar improvisar, se seu bebê está ganhando dentes, está passando por um pico de crescimento, está doente e acordando mais, se você está excepcionalmente cansado, ou se sua agenda regular foi perturbada por uma viagem ou feriado.</p>
<p>Não há “certos” ou um único jeito de fazer qualquer coisa como mãe e pai. O que é um problema para uma família, pode ser a solução para outra. O objetivo é achar os arranjos para a sua família, que respeitem as necessidades do seu bebê, maximizem o sono e criem harmonia à noite.</p>
<p>http://www.activebirthcentre.com/Pages2/bbd18art6.html</p>
<p>Texto encontrado por Andréia Mortensen e traduzido por Daniela Westfahl</p>
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		<title>Banho de Balde &#8211; Ofurô para bebês</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 02:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Balde-Ofurô é uma opção diferente para o banho do bebê, porque oferece uma oportunidade de relaxamento através da imersão na água, a exemplo dos banhos de ofurô. A água quente (37 a 38ºC) é relaxante, analgésica e organizadora, imita o ambiente intra-uterino e permite melhora nos estados de agitação, insônia e cólica dos bebês. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAPst0deFIKMqUYdemfQasGHLLo9rQRfV1A94oFZJZHb9HfrhIlL9a9U4J2RK9NPUzshFexT6uUzNBwmPn4d8AFEAm1T1UJnEsQEukIdBLdLOy3w48YKE729k.jpg" class="aligncenter" width="600" height="800" /></p>
<p>O Balde-Ofurô é uma opção diferente para o banho do bebê, porque oferece uma oportunidade de relaxamento através da imersão na água, a exemplo dos banhos de ofurô.</p>
<p>A água quente (37 a 38ºC) é relaxante, analgésica e organizadora, imita o ambiente intra-uterino e permite melhora nos estados de agitação, insônia e cólica dos bebês.</p>
<p>Os banhos podem ser dados desde o primeiro dia de vida até quando o bebê ainda couber (4 a 6 meses de idade). Não é necessário o uso de outro tipo de banheira. Nas primeiras semanas é preciso ajuda para que um adulto segure o bebê e o outro passe sabonete. Depois de um tempo o bebê fica mais firme e uma só pessoa pode dar conta.</p>
<p>Se for de preferência dos pais, o bebê pode usar o ofurô só para relaxar, depois de um banho na banheira tradicional. O bebê pode ser banhado embrulhado (se for só para relaxamento) ou nu (se for feita a higiene também).</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/INb6a2d-4Oo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/INb6a2d-4Oo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/z-QGGQBgdmo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/z-QGGQBgdmo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Crianças que dormem com os pais tem menos problemas</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 05:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente em: LaVanguadia.Es Entrevista realizada por Raquel Quelart Ter um filho é uma experiência transcendente. É como uma semente que é plantada para garantir a passagem para a eternidade. Por isso é tão importante para os pais, mais do que dinheiro ou trabalho, mas muitas vezes as crianças não foram dedicadas tempo suficiente. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado originalmente em:<br />
<a href="http://www.lavanguardia.es/ciudadanos/noticias/20100331/53900236179/carlos-gonzalez-los-ninos-que-duermen-con-sus-padres-tienen-menos-problemas-finlandia-gonzalez-alema.html">LaVanguadia.Es</a><br />
Entrevista realizada por Raquel Quelart</p>
<p>Ter um filho é uma experiência transcendente. É como uma semente que é plantada para garantir a passagem para a eternidade. Por isso é tão importante para os pais, mais do que dinheiro ou trabalho, mas muitas vezes as crianças não foram dedicadas tempo suficiente. Para o pediatra Carlos Gonzalez, presidente da Associação Catalã para Ação em Aleitamento Materno (ACPAM) , é um erro grave. Alguns pais das crianças enchem os filhos de presentes para cobrir sua falta de atenção, quando o que precisamos é de mais horas de pai e mãe. Gonzalez recomenda ignorando os livros que dão dicas sobre como criar um filho, porque é melhor deixar ir pelo senso comum. Parece estranho porque acaba de publicar um livro. Mas isso é o que dita a sua experiência como pediatra, mas também como pai de três filhos, que comem e dormem mais.</p>
<p>Carlos Gonzalez nasceu em Saragoça em 1960 / Agustin Amate<br />
- Como criar bem um filho?<br />
- Compartilhando mais tempo com ele. </p>
<p>- Mas há muitos pais que têm que trabalhar.<br />
- Sim, mas no fundo todos podemos dar ao luxo de cuidar dos filhos. Meus pais fizeram comigo. É uma questão de prioridades. </p>
<p>- Quais as prioridades?<br />
- Se você quer muitas coisas materiais ou passar mais tempo com eles. Às vezes o padrão de vida não é tanto o dinheiro que você faz, mas como você vive e fazer o que quiser. </p>
<p>- Seus pais o educaram assim?<br />
- preferiram ficar comigo ao invés de trabalhar, mesmo se nós estávamos indo de férias ou de carro. Tenho seguido o exemplo. Quando meus três filhos nasceram eu parei de trabalhar e comecei a escrever a partir de casa, porque o que poderia ser mais gratificante do que ser um pai? </p>
<p>- Não posso comprovar.<br />
- Bem, se você é um ministro, o Prêmio Nobel ou cirurgião, pode ser mais gratificante, mas se você é um pediatra ou trabalhando em um supermercado, será mais gratificante ficar com seus filhos. </p>
<p>- Por que é tão transcendente ter filhos?<br />
- Dentro de algumas décadas os que continuarão por nós sera a nossa prole. Eu li isso na rua como um adolescente, um grafite na parede que dizia: &#8220;Devemos considerar que a imortalidade é nas crianças.&#8221; </p>
<p>- Nunca havia pensado nisso.<br />
- Como somos e como vivemos dependerá de nós mesmos . </p>
<p>- O que significa criar um filho naturalmente ?<br />
- Normalmente, nós seres humanos ignoramos o nosso bebê: quando ela chora, levá-lo em seus braços, se você acordar, reconfortante &#8230; que colocá-lo para dormir em um quarto separado desacostumado às armas é um recém-inventado. </p>
<p>- E se eu quero dormir sozinho?<br />
- Acima de tudo, não devemos deixá-lo chorar. É como se nós chegamos em casa e encontramos nossas esposas soluçando, normalmente não perguntamos o que aconteceu? E se meu filho está, vou passar por cima e começar a ler um livro? É claro que eu vou me preocupar! </p>
<p>- O que um pai deve fazer se seu filho chora à noite?<br />
- Bem, ao ouvir seu filho porque, mas não quer deixá-lo dormir suas lágrimas ou remorso , que vai durar muito mais do que chorar. E eu não quero viver com a lembrança de que &#8220;meu filho me chamou e eu não estava.&#8221; </p>
<p>- Então nós o levamos para nossa cama?<br />
- Claro. Geralmente é mais confortável, embora alguns persistiamem até seis vezes a cada noite levantar para consolar seu filho, mas eu não estou disposto a fazer esse sacrifício, quando tudo é resolvido colocando-o na cama. </p>
<p>- &#8230;<br />
- Eu dormi com meus pais, e meus pais e avós. A maioria das pessoas também já fez isso, mas tem dificuldade em dizer porque é desaprovada. Gabriel Mistral disse que &#8220;todo homem é amargo que ele nunca dormia no colo da mãe&#8221;.</p>
<p>- Mas não há nenhum estudo científico que diga isso.<br />
- O preconceito é pensar que as crianças que dormem com os pais são mais dependentes. Mas, segundo alguns estudos, os que dormem na cama dos pais têm menos problemas de saúde mental. </p>
<p>- Uau.<br />
- Os pais muitas vezes, impõem as suas regras absurdas que fazem as crianças sofrerem por seus filhos ea si mesmos. Por exemplo, muitas vezes não pegá-los em seus braços ou deixá-los chorar quando posto para dormir sozinho. </p>
<p>- Então, quais regras devem ser seguidas?<br />
- Os pais querem, o que é mais conveniente para pôr em prática. Estou convencido de que os livros não são obrigados a levantar uma criança. </p>
<p>- E o que você diz como um escritor, também um pediatra.<br />
- Sim, eu percebi que muitos pais nem se preocupavam em não ser capaz de implementar as recomendações lidas em livros, ou eles quebraram seu coração, quando aplicado. </p>
<p>- Os pais às vezes se preocupam muito com seus filhos?<br />
- De certa forma, sim. E eu acho que reflete o fato de que a maioria das pessoas têm menos filhos do que antes e estão preocupados com a bobagem. A mãe chegou para mim perguntando o  que eu poderia fazer se seu bebê não gosta de abobrinha. Mas se muitos pais com sete filhos, nem pergunta se estes alimentos são baseados em hambúrgueres e batatas fritas! </p>
<p>- Que diferença!<br />
- Hoje 80% das mães são novatas, porque começa a ter mais de um filho . </p>
<p>- E ainda assim não conseguem educá-los como quiserem.<br />
- Na Espanha, as crianças começam a ir ao jardim de infância, aos quatro meses de vida, quando em países como a Alemanha, são apenas 6%, ea escola normal na Finlândia não começa até que a sete anos. Para não mencionar os pais que deixam a criança uma hora antes do início da escola e as buscam uma hora depois de terminá-lo. </p>
<p>- Tem que ir trabalhar.<br />
- Sim, e quantos se sentem mal e tentam compensar dando todo o carinho quando estão com eles. Mas há outros pais que, como eles disseram para levar uma criança nos braços ou tocá-lo muito mal-comportadas, eles compram brinquedos, eletrônicos e levá-los em férias, que precisam de trabalhar mais e, portanto, ver menos seus filhos. </p>
<p>- É um cão que persegue sua cauda.<br />
- Às vezes, substituir a coisas realmente importantes, como contato, carinho e afeição por coisas materiais. Da escuta vale para pais com filhos adolescentes problemáticos dizer &#8220;oh, as horas que eu trabalhei para que não falta para nada&#8221;, mas talvez eu precisava de mais horas para ficar com os filhos.</p>
<p>- É verdade que existem crianças que não queremo comer enquanto suas mães trabalham?<br />
- Sim, esse fenômeno é comum em crianças de quatro a seis meses. O comportamento é visto principalmente em bebês que são amamentados. A maioria das crianças, se eles, mamam até 2-4 anos. </p>
<p>- É a melhor solução para conciliar o trabalho e a vida familiar?<br />
- Na verdade, temos uma das mais baixas taxas de natalidade na Europa. Outros países como a Suécia têm dois anos de licença de maternidade ou horário reduzido sobre a remuneração integral. Mas na Espanha a ajuda quando você tem um filho é uma desgraça absoluta. </p>
<p>- O importante coisa criar um bebê é &#8230;<br />
- Não diga quantas vezes você quiser, porque você não entende, você deve demonstrar: abraçá-lo, beijá-lo e fazê-lo se sentir muito estar dispostos a fazer qualquer coisa para ele.</p>
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		<title>Cama Familiar ou Compartilhada</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 03:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que significa? Cama compartilhada é mais que um termo, talvez seja uma filosofia de &#8216;parenting&#8217;. Existem diversas variações, pode ser bebê no mesmo quarto dos pais, com bercinho ao lado da cama, pode ser bebê na cama dos pais. Sono dos bebês novinhos (por Janet Balaskas) No início, a perturbação do padrão de sono [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que significa?</strong></p>
<p><em>Cama compartilhada é mais que um termo, talvez seja uma filosofia de &#8216;parenting&#8217;. Existem diversas variações, pode ser bebê no mesmo quarto dos pais, com bercinho ao lado da cama, pode ser bebê na cama dos pais.</em></p>
<p><span id="more-642"></span></p>
<p><strong>Sono dos bebês novinhos (por Janet Balaskas)</strong></p>
<p>No início, a perturbação do padrão de sono normal dos pais pela chegada do bebê pode ser a parte mais difícil de ser um novo pai e mãe. </p>
<p>Isso é ainda mais verdadeiro se você também tiver outro filho de 1 ano e meio-3 anos que ainda acorda à noite, ou se levanta muito cedo pela manhã. Contudo, com o tempo você acaba se acostumando a acordar à noite e meios efetivos de se maximizar o sono podem ser encontrados. </p>
<p>“Como os bebês devem dormir” é atualmente um tema controverso na nossa sociedade e você provavelmente vai encontrar conselhos contraditórios de especialistas, o que pode ser bastante confuso para você e o seu bebê.</p>
<p>Dormir é como nós descansamos. Não precisa se tornar uma “batalha do sono” com o seu bebê, na qual os padrões de sono instintivos dele se conflitam com as suas expectativas ou os conselhos dos especialistas. </p>
<p>Os padrões de sono dos bebês mudam à medida que eles se desenvolvem. Embora o sono infantil siga um padrão geral, há variações nesse padrão, que dependem do temperamento e fisiologia de cada bebê. </p>
<p>Alguns bebês são naturalmente mais “acordadores” que outros, desde o início. Muitos bebês com padrões de acordadas noturnas normais, mas frequentes, acabam rotulados como tendo um problema de sono ou sendo “difíceis à noite”.</p>
<p>Alguns pais têm expectativas não realistas sobre seu bebê e podem lutar por meses, tentando fazer com que seu filho tenha um padrão de sono que não se adequa à sua fisiologia. </p>
<p>É importante não vincular rótulos de “bom” ou “mau” para os padrões naturais de sono do seu bebê e tentar achar uma forma de parentagem que leve esses padrões em consideração e também funcione para você. </p>
<p>Há várias opções que você pode levar em conta para alcançar uma harmonia noturna. Ambos pais devem se sentir bem com a forma de dormir e abertos a fazerem modificações, se o plano inicial não funcionar. </p>
<p>Passem mais tempo ouvindo um ao outro e dividindo seus sentimentos, dúvidas e pontos de vista no assunto. Se vocês têm idéias diferentes, tentem alcançar um acordo sobre a abordagem que os deixa mais confortáveis, e estejam prontos a continuar conversando e revendo sua decisão juntos, à medida que os padrões e ritmos individuais do bebê emergem e se alteram. </p>
<p>No que se refere ao sono do bebê, há duas abordagens principais. Por um lado, a abordagem do “attachment parenting” se propõe a trabalhar em harmonia com os padrões biológicos do bebê, com suas necessidades de desenvolvimento e emocionais, à noite, assim como de dia. </p>
<p>Isso envolve ficar perto do bebê à noite e é chamado cama compartilhada (“co-sleeping”). É baseado em precedentes históricos e evolucionais, em que bebês do mundo todo têm dormido junto com suas mães, dividido seu ambiente físico e calor humano, amamentando espontaneamente durante a noite.</p>
<p>Quando isso funciona bem, miraculosamente o ritmo de sono da mãe se ajusta ao do bebê, tornando as mamadas noturnas muito menos cansativas. </p>
<p>As tendências atuais de parentagem são mais centradas no adulto, criadas para treinar bebês a acomodarem seus padrões de sono para se adequarem às demandas da vida adulta. </p>
<p>Nos dias atuais, muitas pessoas têm um estilo de vida pressionado pelo tempo, de movimento rápido e orientado pela carreira, que requer sono ininterrupto à noite. Essas pessoas podem, portanto, ser atraídas por um método de “treinamento de sono” que prometa que seu filho pode ser ensinado a dormir sozinho desde cedo. Pode ser dito que nossa sociedade é obcecada com fazer os bebês “dormirem a noite toda” o mais cedo possível. </p>
<p>Geralmente, isso vai contra a fisiologia do bebê. O treinamento de sono pode ser conveniente para os adultos envolvidos, mas há algumas objeções fortes que você pode querer considerar antes de ir por esse caminho.</p>
<p>Há também em uso soluções de “attachment parenting” para pais ocupados, que podem minimizar o impacto da separação temporária de seu filho. </p>
<p><strong>Uma razão importante porque bebês acordam é para serem alimentados. Bebês são acostumados a se alimentar continuamente o dia todo no útero. </p>
<p>Aprender a comer apenas durante o dia é um processo lento que ocorre quando o bebê está fisiologicamente pronto, assim como aprender a sentar e engatinhar. </p>
<p>O leite materno é digerido rapidamente e os bebês tendem a se alimentar periodicamete durante a noite, assim como durante o dia, por pelo menos alguns meses. O estômago deles é muito pequeno para segurar um suprimento que dure a noite toda.</strong><em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/alexleitte/2361459247/"><img alt="" src="http://farm3.static.flickr.com/2232/2361459247_1ebe0ae008.jpg" title="bebê dormindo" class="alignleft" width="500" height="375" /></a>Para alguns bebês isso pode continuar por um ano ou mais. A prolactina, o hormônio que produz leite, é produzido em maior quantidade durante a noite, quando a mãe está descansando. A mamada noturna estimula a secreção da prolactina. Há um risco para o suprimento de leite da mãe, se a amamentação noturna é eliminada e o nível de prolactina cair. </p>
<p>Bebês alimentados com mamadeira podem aguentar até 4 horas entre mamadas, porque o a fórmula de leite de vaca demora mais para ser digerida que o leite materno, mas ainda assim esses bebês precisam ser alimentados durante a noite quando acordam. </p>
<p>Um bebê alimentado menos do que deveria pode aparentar estar bem, mas seu desenvolvimento não vai ser ótimo. Há também uma pequena percentagem de bebês pequenos que, quando negados a mamada noturna, podem sofrer desidratação e precisar de cuidados especiais em hospital.</p>
<p>Eu recomendo fortemente a cama compartilhada no inicio (“co-sleeping”). Isso quer dizer, em suma, dormir no mesmo quarto que o seu bebê, por um mínimo de seis meses e possivelmente por um ano ou mais. </p>
<p>Isso pode ser feito se dividindo a cama com o bebê, dormindo com ele numa distância em que possa ser tocado, ou colocando-o num berço ou bassinete no seu quarto, ou uma combinação flexível dessas opções. </p>
<p>Quando seu bebê tiver seis meses é uma boa época para rever seu arranjo de sono e ver se você quer introduzir alguma mudança. </p>
<p>O cerne da abordagem da cama compartilhada, essencialmente, não é sobre onde o seu bebê dorme, mas sim aceitar e respeitar o fato de que seu bebê tem necessidades à noite, assim como ele tem durante o dia. Essa abordagem envolve a disposição e comprometimento para responder ao seu bebê à noite, assim como você faz em qualquer outra hora. </p>
<p>Minha confiança nessa abordagem vem das minhas próprias experiências bem sucedidas de cama compartilhada com meus quatro filhos e as observações que eu tenho feito ao longo dos anos, de como a CC funciona bem em várias outras famílias.</p>
<p>Qualquer que seja o estilo de dormir que você escolha, nenhuma abordagem é infalível e nada funciona para todo mundo. É essencial escolher o que funciona melhor para a sua família, para o seu bebê, não importando que outras pessoas façam ou recomendem. Seu tempo de sono é intimo, privado e pessoal e realmente não diz repeito a ninguém mais além de você. </p>
<p>Quando decidir sobre seu arranjo de sono, você precisa ser consistente, mas não impor regras tão rígidas que não possam ser flexibilizadas ou revistas se não estiverem funcionando.</p>
<p><em>Você pode perfeitamente precisar improvisar, se seu bebê está ganhando dentes, está passando por um pico de crescimento, está doente e acordando mais, se você está excepcionalmente cansado, ou se sua agenda regular foi perturbada por uma viagem ou feriado.</em></p>
<p>Não há “certos” ou um único jeito de fazer qualquer coisa como mãe e pai. O que é um problema para uma família, pode ser a solução para outra. O objetivo é achar os arranjos para a sua família, que respeitem as necessidades do seu bebê, maximizem o sono e criem harmonia à noite. </p>
<p>http://www.activebirthcentre.com/Pages2/bbd18art6.html</p>
<p>Texto encontrado por Andréia Mortensen e traduzido por Daniela Westfahl</p>
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		<title>Saltos de desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 01:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Pouco se fala neste fator que interfere e MUITO no dia-a-dia dos bebês e em como se alimentam e dormem. Nestes períodos é comum os pediatras recomendarem complementar a alimentação ou utilizar outros artifícios. Porém, a única solução para esses dias mais difíceis é paciência, tranquilidade, amamentação em livre demanda e MUITO COLINHO! Existe um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Pouco se fala neste fator que interfere e MUITO no dia-a-dia dos bebês e em como se alimentam e dormem. Nestes períodos é comum os pediatras recomendarem complementar a alimentação ou utilizar outros artifícios. Porém, a única solução para esses dias mais difíceis é paciência, tranquilidade, amamentação em livre demanda e MUITO COLINHO! Existe um grupo muito bacana no orkut que auxilia as mamães, chama-se &#8220;Soluções para noites sem choro&#8221; e é de lá esse texto a seguir.)</em></p>
<p><span id="more-428"></span></p>
<p><strong>Saltos de desenvolvimento</strong></p>
<p>Os bebes nao se desenvolvem em um ritmo constante, e sim as vezes dao uma acelerada, outras vezes fica mais devagar etc. A cronologia abaixo &#8216;e retirada de um livro em holandes.</p>
<p><a href="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2009/11/saltos-de-desenvolvimento.jpg"><img src="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2009/11/saltos-de-desenvolvimento-300x259.jpg" alt="" title="saltos de desenvolvimento" width="300" height="259" class="aligncenter size-medium wp-image-1538" /></a><br />
(clique na imagem para ampliar)</p>
<p>O que o livro diz eh que no periodo imediatamente antecedendo os saltos o bebe de repente se sente perdido no mundo, pois seu sistema perceptivo e cognitivo mudou (segundo os autores, tudo isso pode ser observado neurologicamente), mas ele ainda nao se acostumou, entao o mundo parece muito estranho&#8230;</p>
<p>O que acaba acontecendo eh que ele quer voltar a base, ao que eh conhecido, ou seja, MAMAE. Entao nessas fases eles ficam mais carentes, precisando de colo, e com frequencia tambem comem e dormem pior. E segundo os autores, depois de algumas semanas essa fase dificil passa e tudo volta a normalidade.<br />
Existe uma certa variacao entre bebes, mas a cronologia observada (experimentalmente) pelos autores dos peridos de crise eh:</p>
<p> -5 semanas / 1 mes<br />
-8 semanas /quase 2 meses<br />
-12 semanas /quase 3 meses<br />
-19 semanas /4 meses e meio<br />
- 26 semanas /6 meses<br />
- 30 semanas /7 meses<br />
- 37 semanas / 8 meses e meio (estamos nessa crise agora!)<br />
-46 semanas / quase 11 meses<br />
- 55 semanas / quase 13 meses<br />
-64 semanas / quase 15 meses<br />
- 75 semanas / 17 meses</p>
<p>Ainda segundo os autores, depois de uma crise o bebe ‘de repente’ comeca a fazer coisas que nao fazia antes, dah um salto de desenvolvimento mesmo, e tambem fica mais feliz. Entao durante as crises eh soh ter um pouco de paciencia, logo passa&#8230;</p>
<p>O site do livro eh http://www.oeiikgroei.nl/,</p>
<p>Autores: Hetty van de Rijt en Frans Plooij.</p>
<p>A discussao sobre esse assunto no orkut pode ser lida no topico: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1122463&#038;tid=13835810&#038;start=1</p>
<p>Agradecimentos especiais a Catarina Dutilh Novaes pela contribuicao! :)</p>
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		<title>Sobre o choro dos bebês</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 17:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde dos Bebês]]></category>
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		<description><![CDATA[Dr Sears Acredite no valor da linguagem do choro do seu bebê. O choro de um bebê é um sinal programado para a sua sobrevivência e para o desenvolvimento dos pais. Responder sensivelmente ao choro do seu bebê cria confiança. Bebês confiam nas pessoas que cuidam deles para satisfazerem suas necessidades. Pais gradualmente aprendem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dr Sears</p>
<p>Acredite no valor da linguagem do choro do seu bebê. O choro de um bebê é um <img src="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2009/08/2788749627_2333160865-300x225.jpg" alt="2788749627_2333160865" title="2788749627_2333160865" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-241" />sinal programado para a sua sobrevivência e para o desenvolvimento dos pais. Responder sensivelmente ao choro do seu bebê cria confiança.<br />
<span id="more-238"></span></p>
<p>Bebês confiam nas pessoas que cuidam deles para satisfazerem suas necessidades. Pais gradualmente aprendem a confiar na sua habilidade de satisfazer as necessidades do seu bebê. Isso eleva a comunicação entre pais-filhos a um nível mais alto. <strong>Bebezinhos choram para comunicar, não para manipular.</strong></p>
<p><strong>7 Fatos sobre o choro dos bebês</strong><br />
1. O choro de um bebê é um sinal perfeito. Cientistas já há muito concluíram que o som do choro de um bebê tem todas as três características de um sinal perfeito.</p>
<p>* Primeiro, um sinal perfeito é automático. Um recém-nascido chora por reflexo. Ele tem uma necessidade, que desencadeia uma inspiração súbita de ar seguida por uma expiração forçada de ar através das cordas vocais, que vibram para produzir o som que chamamos de choro. Nos primeiros meses, o bebezinho não pensa &#8220;que tipo de choro vai me possibilitar ser alimentado ?&#8221; Ele só chora automaticamente. O choro é facilmente criado. Uma vez que os pulmões estão cheios de ar, o bebê pode iniciar o choro com muito pouco esforço.</p>
<p>* Segundo, o choro é apropriadamente perturbador: alto o suficiente para atrair a atenção de quem está cuidando do bebê e fazê-lo tentar parar o choro, mas não tão perturbador que leve o ouvinte a tentar evitar o som completamente.</p>
<p>* Terceiro, o choro pode ser modificado quando ambos mensageiro e ouvinte aprendem formas de fazer o sinal mais preciso. Cada bebê é único. O choro de um bebê é uma linguagem e cada bebê chora de uma forma diferente. Pesquisadores da voz chamam tais sons de impressões do choro, que são tão individuais para cada bebê quanto impressões digitais. </p>
<p><strong>Ignorar ou respoder ao choro ?</strong><br />
2. Responder ao choro do bebê é biologicamente correto. Uma mãe é biologicamente programada para dar uma resposta reconfortante para o choro do seu recém-nascido e não para conter-se. Mudanças biológicas fascinantes acontecem no corpo da mãe em resposta ao choro do seu bebê. Depois de ouvir o choro, aumenta o fluxo sangüíneo nos seios da mãe, acompanhado de uma urgência biológica para &#8220;pegar e amamentar&#8221;. O ato de amamentar por si só causa um aumento na prolactina, um hormônio que se acredita forme a base biológica do termo &#8220;intuição materna&#8221;. Ocitocina, o hormônio que leva à descida do leite, traz sensações de relaxamento e prazer; uma sensação prazerosa após a tensão proporcionada pelo choro do bebê. Esses sentimentos ajudam a mãe a amar seu bebê. Mães, dêem atenção às dicas biológicas quando seu bebê chora ao invés de ouvir os conselhos das pessoas que recomendam ignorar o choro. Esses acontecimentos biológicos explicam porque é fácil para outros dizerem tal coisa. Eles não estão biologicamente conectados ao seu bebê. Nada acontece com os hormônios deles quando seu bebê chora. </p>
<p>3- Uma vez que você compreende o valor especial do sinal de choro do seu bebê, o importante é saber o que fazer quando acontece. Você tem duas opções básicas: ignorar ou responder. Ignorar o choro do seu bebê é geralmente uma situação em que há perdas dos dois lados. Um bebê mais passivo desiste e pára de dar o sinal, torna-se arredio, eventualmente percebe que chorar não vale a pena e conclui que ele mesmo não vale a pena. O bebê perde a motivação para comunicar-se com seus pais, os pais perdem a oportunidade de conhecerem seu bebê. Todos perdem. Um bebê com personalidade persistente não desiste tão facilmente. Ao invés disso, ele chora mais alto e continua aumentando o sinal, fazendo-o mais e mais desconcertante. Você poderia ignorar esse sinal persistente de várias maneiras. Você poderia esperar até que ele pare de chorar e depois pegá-lo no colo, assim ele não pensa que foi o choro que conseguiu sua atenção. Isso na verdade é uma guerra de poder: você ensina o bebê que você está em controle da situação, mas também ensina que ele não tem poder de comunicação. Isso fecha o canal de comunicação mãe-filho (ou pai-filho) e, a longo prazo, todos saem perdendo.</p>
<p>Você poderia se dessensibilizar tão completamente a ponto de o choro não incomodar mais; assim você pode ensinar seu bebê que ele só é atendido quando é a hora certa. Essa também é uma situação em que todos saem perdendo: o bebê não consegue o que precisa e os pais permanecem travados, sem poderem apreciar a personalidade única do seu bebê. Ou, você poderia pegar o bebê para acalmá-lo e colocá-lo de volta no berço porque &#8220;não é hora de alimentá-lo ainda&#8221;. Ele tem que aprender, afinal de contas, a ser feliz &#8220;por si só&#8221;. Todos saem perdendo novamente; ele começa a chorar e você fica nervosa(o). Ele vai aprender que suas técnicas de comunicação, embora ouvidas, não são atendidas, o que pode levá-lo a desconfiar de suas próprias percepções: &#8220;talvez eles estejam certos. Talvez eu não esteja com fome&#8221;. </p>
<p><strong>Resposta apropriada</strong><br />
4. Sua outra opção é dar uma resposta imediata e carinhosa. Esta é a situação em que ambos os lados saem ganhando e desenvolvem um sistema de comunicação que funciona para os dois. A mãe responde de forma rápida e sensível, então o bebê sente-se menos desesperado na próxima vez em que precisa de alguma coisa. Ele aprende a &#8220;chorar melhor&#8221;, de uma forma menos perturbadora porque sabe que sua mãe virá. A mãe organiza seu ambiente de forma que haverá menos necessidade para o bebê chorar; ela o mantém perto dela, assim sabe se ele está cansado e pronto para dormir. A mãe também desenvolve sua sensibilidade para interpretar o choro e dá a solução correta. Uma resposta rápida quando seu bebê é novinho e chora facilmente ou quando o choro deixa claro que ele está em situação de perigo real; uma resposta lenta quando seu bebê é mais velho e começa a aprender como resolver seus próprios incômodos sozinho.</p>
<p>Responder apropriadamente quando seu bebê chora é o primeiro e mais difícil desafio de comunicação que você enfrentará como mãe. Você vai tornar-se especialista no assunto somente após ensaiar milhares de respostas ao choro nos primeiros meses. Se você desde início encarar o choro do bebê como um sinal a ser respondido e analisá-lo ao invés de pensar que é um mau hábito e deve ser eliminado, você estará abrindo-se para tornar-se uma especialista nos sinais do seu bebê, o primeiro passo para ser uma especialista sobre tudo o que diz respeito a seu bebê. Cada sistema de sinalização mãe-bebê é único. É por isso que é tão limitada a visão dos &#8220;treinadores de choro&#8221;, que prescrevem fórmulas para responder ao choro, como &#8220;deixe-o chorar por cinco minutos na primeira noite, dez minutos na segunda&#8221; e assim por diante. </p>
<p>A culpa não é sua !<br />
Não é por sua culpa que o bebê chora. Nem é sua responsabilidade fazê-lo parar de chorar. Claro, você permanece aberta a novas dicas para ajudar o seu bebê (como uma mudança na sua dieta ou carregá-lo junto ao seu corpo) e envolve o pediatra se você suspeita de uma causa física por trás do choro. Haverá vezes em que você não saberá o porquê de o bebê estar chorando &#8211; e você vai se perguntar se o próprio bebê saber porque chora. Algumas vezes o bebê simplesmente precisa chorar e você não precisa se desesperar para fazê-lo parar depois de ter tentado o que geralmente funciona.</p>
<p>É um fato da vida de uma nova mãe ou novo pai que, embora o bebê chore para expressar uma necessidade, o estilo que ele usa para fazê-lo resulta do seu próprio temperamento. Não leve o choro do bebê para o lado pessoal. Sua função é criar um ambiente de apoio para diminuir a necessidade que seu bebê tem de chorar, oferecer um par de braços carinhosos e relaxados para que o bebê não chore sozinho e fazer um trabalho de detetive para descobrir o porquê do choro e como você pode ajudar o bebê. O resto é com o bebê. </p>
<p><strong>O que dizem os estudos</strong><br />
6. O que estudos sobre o choro dizem. As pesquisadoras Sylvia Bell e Mary Ainsworth fizeram pesquisas nos anos 70 que deveriam ter eliminado a teoria de mimar a criança para sempre. (É interessante notar que até hoje os autores que escrevem sobre desenvolvimento infantil e recomendam deixar o bebê chorar são quase sempre do sexo masculino). Essas pesquisadoras estudaram dois grupos de pares mães-bebês. O grupo 1 de mães dava uma resposta imediata ao choro do seus bebês. O grupo 2 era mais contido na sua resposta. Elas concluíram que as crianças do grupo 1, cujas mães haviam dado uma resposta mais carinhosa e rápida nos primeiros meses de vida tinham menos probabilidade de usar o choro como forma de comunicação em torno de 1 ano de idade. Essas crianças aparentavam maior ligação com as mães e tinham desenvolvido melhor comunicação, tornando-se menos manhosas e manipuladoras. Até então pais eram levados a acreditar que, se eles pegassem o bebê a cada choro, a criança nunca iria aprender a consolar-se sozinha, tornando-se mais exigente. O estudo de Bell e Ainsworth mostrou o oposto.</p>
<p>Num outro estudo comparando dois grupos de bebês, um grupo recebeu atendimento imediato e carinhoso e o outro foi deixado chorando. Os bebês cujos choros foram atendidos choravam setenta por cento menos. Os bebês do outro grupo, no entanto, não diminuíram seu choro. Em essência, pesquisas têm mostrado que bebês cujo choro foi atendido aprendem a &#8220;chorar melhor&#8221;; aqueles que são produto de uma criação mais rígida aprenderam a &#8220;chorar mais forte&#8221;. É interessante que os estudos revelaram não só diferenças da forma como bebês comunicam-se com os pais com base na resposta obtida através do choro, mas também diferenças nas mães. Estudos mostraram que mães que preferem uma resposta mais contida gradualmente se tornaram mais insensíveis aos choros do seu bebê, e tal insensibilidade ultrapassou para outros aspectos da relação mãe-filho. Segundo pesquisas, deixar o bebê chorando é prejudicial à família toda. </p>
<p><strong>Chorar não faz bem para os pulmões</strong><br />
7. &#8220;Chorar é bom para os pulmões do bebê&#8221;. Esta é uma das frases mais ridículas do folclore médico. Nos anos 70, pesquisas mostraram que bebês que foram deixados chorando sozinhos tiveram batimentos cardíacos muito elevados e níveis de oxigênio diminuídos no sangue. Quando tais bebês eram acalmados, seu sistema cárdio-vascular rapidamente retornava ao normal, mostrando quão rapidamente os bebês reconhecem seu bem-estar num nível fisiológico. Quando o choro não é acalmado, o bebê permanece em desconforto psicológico e fisiológico.</p>
<p>A crença errônea de que o choro é saudável sobrevive ainda hoje nas escalas de Apgar, um tipo de teste que os médicos utilizam para assessar rapidamente a condição de um recém-nascido nos primeiros minutos de vida. Os bebês recebem pontos extras por &#8220;chorar muito forte&#8221;. Um bebê em estado de alerta silencioso, respirando normalmente e com coloração normal perde pontos na escala Apgar em relação a outro que nasce chorando. Um dos mais intrigantes de todos os sons humanos &#8211; o choro de um bebê &#8211; ainda é muito incompreendido. </p>
<p><strong>Conclusão</strong><img src="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2009/08/1744640779_62737e4ef3-300x199.jpg" alt="1744640779_62737e4ef3" title="1744640779_62737e4ef3" width="300" height="199" class="alignleft size-medium wp-image-239" /><br />
O choro não é somente um som; é um sinal &#8211; desenvolvido para a sobrevivência do bebê e o desenvolvimento dos pais. Nos primeiros meses de vida, bebês não conseguem verbalizar suas necessidades. Para preencher este espaço até que a criança seja capaz de falar &#8220;a nossa língua&#8221;, bebês têm esta linguagem única chamada &#8220;choro&#8221;. O bebê tem uma necessidade, como fome ou desejo de ser acalentado e isso desencadeia um som a que chamamos choro. O bebê não fica ponderando &#8220;são três da manhã e eu acho que vou acordar a mamãe para um lanchinho.&#8221; Não ! Isso é a nossa interpretação do choro. Além disso, bebês não têm a acuidade mental para entender o porquê de sua mãe responder ao seu choro às três da tarde, mas não às três da manhã. O recém-nascido que chora diz: &#8220;Eu preciso de alguma coisa; algo não está aqui. Por favor, resolva meu problema&#8221;. </p>
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