Tudo sobre sling

Palestra no Hospital Santo Amaro – Guarujá (SP)

No dia 25 de março de 2011, fui convidada novamente para falar sobre os benefícios do sling pela Dra Mildred da Neoclínica, dentro do Curso de Gestantes. O curso aconteceu no hospital Santo Amaro, gratuitamente.

A oportunidade de falar sobre os slings, os benefícios do colo, desmistificando as questões de que “colo estraga”, “faz mal” e “causa dependência” é maravilhosa! Se pelo menos uma mamãe (ou papai) das mais de 50 pessoas presentes no curso ofertarem seu colo, toque e carinho para seu bebê com certeza minha missão está cumprida.

Durante a palestra, além de apresentar o conceito de babysling, faço questão de fazer uma viagem até os primórdios, demonstrando que o sling é mais do que um carregador de bebês e sim, um utensílio indispensável para muitas e muitas gerações que precisavam se locomover com suas crias e para isto usavam fibras de árvores e pele de animal para “slingar” seus bebês e de certa forma, devemos a ele a sobrevivência da nossa espécie. Afinal, existiríamos se nossos antepassados não nos carregassem juntos de si quando filhotes?
Apresento para as mães, pais e avós, o pediatra Dr. Carlos Gonzalez e alguns dos seus pensamentos sobre a relação do toque, carinho e atenção aos filhos. Para depois falar sobre todos os modelos, demonstrar o uso e particulariedades.

É um prazer falar sobre os slings e incentivar que as mamães encontrem seu modelo preferido e usem com seus bebês.

O Curso de Gestantes da Neoclínica é oferecido gratuitamente e fala sobre assuntos importantes que vão desde a fecundação, gestação, nascimento, amamentação, o banho do bebê, cuidados básicos, enxoval, acessórios e vacinação.

(Se eu tivesse feito um curso desse tipo, com certeza não teria passado por alguns sufocos nos primeiros meses!)

No mesmo dia, a Denise do Studio Biografia ofereceu as mães um pôster para guardarem de recordação da gravidez, a Sheila Santana, fisioterapeuta e parceira querida do Grupo Mamar, apresentou a Shantala para as mamães e o curso teve continuidade no dia 01 de abril com mais Shantala, palestra com obstetra e com a psicóloga Flávia Gutierrez.

Seguem fotos na galeria abaixo, clique para ampliar.

Aproveito para agradecer o convite da Dra Mildred e as mães e pais que participaram da palestra e tiraram suas dúvidas!

Muita saúde para os bebês que estão chegando!

abril de 2011.

Bruna

, , , , , , , ,

2 Comentários

Parceria Atelier ABOUT – Slings

Em março de 2011, fechamos parceria com o Atelier ABOUT que entre tantas coisas lindas, produz sling de argolas com um capricho e qualidade superior. Como eu sei disso?

3 meses

com 6 dias de vida, mamãe ainda insegura!

O sling que a Içara usou com 6 dias de nascida para as primeiras vacinas é de lá! Ganhei de presente e usei (e uso) muito!

Por coincidência do destino, a Vanessa, responsável pelo Atelier é minha conhecida de longa data e sempre que nos encontrávamos a recíproca era a mesma: “Tenho indicado seu sling para as mães que conheço!”, inclusive é o sling de argolas do ABOUT que levo nos grupos de mães e nas palestras para falar sobre qualidade e segurança.

Produzido com argolas importadas e tecidos lindos e de qualidade , além de costuras reforçadas e com acabamento impecável, cada peça é realmente uma obra de arte, embalado em uma linda necessáire que pode ser utilizada para guardar fraldas descartáveis e de pano, e o que a sua imaginação (e necessidade) precisar.

Como disse à Vanessa, após fecharmos a parceria (e deixo registrado aqui), estou encantada com seu espaço, seu talento e capricho e muito feliz por oferecer as já clientes e futuras o melhor sling de argolas que tive a oportunidade de usar!

Obrigada pela confiança e vamos trilhando juntas!

Quer conhecer todas as estampas lindas e mais detalhes? Clique AQUI!

, , , , , , ,

Nenhum comentário.

Palestras Gratuitas: Feira do Bebê, Gestante e Criança em Santos – SP

De 23 a 27 de fevereiro de 2011, acontece em Santos (SP) mais uma Feira da Gestante, Bebê e Criança.
Nesta edição, além das mamães & papais encontrarem tudo para enxoval do bebê, roupinhas, acessórios, para todos os gostos e mil cores, a Clínica Mar Saúde, terá um Espaço para Palestras. Gestantes, casais “grávidos” e mamães recentes poderão saber mais sobre Shantala, Yoga Pré-Natal, Dores nas Costas, Sling e Doula e nos dias 26 e 27 um curso bacanérrimo para Gestantes (porque toda informação é sempre bem-vinda, né?).

Dia 24/02 às 19h30′ (QUINTA-FEIRA), estarei lá, convidada pela Adriana, da Namaskar Yoga, para compartilhar minha experiência com slings, tirar dúvidas e falar um pouco sobre esse acessório tão simples e que aproxima pais & bebês (há séculos!) numa deliciosa extero-gestação.

Se você ainda não tem sling, poderá adquirir lá mesmo o Kika de Pano, se você tem e não consegue usar o seu (seja ele wrap ou não) leve consigo, para tirar suas dúvidas e já sair de lá slingando!

Para participar, basta enviar sua inscrição para marsaude@marsaude.com.br

Nos vemos lá!

——————————————————————————

Dia 24, a palestra foi muito especial! Muitas mães interessadas no sling e todo mundo que passou por ali parou uns instantes para matar a curiosidade. Infelizmente, a máquina fotográfica quebrou e não consegui salvar nenhuma foto!
Mas, para alegria geral, fomos novamente no dia 26, para o curso de gestante e seguem fotos para registrar o momento!

Obrigada a todos da Clínica MarSaúde, a Adriana da NamasKar Yoga e a todas as mamães e papais que participaram do evento! E também ao maridão e a filhota que estão sempre juntos nesta aventura!

Bruna
março/2011

, , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Nenhum comentário.

Babysling: opção para carregar bebês

As dores nas costas são uma reclamação frequente entre as mães. No período de dois anos desde a gravidez até o bebê andar, muitas mulheres sofrem com dores na coluna. As transformações do corpo para abrir espaço para o desenvolvimento do feto no útero durante a gestação incluem a movimentação dos ossos da coluna. Após o parto, ainda com os ossos voltando a seus lugares, a mãe entra na maratona de carregar o bebê.

Para diminuir o peso que sobrecarrega a coluna, diferentes povos buscam soluções. Há milhares de anos, africanas, indianas, japonesas, chinesas e índias nativas da América do Norte prendem os bebês de diversas maneiras a seus corpos para transportá-los ou para mantê-los próximos durante a execução de trabalhos domésticos ou da lida na lavoura.
Outras soluções foram criadas para mamães – e mesmo papais –, mas muitas vezes inadequadas. Em recente viagem que fiz aos Estados Unidos, notei que existe uma forte tendência ao uso de babysling, uma faixa de tecido de cerca de dois metros de comprimento por um de largura, que se ajusta ao corpo do adulto. O acessório é unanimidade quando se fala em praticidade: além de deixar as mãos das mamães sempre livres, mantém os bebês pequenos confortavelmente deitados.

Veja as principais vantagens do babysling:

1) A proximidade permite que os bebês escutem os batimentos cardíacos da mãe, como se ainda estivessem no aconchego do útero. É um colinho e tanto!

2) O peso fica melhor distribuído, o que implica em menor esforço de parte da mulher para carregar a criança. Isso é possível porque o acessório tem pontos de apoio nos ombros e costas.

3) Os babyslings oferecem segurança. Além dos presos por argolas, há os fechados com velcro. De toda maneira, os pais precisam verificar o estado da costura e do tecido.

4) Entre os cuidados a tomar, é necessário observar sempre para que o pano não cubra o rosto do bebê. Não é aconselhável colocar objetos dentro. Tomar cuidado quando transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para frente.

5) Vale lembrar que o babysling não é adequado para andar de bicicleta. No carro, o correto é levar a criança na cadeirinha presa ao banco.

6) Como orientação geral, convém evitar o uso do babysling por longos períodos. Fazer alguns alongamentos antes e depois de pegar o bebê ajuda a diminuir o cansaço. Além disso, sempre é bom tomar cuidado na hora de levantar ou colocar a criança no berço. Os joelhos flexionados ajudam a diminuir o impacto do peso sobre a coluna.

Na história recente, os ocidentais adaptaram as tais tipóias para carregar seus filhos. No Brasil dos anos 1960, estava na moda o canguru, que gerou polêmica porque muitos achavam que prejudicava o quadril, pois o bebê ficava de pernas abertas, como nos modelos mochila e dos antigos chineses. O babysling de agora tem mais a ver com o tipo usado pelos índios norte-americanos, chamado papoose, que deixa o bebê embrulhado como se fosse um “charutinho”. Ele leva vantagem em relação a estes outros modelos também porque as pernas do bebê se mantêm unidas, não alterando o desenvolvimento do quadril. O deslocamento do quadril pode ocorrer com o uso contínuo de carregadores de bebê que deixam as pernas abertas, como o do tipo cadeirinha. O babysling não aumenta a curvatura da coluna vertebral do bebê e não acarreta vícios de posição.

Pediatras e psicólogos ressaltam o benefício de se manter o bebê próximo ao corpo da mãe, dizendo que as crianças criadas assim choram menos. Eles atribuem ao “carregador de bebês” outras vantagens, como o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a criação de bebês mais relaxados. Alguém pode falar que o babsling deixa a criança muito dependente. Eu não penso assim. Acho que os filhos precisam mesmo do contato com a mãe.

Dr. Ravaglia – médico ordopedista

Fonte: Instituto Ortopedia e Saúde

, , , , , , , ,

Nenhum comentário.

Bebês nas costas – A arte africana de carregar bebês, por Fernanda A. Pinto

“É comum ao meu dia-a-dia na África do Sul ver tantas mulheres carregarem seus filhos nas costas. Uma das primeiras memórias que tenho, desde que cheguei aqui há quatro anos, é de uma mulher no aeroporto, com o corpo inclinado pra frente, enrolando um bebêzinho de uns três meses nas costas com um cobertor. Eu observei, espantada, essa mulher apertar o cobertor em nós em frente ao peito e atar o bebê ao seu corpo com uma destreza impressionante. Tendo concluído o processo, e com as mãos livres, ela agarrou duas maletas e saiu com pressa pro saguão de embarque, balançando aquele pacotinho nenê nas costas.

Eu viria essa cena uma centena de vezes por aqui. Eu não obviamente não desconfiava que viria a casar aqui e ter meu filho anos depois, e que essas cenas influenciariam minha maneira de pensar meu corpo, o do meu filho, e nas relações entre eles. Eu continuo observando o carregar nas costas com um certo espanto; não por ser uma curiosidade ‘exótica’, mas uma tradição das populações nativas africanas; eu continuo a questionar não só minhas noções de maternidade/paternidade, mas também – e sobretudo – de infância. Os bebês-nas-costas participam ativamente da vida social: eles são visíveis como parte essencial do próprio corpo da mãe, eles estão no supermercado, nas ruas, nos shoppings, estão na igreja, vão pra cozinha, andam no sol e às vezes pegam chuva. Os bebês-nas-costas são bebês que sentem cheiros, que ouvem o coração da mãe bater e o sentem quase como se fossem o seu. Os bebês-nas-costas observam – e eu sempre os pego observando – o mundo de um ponto de vista privilegiado, eles avaliam a paisagem na segurança daquele pequeno embrulho, e as mães continuam fazendo suas coisas com eles sentadinhos ali.

Esses bebês me impressionam porque eu os vejo confidentes e tranquilos, eu nunca os vejo chorando, batendo braços ou fazendo chilique pra mãe comprar Toddyinho. E ainda assim eles têm tanta vida! Eles compõe o corpo da mãe, a materialidade do ‘corpo de mãe’ que eu viria a encaranar. Eu passei a ver o meu corpo como uma memória corporal do meu filho, um lugar de referência social que é mais que mero aparato biológico, que é uma espécie de moradia, uma casa, lugar morno e acolhedor de onde aprendemos a olhar o mundo e nossas experiências nele. Pensar o lugar do corpo da mãe/bebê é pensar o corpo da mulher e da criança na vida social, essa corporeidade da criança muitas vezes relegadas aos Barneys e Backyardigans, e privada de toques, de respiração, de cheiros que compõe nossa memória afetiva e sensorial.

Na África do Sul, como em tantos “terceiros mundos”, as noções de ‘primitivo’, de ‘selvagem’, de ‘tradicional’ em oposição ao ‘civilizado’, ao ‘moderno’, encontra inúmeros problemas. Eu acredito que a proximidade física, o contato constante entre corpo da mãe (e do pai!) e do bebê, permite a criação de uma intimidade quase ontológica, de um reconhecimento dos limites do corpo, de um compartilhar de experiências sensorias na vida social que o carrinho, e sua suposta “praticidade”, ignoram. Se os bebês-nas-costas (ou do lado, ou na frente) serão adultos mais fortes, belos e inteligentes, isso já é outra história, e certamente impossível argumentar. Não estou empenhada em defender fórmulas de como criar bebês ou do que é ser mãe/pai. O que me interessa mesmo é me dar esse prazer, essa comunicação, esse entendimento que parece tornar sagrado o aqui e agora, essa forma especial de estar tão próximo a alguém, tão presente. E essa intimidade, essa beleza que a África do Sul tornou banal e corriqueira, é uma de suas características mais inspiradoras.”

Fernanda Pinto de Almeida é mestranda em Psicologia na África do Sul e interessada nas relações de raça/gênero em saúde mental e políticas públicas. Tem orgulho de ser mãe do Benjamin, usuária de sling, mas apesar de todo esforço e dedicação ainda não dominou a arte africana de carregar bebês e cedeu este depoimento a nosso pedido para a entrevista da Beach&Co de maio de 2010.

, , , , ,

Nenhum comentário.

Wrap no Parlamento Europeu

A foto acima começou a circular esta tarde nos sites dos principais jornais franceses. Ela retrata a deputada italiana Licia Ronzulli durante a sessão plenária de hoje do Parlamento Europeu, em Strasbourg. Ela foi aplaudida pelos seus colegas ao aparecer com seu bebê de apenas um mês, momentos antes de reivindicar melhoria dos direitos trabalhistas para as mulheres. A foto é de Vincent Kessler para a agência Reuters.

FONTE: Viver Paris de 22 de setembro de 2010

Porque lugar de bebê é no colo! Pertinho da mãe!

, , ,

Nenhum comentário.

Convite para uma “Blogada”

Sempre que uma famosa é clicada com um sling, as portas se abrem para quem faz dele sua profissão.
A última mamãe foi Adriane Galisteu combinando um market sling com seu lindo vestido de noiva.

E pela porta aberta (e muito bem-vinda), Michele Parente entrou e me convidou para escrever um texto sobre sling. Nem preciso falar que aceitei na hora, né? Gosto muito, muito desse assunto e é muito bom quando conseguimos um novo espaço para promover o uso dos carregadores de pano.

Então, é só correr lá no Blog Bebês na Moda, além de acompanhar as quatro postagens sobre: Breve história do sling e seus benefícios, Os modelos de sling, Mamães e Papais Famosos e Slingueiros e o último, para encerrar, será sobre o Kika de Pano você ainda fica sabendo tudo que há de mais lindo e fashion para o seu baby!

Corre lá e depois comenta aqui (e lá também, né?)

Beijocas para Michele e obrigada pelo carinho e confiança.

Bebês na moda

01 de dezembro de 2010.

, , , ,

Nenhum comentário.

Shrek Slingando!

Quem me conhece de perto, sabe que sou contra incentivar o consumo nas crianças. Roupas, lancheiras, mochilas com desenho animado infantil acho de péssimo gosto. Acredito mesmo que brindes que induzam o consumo de tranqueiras deveriam ser proibidos. Não gosto nem de festas temáticas… (sim, sou chata.. rsrs)

Mas.. mordi a língua.

Quarta-feira passada, fomos no McDonald’s com a vovó Rô. E ela deu para a Içara um Mc Lanche Feliz. Veio a Fiona, toda cheia de marra (que é uma graça!). Aí, na saída estava olhando a vitrine com as opções de brindes quando me deparo com: O SHREK SLINGANDO!

Ah! A criança consumista que há em mim, guardou na memória e hoje fomos ao shopping e comprei o meu (ops..) o Shrek slingueiro para a Içara! rsrs..

Se por um lado estimula o consumismo.. por outro estimula as crianças a verem bebês sendo carregados carinhosamente em sling! E é assim que a cultura, de certa forma, se transforma. Dos males, o menor! ;)

Taí a coisinha linda!

5 de julho de 2010.

, , , , ,

Nenhum comentário.

Como NÃO fazer um sling

Sempre vou ao site do Sling Seguro para saber as novidades. E hoje, fiquei chocada!

A Revista Lucre com Arte fez um tutorial de como fazer um sling. Porém, COMPLETAMENTE EQUIVOCADO!! E perigoso para o bebê!

Pesquisei um pouco mais e encontrei (como sempre) um texto bem explicadinho sobre a matéria no site do Casulinho, da Mariana Mesquita:

“Para fabricar seu próprio sling, “basta”, segundo a matéria, comprar 20cm de dois tecidos estampados em textoleen de tom lilás, 2,50m de tecido textoleen liso na cor verde-água, e duas argolas de acrílico transparente com 10cm de diâmetro. O metro desse tecido sugerido, com altíssima concentração de poliéster e pouca resistência e qualidade, sai por volta de R$ 3. Argolas de acrílico (ai, que vontade de chorar) saem por cerca R$ 1,50 o par. Depois, é só cobrar (vejam lá embaixo da fotinha) R$ 85 pelo resultado. E rezar MUITO pra quando essa desgraça partir, a criança não cair de cabeça no chão.

As próprias fotos que ilustram a matéria mostram a pouca familiaridade que a “especialista” em slings que produziu a peça tem com o assunto. Eu daria gargalhadas de ver a forma esdrúxula com que montou o sling (com as argolas pra baixo e tecido enganchado no pé do pobre bebê), se o assunto não fosse tão sério.

Pra gente, que pesquisa tanto e faz questão de investir em material seguro e caro, dá uma tristeza imensa encontrar esse tipo de sling tabajara em cada esquina (às vezes em lojas chiquérrimas, por preços muitas vezes superiores aos nossos).”


Realmente, é de chorar!

Fica aqui o alerta para as mamães: pesquisem MUITO antes de comprar um sling! A vida do seu bebê está em jogo!

Aqui no Blog, do lado direito, você encontra a tag SLING e lê sobre argolas, tecidos e costuras.

Para reclamar diretamente à revista : redacao@editoraonline.com.br

Abraços,

Bruna – 18/06/10

, , , ,

2 Comentários

Quadrinhos sobre sling!

Este quadrinho é ótimo!

Mostra bem os comentário que (quase) todas as mães escutam quando carregam seus bebês junto de si!

Ou cometem “erros terríveis”, como eu cometi:
- não deixar chorar
- cama compartilhada
- terapia do colo (muito colo)
- amamentação em livre demanda

Para começar a semana de bom humor!

, , , ,

1 Comentário