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	<title>Sling - Kika de Pano &#187; bebê</title>
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<title>Sling - Kika de Pano</title>
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		<title>Febre: Amiga ou Inimiga?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 18:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dê-me febre, e posso curar todas as doenças” – Hipócrates Texto de Colleen Huber, www.naturopathyworks.com (Tradução: Pat Feldman) Muitos pais consideram a febre por si só perigosa. Alguns pais têm tanto medo, que só da temperatura do seu filho aumentar para 37 graus, eles dão a ele uma substância tóxica ao fígado, como acetaminofeno ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dê-me febre, e posso curar todas as doenças” – Hipócrates<br />
</strong><br />
Texto de Colleen Huber, www.naturopathyworks.com</p>
<p>(Tradução: Pat Feldman)</p>
<p>Muitos pais consideram a febre por si só perigosa. Alguns pais têm tanto medo, que só da temperatura do seu filho aumentar para 37 graus, eles dão a ele uma substância tóxica ao fígado, como acetaminofeno ou iboprufeno. Pior ainda são alguns pais que dão aspirina aos seus filhos a qualquer sinal de febre, que os expõe a um risco perigoso de desenvolver a doença de Reye, que exige tratamento para o resto da vida (Nota minha: não conheço esta doença, mas vou buscar algum link sobre o assunto).</p>
<p><strong>Como a febre tornou-se uma condição tão perigosa aos nossos olhos, a ponto de colocarmos em risco o bem estar das nossas crianças só para baixá-la?<br />
</strong><br />
<strong>Vamos primeiro considerar as funções da febre e como ela funciona. As duas funções da febre são:<br />
</strong><br />
Estimular o sistema imunológico.<br />
 Criar um meio “desagradável” para organismos invasores. Isso significa tornar a temperatura alta o suficiente para que os micróbios invasores não sobrevivam.<br />
Tipicamente, quando qualquer tipo de micróbio invade o corpo, ele é comido vivo pela primeira linha de defesa: macrófagos (os “grandes comedores”). Os macrófagos então recrutam outras células do sistema imunológico e fazem a interleucina um(IL-1). IL-1 é um dos muitos pirógenos endógenos, o que significa que é uma parte do corpo que dá o sinal para que a temperatura seja aumentada.</p>
<p><strong>Como a febre é feita<br />
</strong><br />
IL-1, junto com outros pirógenos e proteínas é lançado na corrente sanguínea e segue para o hipotálamo no cérebro.</p>
<p>O hipotálamo age como um perfeccionista quando diz que a temperatura corporal deve ser exatamente 36,5 graus. Ele também nos diz que nossos hormônios devem ser mantidos em quantidades fixas na nossa corrente sanguínea. Então quando o hipotálamo recebe o sinal da IL-1, ele fica sabendo que a temperatura corporal normal não é mais suficiente para manter o bom andamento do organismo.</p>
<p>Agora nós temos a mais incomum circunstância de vários patógenos invasores, e em momentos extraordinários como este, a temperatura deve se elevar em alguns graus se queremos nos ver livres do mal e manter nosso organismo saudável. Então o hipotálamo produz outra substância química, o PGE-2. O PGE-2 então aumenta a temperatura do corpo até, vamos dizer, 38 graus ou qualquer outra temperatura determinada pelo hipotálamo, suficiente para proteger o corpo do invasor.</p>
<p><strong>Então como o corpo realmente aumenta a temperatura, uma vez que o hipotálamo determinou que isso se faz necessário?<br />
</strong><br />
Se ainda estamos saudáveis e dispostos o suficiente para deixar as coisas chegarem neste ponto, então nossos mecanismos geradores de calor incluem o seguinte:</p>
<p>- Tremor<br />
- O hormônio TRH<br />
- Vasoconstrição</p>
<p>Outro mecanismo que toma parte é a “piloereção” (arrepios), que está associado à supressão do suor. Suor é um mecanismo de resfriamento do corpo, então agora que temos calor sendo gerado, não querermos perdê-lo (o calor). Isto resulta numa fantástica sinergia de mecanismos de auto-cura em nosso organismo – uma verdadeira sinfonia de respostas coordenadas respondem à febre.</p>
<p><strong>Os benefícios da febre </strong></p>
<p>Mais antocorpos – células treinadas para atacar especificamente o tipo exato de invasor que está atrapalhando nosso corpo – a febre aumenta mais a produção dos anticorpos do que qualquer remédio químico.<br />
Mais glóbulos brancos (os “bons moços”) são produzidos, circulando, mobilizando e armando para lutar e expulsar os invasores.<br />
Mais “interferon” é produzido (outro “bom moço” do sistema imunológico, que bloqueia os vírus de se espalharem pelas células saudáveis).<br />
Aumenta a temperatura corporal, o que efetivamente mata micróbios. (A maioria dos vírus e bactérias efetivamente crescem melhor abaixo da temperatura corporal, é por isso que eles gostam dos nossos narizes gelados no inverno). Papais e mamães, não são seus filhos que estão pedindo um anti-térmico para baixar a febre, são os germes!</p>
<p><strong>Tratando a febre de uma forma natural </strong></p>
<p>O tratamento natural é para manter a febre, a não ser que ela suba muito ou muito rápido. Uma febre de 38,7 C a 39,5 C é considerada uma defesa excelente contra micróbios. Temperaturas como esta também curam o corpo de forma mais efetiva. Manter a febre significa trabalhar pela cura. Por exemplo, um efeito da febre é reduzir o movimento peristáltico, que é o movimento da comida no intestino.</p>
<p>Para manter a febre os médicos naturalistas recomendam consumir alimentos como caldos e água até a febre cessar. A febre também é melhor suportada com descanso. Mesmo quando a criança aparenta sono, o seu organismo está trabalhando a todo vapor, para executar todas as funções descritas acima.</p>
<p>Exercícios e outros tipos de atividades distraem a energia do corpo para este processo de vital importância do sistema imunológico. Os naturopatas olham para a doença enquanto o corpo tenta se curar. Além do mais, é melhor ajudar as defesas do organismo, e não suprimi-las com exercícios ou trabalhos nessas horas.</p>
<p>Os naturopatas comparam o medo dos sintomas de febre com aquele medo que você sente quando vê uma luz diferente acesa no painel do seu carro. A luz diz que tem algo errado, mas apagá-la simplesmente não resolve o problema que a fez acender. Baixar a febre é como apagar a luz do painel sem consertar o problema que a fez acender. O certo é consertar o problema, desta forma a luz automaticamente se apaga. Os pais deveriam se perguntar como eles podem enxergar os sintomas de seus filhos de forma lógica e racional como eles enxergam o problema com a luz do carro: será que nós realmente queremos suprimir os sinais de alerta do nosso organismo?</p>
<p>No caso da febre, o sinal de alerta é muito mais uma ajuda para se defender da doença do que a fonte de doença propriamente dita.</p>
<p><strong>Quando é hora de procurar ajuda de um médico?<br />
</strong><br />
- Bebês com menos de 1 mês de idade e temperatura acima de 38 C. Procure ajuda médica imediatamente se seu filho se encaixa neste quadro. Enquanto espera por atendimento, amamente com leite materno sempre que o bebê quiser. O leite materno tem anticorpos produzidos imediatamente quando a boca do bebê está em contato com o bico do seio, então são produzidos anticorpos específicos para o problema do bebê.<br />
- Bebês entre 1 e 3 meses de idade com temperatura superior a 38 graus, se eles parecerem dentes. Novamente, amamente em livre demanda enquanto espera o atendimento médico.<br />
- Crianças entre 3 meses e 3 anos de idade, com temperatura acima de 39 C, se eles parecerem doentes e abatidos.<br />
- Qualquer pessoa, adulto ou criança, com temperatura acima de 40 C.<br />
- Para crianças fora das condições descritas acima, descanso (de preferência deitados na cama) e ingestão regular de líquidos controlarão a febre e a deixarão fazer o que tem que ser feito; curar seu filho.</p>
<p><strong>Colleen Huber, 46, é esposa, mãe e estudante</strong> do Southwest College of Naturopathic Medicine em Tempe, Arizona (EUA), onde ela está estudando para ser uma médica naturopata. Sua pesquisa original dos mecanismos da enxaqueca foram publicados na Lancet e Headache Quarterly, e foram repostadas no prestigioso The Washington Post.</p>
<p>Sua pesquisa com placebos duplo cego controlado com homeopatia foi publicado no Journal of the American Institute of Homeopathy, European Journal of Classical Homeopathy, and Homeopathy Today. Seu site Naturopathy Works introduz a medicina naturalista aos leigos e mostra vasta referência no assunto.</p>
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		<title>Palestras Gratuitas: Feira do Bebê, Gestante e Criança em Santos &#8211; SP</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 02:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia 25/02/2011 às 19h30' estarei na Feira da Gestante, Bebê e Criança. Palestra sobre SLING. 
Inscreva-se gratuitamente: marsaude@marsaude.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De 23 a 27 de fevereiro de 2011</strong>, acontece em Santos (SP) mais uma <a href="http://www.feiradobebe.com.br/"> Feira da Gestante, Bebê e Criança.</a><br />
Nesta edição, além das mamães &#038; papais encontrarem tudo para enxoval do bebê, roupinhas, acessórios, para todos os gostos e mil cores, a <a href="http://marsaude.com.br/">Clínica Mar Saúde</a>, terá um<strong> Espaço para Palestras.</strong> Gestantes, casais &#8220;grávidos&#8221; e mamães recentes poderão <strong>saber mais sobre Shantala, Yoga Pré-Natal, Dores nas Costas, Sling e Doula </strong>e nos dias 26 e 27 um <strong>curso</strong> bacanérrimo para <strong>Gestantes </strong>(<em>porque toda informação é sempre bem-vinda, né?</em>).</p>
<p>Dia <strong>24/02 às 19h30&#8242; (QUINTA-FEIRA), estarei lá</strong>, convidada pela <a href="http://www.namaskaryoga.com.br/">Adriana, da Namaskar Yoga</a>, para compartilhar minha experiência com slings, tirar dúvidas e falar um pouco sobre esse acessório tão simples e que aproxima pais &#038; bebês (há séculos!) numa deliciosa extero-gestação. </p>
<p>Se você ainda não tem sling, poderá adquirir lá mesmo o Kika de Pano, se você tem e não consegue usar o seu (seja ele wrap ou não) leve consigo, para tirar suas dúvidas e já sair de lá slingando!</p>
<p>Para participar, basta enviar sua inscrição para <strong>marsaude@marsaude.com.br</strong></p>
<p>Nos vemos lá!</p>
<p><a href="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2011/02/mkt.jpg"><img src="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2011/02/mkt-721x1024.jpg" alt="" title="mkt" width="600" height="980" class="alignleft size-large wp-image-2158" /></a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Dia 24, a palestra foi muito especial! Muitas mães interessadas no sling e todo mundo que passou por ali parou uns instantes para matar a curiosidade. Infelizmente, a máquina fotográfica quebrou e não consegui salvar nenhuma foto!<br />
Mas, para alegria geral, fomos novamente no dia 26, para o curso de gestante e seguem fotos para registrar o momento!</p>

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			<a href="http://kikadepano.com/wp-content/gallery/palestra/imagem-016.jpg" title="explicando um pouco mais sobre o sling de argolas" class="thickbox" rel="set_20" >
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			<a href="http://kikadepano.com/wp-content/gallery/palestra/imagem-003.jpg" title="mostrando como o wrap sling pode ser usado em um ombro só, posição semelhante ao sling de argolas ou pouch." class="thickbox" rel="set_20" >
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			<a href="http://kikadepano.com/wp-content/gallery/palestra/imagem-006.jpg" title="mostrando as argolas da ring sling, argolas leves e seguras. " class="thickbox" rel="set_20" >
								<img title="argolas" alt="argolas" src="http://kikadepano.com/wp-content/gallery/palestra/thumbs/thumbs_imagem-006.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://kikadepano.com/wp-content/gallery/palestra/imagem-019.jpg" title="içara com 2 anos e 2 meses slingando e dormindo muito!" class="thickbox" rel="set_20" >
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<p>Obrigada a todos da Clínica MarSaúde, a Adriana da NamasKar Yoga e a todas as mamães e papais que participaram do evento! E também ao maridão e a filhota que estão sempre juntos nesta aventura!</p>
<p>Bruna<br />
março/2011</p>
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		<title>Voz da mãe ativa o cérebro do bebê</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 19:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas mostram que aquele papo que você tem com o seu filho desde quando ele está em sua barriga estimula áreas do cérebro responsáveis pelas habilidades motoras na fala Você provavelmente nunca pensou que o som da sua voz, além de acalmar o seu filho, é capaz de ativar partes do cérebro dele responsáveis pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cientistas mostram que aquele papo que você tem com o seu filho desde quando ele está em sua barriga estimula áreas do cérebro responsáveis pelas habilidades motoras na fala</strong><br />
<img alt="" src="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,44320799,00.jpg" class="aligncenter" width="480" height="300" /></p>
<p>Você provavelmente nunca pensou que o som da sua voz, além de acalmar o seu filho, é capaz de ativar partes do cérebro dele responsáveis pela aquisição da linguagem. Mas essa foi a constatação de pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá. </p>
<p>Para chegar a essa conclusão, os cientistas aplicaram eletrodos na cabeça de 16 bebês enquanto dormiam e pediram para a mãe fazer um curto som da vogal A. Na sequência, repetiram o exercício com uma enfermeira, que também é mãe. Quando a mãe da criança avaliada falou, o exame mostrou claramente reações no lado esquerdo do cérebro, em especial no processamento da linguagem. Por outro lado, quando a enfermeira falou, o que o lado que reagiu foi o direito, responsável pelo reconhecimento de sons e timbres da voz. </p>
<p>Para Antonio Carlos de Farias, neurologista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR), o estudo constata algo que já era conhecido na neurociência. “Esse impacto que a voz da mãe exerce no cérebro do bebê começa ainda quando ele está no útero. Por isso, ao nascer, já é capaz de distinguir a voz da mãe das demais”, diz. Segundo os cientistas da Universidade de Montreal, a pesquisa sugere que a mãe é a iniciadora primária da linguagem do filho. </p>
<p>E se você pensa que é preciso um estímulo especial para ajudar o bebê nas habilidades da fala, saiba que só o fato de você passar a mão na sua barriga, dar bom dia para o seu filho e depois com ele desde pequeno manter um diálogo gostoso já é suficiente para provocar reações que vão ajudar no desenvolvimento de regiões do seu cérebro. Da próxima vez que alguém se espantar quando ouvir você batendo um papo com o barrigão, já sabe o que responder!</p>
<p>Original da <a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI200512-15162,00-VOZ+DA+MAE+ATIVA+O+CEREBRO+DO+BEBE.html">Revista Crescer</a></p>
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		<title>Amamentação e Alimentação, aprenda a conciliar!</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 19:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O facto de ter dado à luz não significa que não deva continuar a cuidar da sua alimentação. Para além disso, se está a dar peito ao bebé é muito importante que preste atenção ao que come pois poderá estar a afectar o desenvolvimento e crescimento do seu filho. Dar peito ajuda a recuperar mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O facto de ter dado à luz não significa que não deva continuar a cuidar da sua alimentação. Para além disso, se está a dar peito ao bebé é muito importante que preste atenção ao que come pois poderá estar a afectar o desenvolvimento e crescimento do seu filho.</strong></p>
<p><img alt="" src="http://www.todopapas.com//app/webroot/images/cms/Embarazo/lactancia1.jpg" class="alignleft" width="96" height="142" />Dar peito ajuda a recuperar mais facilmente o peso que tinha antes da gravidez: a amamentação queima calorias já que a gordura armazenada no corpo durante a gravidez se converte em energia para produzir leite e, assim, ajuda o útero a “encolher” depois do parto, de modo que as mães que amamentam os seus bebés recuperam a forma e perdem peso mais depressa. Pelo que, embora não esteja a dar peito ao seu bebé, é importante que siga uma dieta saudável que ajude a que o seu corpo recupere da gravidez e se reponha do esforço que fez. Não precisará de privar-se de certos alimentos que podem prejudicar o bebé quando amamenta (como o café ou o álcool), mas deve sim seguir uma alimentação saudável para voltar a ter a figura que tinha antes.</p>
<p>Para além disso, o seu filho estará a comer junto a vocês mais rápido do que pensa e se os seus hábitos alimentares são bons, terá mais probabilidades de que siga o seu exemplo e que adquira, desde muito cedo, bons costumes com a sua dieta.</p>
<p>Geralmente ao dar peito o seu apetite aumenta, mas não caia no mito de comer por dois. A sua alimentação durante a amamentação deve ser similar à de qualquer outro momento da sua vida. Amamentar o seu filho irá ainda ajudá-la a perder peso. Não espere que os quilos desapareçam por magia com uma dieta à base de bolos de manteiga e de batatas fritas. O bom é que muitos alimentos proibidos na gestação voltam a fazer parte da sua dieta.</p>
<p>No seu menu não deve faltar …</p>
<p><strong>Frutas e verduras:</strong> Coma pelo menos 5 rações de frutas e/ou verduras.</p>
<p><strong>Fibra:</strong> Consuma alimentos ricos em fibra como pão integral, cereais integrais, legumes, frutas e todos aqueles alimentos enriquecidos com fibra. As fibras são especialmente recomendadas depois do parto, quando a obstipação se converte num problema habitual.</p>
<p><strong>Hidratos de carbono:</strong> Deverá aumentar as quantidades de alimentos como o pão, as massas, o arroz ou as batatas para o aporte de energia extra que precisa em vez de alimentos ricos em açúcares ou gorduras saturadas.</p>
<p>Proteínas: As necessidades proteicas devem ser o dobro que em condições normais. Uma grande parte deve ser de origem animal. Dê preferência às carnes pouco gordas, aves, peixe branco e azul, ovos, leite e outros derivados pouco gordos.</p>
<p><strong>Peixe:</strong> Coma pelo menos duas rações por semana, incluindo uma de peixe azul, rico em ácidos gordos ómega 3. Ao comer uma ou duas rações de peixe azul por semana, aumenta os níveis de ómega 3 no seu leite, o que, segundo vários estudos, pode ter efeitos benéficos no desenvolvimento do cérebro e dos olhos do seu bebé.</p>
<p><strong>Produtos lácteos:</strong> São a principal fonte de cálcio, componente indispensável do leite. É fundamental para a produção do mesmo. Para além disso, durante o parto terá menos do que o normal. Procure tomar pelo menos 3 copos de leite diários, ou 3 copos de leite e outros produtos lácteos como iogurtes, queijos, doces lácteos, queijadas, cremes elaborados com leite, etc.</p>
<p><strong>Líquidos:</strong> Deverá beber pelo menos um litro e meio por dia, isto é, cerca de 6 a 8 copos seja de água ou de sumos naturais. O leite materno contém cerca de 80 a 90% de água que terá de repor.</p>
<p><strong>Ferro: </strong>O bebé precisará, durante a última etapa da gravidez, de grandes quantidades deste mineral que estão nas suas reservas. Depois de dar à luz, possivelmente os seus níveis estabilizam. Entre os alimentos que aportam ferro estão as ameixas, os cereais integrais, o fígado, os legumes, as verduras de folha verde, como os espinafres, e as carnes vermelhas.</p>
<p><strong>Conselhos para comer bem e perder o peso ganho</strong></p>
<p>Muitas recém estreadas mamãs sentem uma pressão enorme por perder peso depois da gravidez. No entanto, fazer uma dieta restritiva neste período não é muito aconselhável sem consultar o seu médico antes. Perder peso rapidamente fará com que se sinta sem energia num momento no qual precisará dela mais do que nunca e que pode significar que tanto você como o seu bebé percam nutrientes essenciais na gravidez. A quantidade de calorias adicionais requeridas dependerá do peso que ganhou durante a gravidez. Se tem uns quilos a mais o recomendável é emagrecer a pouco e pouco, limitando a ingestão de alimentos ricos em açúcares e gorduras. Se seguir uma alimentação muito baixa em calorias, a produção de leite pode ser afectada.</p>
<p>Os especialistas asseguram que ao perder 250 a 500 gramas por semana, comendo de forma equilibrada e com exercício regular a produção de leite não será afectada, nem tão pouco o peso do seu filho. Se está magra deve assegurar-se de que adquire essa energia extra, mas sempre levando uma alimentação equilibrada e refeições regulares. Rapidamente notará as alterações.</p>
<p>Deixamos-lhe aqui uma ajuda em forma de conselhos para que não caia em tentação:</p>
<p>- Recorra a temperos saudáveis. Tenha sempre à mão snacks ligeiros para evitar recorrer à caixa de bolachas ou ao pacote de batatas fritas quando tem fome. Uma boa opção é os frutos secos, o queijo fresco em pacotinhos, as barritas de cereais, a fruta, etc.</p>
<p>- Quando estiver a dar peito tenha sempre perto de si um copo com água.</p>
<p>- Fuja da comida preparada industrialmente. Se não tiver tempo para cozinhar, compre verduras congeladas. São cómodas e fáceis de preparar, poupará tempo e pode encontrá-las no mercado todo o ano. Mantêm as suas propriedades nutritivas e, para além disso, já estão limpas, cortadas e prontas a cozinhar. Com as saladas já preparadas e embolsadas também ganhará uns minutos.</p>
<p>- Aproveite as horas nas quais o bebé está a dormir para fazer comida em grandes quantidades. Depois congele em rações individuais.</p>
<p>- Faça compras online.</p>
<p>- Muitas vezes o que a leva ao frigorífico não é a fome mas sim o aborrecimento, o sono, o cansaço … Faça um pouco de exercício, saia para passear ou peça ajuda se for necessário.</p>
<p>- Se lhe quiserem oferecer prendas, peça cestas de fruta em vez de caixas de bombons.</p>
<p>Algumas ideias de comida rápida e temperos saudáveis para mamãs sem tempo:</p>
<p>- Cremes de verdura. São fáceis e rápidas de preparar.</p>
<p>- Cereais com iogurte e bocados de fruta.</p>
<p>- As frutas são saudáveis e muito fáceis de comer se estiver ocupada. Uma banana, uma maçã, um pêssego … Descasque e corte várias frutas para guardar no taça no frigorifico. Quando tiver fome já terá a fruta pronta para comer. Outra opção são os frutos secos, como as passas, os figos secos ou as fresas desidratas como alternativa a outros doces industriais.</p>
<p>- Sandes vegetarianas.</p>
<p>- Saladas de arroz.</p>
<p>- Sandes de frango grelhado.</p>
<p>- Tostas com tomate e …. o que quiser! Queijo, atum, fiambre, carne, verduras, etc.</p>
<p>- Saladas de fruta, de frutos secos, de queijo fresco, etc.</p>
<p>- Ovos mexidos.</p>
<p><strong>O que evitar</strong></p>
<p>Embora não exista nenhum alimento totalmente proibido durante a amamentação, deverá limitar o consumo de alguns deles. Como o peixe azul, por exemplo. Não coma mais de duas rações por semana. Tão pouco abuse da cafeína nem do álcool, já que passam para o bebé pelo leite materno. Para além disso, demonstrou-se que este último pode interferir na produção do leite. O álcool alcança o seu nível máximo no leite entre os 30 minutos a uma hora depois de ter bebido e elimina-se ao mesmo ritmo que do sangue, aproximadamente umas duas horas por unidade, embora isto varia em função do peso e da quantidade ingerida. Se está a planear sair à noite para beber álcool, extraia o leite antes de começar a beber, em quantidade suficiente para que dure até que o álcool se tenha eliminado totalmente do seu corpo.</p>
<p>Preste atenção aos amendoins. Se existirem antecedentes de alergias na família, evite comer amendoins e estará a reduzir as possibilidades de que o bebé desenvolva a alergia.</p>
<p>Em algumas ocasiões aconselha-se não comer certos alimentos que alterem o sabor do leite, como o alho, o picante, os citrinos … Na realidade não são prejudiciais para o bebé. Alguns bebés podem recusar o leite pelo sabor, já outros podem gostar do sabor. Tenha em atenção as reacções do seu bebé e, dessa forma, e elimine aqueles que não forem do agrado do seu bebé.</p>
<p>Postado Originalmente em:<a href="http://www.todopapas.com.pt/bebe/leite/alimentacao-e-amamentacao-aprenda-a-conciliar-as-duas-coisas-3350"> Todo Papas</a></p>
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		<title>Convite para uma &#8220;Blogada&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 02:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Michele Parente  me convidou para escrever um texto sobre sling. Nem preciso falar que aceitei na hora, né? Gosto muito, muito desse assunto e é muito bom quando conseguimos um novo espaço para promover o uso dos carregadores de pano.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que uma famosa é clicada com um sling, as portas se abrem para quem faz dele sua profissão.<br />
A última mamãe foi Adriane Galisteu combinando um market sling com seu lindo vestido de noiva.</p>
<p><img class="alignleft" title="Adriane Galisteu" src="http://4.bp.blogspot.com/_f-wRIdNFqjU/TPFVebZ_ChI/AAAAAAAAGYE/YAD3iO1-NkA/s400/2BB56DFCF9E732398D7D064785285.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>E pela porta aberta (e muito bem-vinda), Michele Parente entrou e me convidou para escrever um texto sobre sling. Nem preciso falar que aceitei na hora, né? Gosto muito, muito desse assunto e é muito bom quando conseguimos um novo espaço para promover o uso dos carregadores de pano.</p>
<p>Então, é só correr lá no <a href="http://bebesnamoda.blogspot.com" target="_blank"><strong>Blog Bebês na Moda</strong></a>, além de acompanhar as quatro postagens sobre: <em>Breve história do sling e seus benefícios, Os modelos de sling, Mamães e Papais Famosos e  Slingueiros e o último, para encerrar, será sobre o Kika de Pano</em> você ainda fica sabendo <strong>tudo que há de mais lindo e fashion para o seu baby</strong>!</p>
<p>Corre lá e depois comenta aqui (e lá também, né?)</p>
<p>Beijocas para Michele e obrigada pelo carinho e confiança.</p>
<p><center><a href="http://bebesnamoda.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://img148.imageshack.us/img148/294/bnmbanner.gif" border="0" alt="Bebês na moda" /></a></center></p>
<p>01 de dezembro de 2010.</p>
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		<title>Mitos Obstétricos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 02:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas de minhas clientes me procuram tristes e indignadas depois de ter a experiência traumática do primeiro parto tratado agressivamente, e, ainda assim, com a esperança de que o que elas acreditam ser uma das experiências mais bonitas de suas vidas ainda seja possível na próxima gravidez. Sentiam-se não ouvidas, desrespeitadas, intimidadas, com uma mistura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas de minhas clientes me procuram tristes e indignadas depois de ter a experiência traumática do primeiro parto tratado agressivamente, e, ainda assim, com a esperança de que o que elas acreditam ser uma das experiências mais bonitas de suas vidas ainda seja possível na próxima gravidez.  Sentiam-se não ouvidas, desrespeitadas, intimidadas, com uma mistura de confiança abalada e determinação crescente.</p>
<p>Obstetras são cirurgiões treinados; eles querem FAZER algo mais do que esperar ou que a mãe o faça. Eles não estão dispostos a ver mulheres como especialistas em gravidez nem têm tempo ou paciência para sentar ao seu lado enquanto seu trabalho de parto progride. A maioria nunca viu um parto natural. Apesar da intenção de fazer o bem pelos seus pacientes, eles acreditam que o processo natural de gestação e parto são intrinsecamente problemáticos e intervenções irão ajudar.  Para muito obstetras, um bebê e uma mãe vivos definem um resultado positivo.</p>
<p>Os seguintes mitos e o que sabemos que é realmente verdade devem ajudá-lo a separar crenças de fatos, práticas ultrapassadas do que é necessário.</p>
<p><strong>Mito:</strong> Um bebê grande que não consegue se encaixar na pelve da mãe, só irá aumentar de tamanho quanto mais a gestação dura, e é uma razão válida para induzir o parto.</p>
<p><strong>O que sabemos:</strong> Primeiro, o parto não é uma questão de física, é um processo no contexto de uma relação. A pelve da mulher é uma estrutura flexível que se estende para permitir a passagem do bebê. Esse processo é auxiliado pelos movimentos maternos durante o trabalho de parto e durante a fase de expulsão. Os hormônios do final da gestação amolecem o tecido conjuntivo que segura osso com osso, aumentando assim a elasticidade da pelve. A desproporção céfalo-pélvica verdadeira é extremamente rara. O termo é muitas vezes usado como desculpa para a impaciência ou a explicação de nenhum progresso quando a mãe é medicada em suas costas para dar a luz. Não é justo dizer a uma mulher que sua pelve é inadequada para dar a luz a seu filho baseando-se em exames de raios-X ou ultra-som. As estimativas de peso de um feto em um exame de ultra-som podem errar meio-quilo para mais ou para menos. A cabeça do bebê é desenhada para ser moldada, os ossos se sobrepõem e se alongam para acomodar-se à pelve da mãe. Eu vi bebês muito grandes saírem de mães muito pequenas! Uma de minhas clientes que pesava 42.3 kg quando concebeu e 60.5 kg ao final, deu a luz a um menino de 4.3 kg em poucas horas; Outra mãe sadia de primeira viagem deu a luz a um bebê de quase 5.4 kg, para nosso espanto. Um bebê grande não é uma razão válida para induzir o parto.</p>
<p><strong>Mito</strong>: Durante a gestação, a mulher deve limitar seu aumento de peso a 11.4 kg. Isso permitirá um parto mais fácil; previne a toxemia; na verdade, não importa o que você come durante a gravidez porque o bebê tomará o que precisa de seu corpo; e, o aumento de peso é mais determinado pela hereditariedade.</p>
<p><strong>O que sabemos:</strong> É verdade que restringir o aumento de peso na gravidez resulta em bebês menores. No entanto, a idéia de que um bebê menor facilita o parto não correlaciona a privação nutricional às dietas de muito baixas calorias. Com uma nutrição inadequada durante a gestação, a mãe pode não ter resistência e força para o parto. Toxemia é uma das complicações mais perigosas durante a gravidez. Hoje em dia se sabe que a causa é metabólica, ou seja, a falta de nutrientes essenciais na gestação, principalmente, de proteínas. A falta desses nutrientes resulta em um mau funcionamento do fígado. Nos dois últimos meses de gestação, o bebê tem um surto de crescimento. Esse é o momento em que a mulher reduz o consumo de comida e do sal para ficar dentro do limite de peso receitado pelo médico. Essa fase crítica do desenvolvimento do bebê, especialmente do seu cérebro, pode ser seriamente comprometida pela nutrição e ingestão de calorias inadequadas pela mãe. A falta de 1/3 das calorias necessárias resulta em metade das proteínas dietéticas dela queimadas como combustível! Isso deixa a mãe e o seu bebê mal nutridos, sendo que o bebê desenvolve uma condição de alto risco, Mães e bebês mais saudáveis é resultado do foco na nutrição e não no aumento do peso ou sua restrição.</p>
<p><strong>Mito:</strong> Assim que as membranas que constituem o saco amniótico (que envolve o bebê e o líquido amniótico no útero) são rompidas, o bebê precisa nascer dentro de 24 horas para evitar infecção.</p>
<p><strong>O que sabemos:</strong> É comum que a bolsa de uma mulher rompa horas antes de começarem as contrações. A espera de 24 horas depois da ruptura espontânea das membranas e antes de ser induzido com medicamentos, permite que a maioria das mulheres inicie o parto por conta própria. A espera de mais 48 horas permite que cerca de 95% das mulheres iniciem o parto espontaneamente Durante esse período os exames vaginais NÃO podem ser feitos. Exames vaginais podem iniciar infecções trazendo bactérias para o colo do útero através do exame com luvas. Nem mesmo monitores internos do feto deveriam ser instalados. Assim como nada deve ser colocado na vagina, inclusive nem fazer sexo. A vagina é bastante hermética e fluídos e secreções saem e não entram. Esse prazo limite de 24 horas foi aconselhado pela primeira vez na década de 1960, e é uma das principais razões para a indução de partos ou Cesariana, se a indução não funcionar. Em 1996, um estudo com 5000 mulheres não encontrou nenhum aumento da infecção de bebês até quatro dias após a ruptura das membranas antes do início do trabalho de parto. (Mary E. Hannah et al., “Induction of Labor Compared with Expectant Management for Prelabor Rupture of the Membranes at Term:  Term PROM Study Group,” New England Journal of Medicine 334, no 16 (1996):  1005-10.)<br />
<strong><br />
Mito:</strong> Indução de partos em datas posteriores às previstas melhora os resultados perinatais.</p>
<p><strong>O que sabemos:</strong> Datas de parto determinadas pelo ultra-som são precisas, mas com margem de erro de uma a duas semanas, na melhor das hipóteses, sendo que uma fonte sugere que é de 5 a 22 dias. Mesmo assim, a obstetrícia moderna dá mais crédito às datas previstas pelo ultra-som do que ao conhecimento da mãe de sua própria fertilidade (ela pode ter longos ciclos) e quando ela diz que a concepção deve ter ocorrido. A indução do colo do útero imaturo leva a um trabalho de parto mais demorado e mais difícil. Se a mãe não está pronta, seu corpo não responderá à indução. As induções que não dão certo levam aos números assustadores de cesarianas e a todos os riscos que incorrem. Outras conseqüências da indução precoce incluem um elevado número de bebês prematuros, bebês com problemas respiratórios e aqueles que precisam permanecer mais tempo sob cuidados médicos, A data do parto é apenas uma “data prevista”. Algumas semanas tanto antes quanto depois desta data prevista é perfeitamente normal para um bebê nascer. Eu li que a placenta continua a formar novos vasos sanguíneos durante toda a gravidez. Talvez haja outros fatores que afetam a duração da gestação, como o clima, quantidade de luz (por exemplo, latitudes Norte vs o Equador), saúde, estresse e diferenças individuais entre as necessidades tanto do bebê quanto da mãe. Uma mãe atenciosa recentemente disse, “Eu acho que, quando eu estava doente durante a gestação, meu bebê estava no botão ‘pause’!” Basta dizer que nós não temos nem idéia de quais preparativos são necessários antes do bebê fazer a sua grande estréia no mundo. Eu acredito que é injusto apressá-los e privá-los do seu tempo devido no útero. Bebês nascem quando estão prontos.</p>
<p><strong>Mito:</strong> Uma mulher em trabalho de parto não deveria comer nem beber porque, caso precise de anestesia geral, ela pode vomitar e inalar o conteúdo do seu estômago enquanto estiver inconsciente, arriscando contrair pneumonia por aspiração.</p>
<p><strong>O que sabemos:</strong> Se uma mãe em trabalho de parto está com fome ou com sede, ela deve comer ou beber. Na década de 1940 “Nada pela boca” tornou-se prática padrão quando anestesistas não eram altamente treinados e experientes como eles são hoje em dia. A aspiração do conteúdo do estômago é quase desconhecida agora visto que a intubação (introduzir um tubo na traquéia abaixo da garganta) é rotina durante a anestesia geral, e a anestesia de parto, na maior parte, é em forma de peridural durante a qual as mulheres estão conscientes. Não comer antes de ir para o hospital não garante um estômago vazio, já que o trabalho de parto diminui a digestão da alimentação ingerida horas antes. Sucos gástricos são sempre secretados mesmo se o estômago estiver vazio. Uma mulher em trabalho de parto é uma atleta, e assim como um atleta ela precisa de água e nutrientes antes e/ou durante seu grande evento se ela o desejar. Fome no trabalho de parto causa Cetose, uma condição metabólica de degradação incompleta de gorduras para ser usadas como combustível porque a glicose do sangue está indisponível. Além disso, a fome no parto pode fazer com que o útero se torne fatigado e funcione de forma desordenada (disfunção uterina).</p>
<p>Fonte:<a href="http://blog.giselebundchen.com.br/sentido/mitos-obstetricos/"> Blog Gisele Bundchen</a><br />
Autora: Debora Allen</p>
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		<title>Sono dos bebês novinhos</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 05:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Janet Balaskas No início, a perturbação do padrão de sono normal dos pais pela chegada do bebê pode ser a parte mais difícil de ser um novo pai e mãe. Isso é ainda mais verdadeiro se você também tiver outro filho de 1 ano e meio-3 anos que ainda acorda à noite, ou se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Janet Balaskas</p>
<p>No início, a perturbação do padrão de sono normal dos pais pela chegada do bebê pode ser a parte mais difícil de ser um novo pai e mãe.</p>
<p>Isso é ainda mais verdadeiro se você também tiver outro filho de 1 ano e meio-3 anos que ainda acorda à noite, ou se levanta muito cedo pela manhã. Contudo, com o tempo você acaba se acostumando a acordar à noite e meios efetivos de se maximizar o sono podem ser encontrados.</p>
<p>“Como os bebês devem dormir” é atualmente um tema controverso na nossa sociedade e você provavelmente vai encontrar conselhos contraditórios de especialistas, o que pode ser bastante confuso para você e o seu bebê.</p>
<p>Dormir é como nós descansamos. Não precisa se tornar uma “batalha do sono” com o seu bebê, na qual os padrões de sono instintivos dele se conflitam com as suas expectativas ou os conselhos dos especialistas.</p>
<p>Os padrões de sono dos bebês mudam à medida  que eles se desenvolvem. Embora o sono infantil siga um padrão geral, há variações nesse padrão, que dependem do temperamento e fisiologia de cada bebê.</p>
<p>Alguns bebês são naturalmente mais “acordadores” que outros, desde o início. Muitos bebês com padrões de acordadas noturnas normais, mas frequentes, acabam rotulados como tendo um problema de sono ou sendo “difíceis à noite”</p>
<p>Alguns pais têm expectativas não realistas sobre seu bebê e podem lutar por meses, tentando fazer com que seu filho tenha um padrão de sono que não se adequa à sua fisiologia.</p>
<p>É importante não vincular rótulos de “bom” ou “mau” para os padrões naturais de sono do seu bebê e tentar achar uma forma de parentagem que leve esses padrões em consideração e também funcione para você.</p>
<p>Há várias opções  que você pode levar em conta para alcançar uma harmonia noturna. Ambos pais devem se sentir bem com a forma de dormir e abertos a fazerem modificações, se o plano inicial não funcionar.</p>
<p>Passem mais tempo ouvindo um ao outro e dividindo seus sentimentos, dúvidas e pontos de vista no assunto. Se vocês têm idéias diferentes, tentem alcançar um acordo sobre a abordagem que os deixa mais confortáveis, e estejam prontos a continuar conversando e revendo sua decisão juntos, à medida que os padrões e ritmos individuais do bebê emergem e se alteram.</p>
<p>No que se refere ao sono do bebê, há duas abordagens principais. Por um lado, a  abordagem do  “attachment parenting” se propõe a trabalhar em harmonia com os padrões biológicos do bebê, com suas necessidades de desenvolvimento e emocionais, à noite, assim como de dia.</p>
<p>Isso envolve ficar perto do bebê à noite e é chamado cama compartilhada (“co-sleeping”). É baseado em precedentes históricos e evolucionais, em que bebês do mundo todo têm dormido junto com suas mães, dividido seu ambiente físico e calor humano, amamentando espontaneamente durante a noite.</p>
<p>Quando isso funciona bem, miraculosamente o ritmo de sono da mãe se ajusta ao do bebê, tornando as mamadas noturnas muito menos cansativas.</p>
<p>As tendências  atuais  de parentagem são mais centradas no adulto, criadas para treinar bebês a acomodarem seus padrões de sono para se adequarem às demandas da vida adulta.</p>
<p>Nos dias atuais, muitas pessoas têm um estilo de vida pressionado pelo tempo, de movimento rápido e orientado pela carreira, que requer sono ininterrupto à noite. Essas pessoas podem, portanto, ser atraídas por um método de “treinamento de sono” que prometa que seu filho pode ser ensinado a dormir sozinho desde cedo. Pode ser dito que nossa sociedade é obcecada com fazer os bebês “dormirem a noite toda” o mais cedo possível.</p>
<p>Geralmente, isso vai contra a fisiologia do bebê. O treinamento de sono pode ser conveniente para os adultos envolvidos, mas há algumas objeções fortes que você pode querer considerar antes de ir por esse caminho.</p>
<p>Há também em uso soluções de “attachment parenting” para pais ocupados, que podem minimizar o impacto da separação temporária de seu filho.</p>
<p>Uma razão importante porque bebês acordam é para serem alimentados. Bebês são acostumados a se alimentar continuamente o dia todo no útero.</p>
<p>Aprender a comer apenas durante o dia é um processo lento que ocorre quando o bebê está fisiologicamente pronto, assim como aprender a sentar e engatinhar.</p>
<p>O leite materno é digerido rapidamente e os bebês tendem a se alimentar periodicamente durante a noite, assim como durante o dia, por pelo menos alguns meses. O estômago deles é muito pequeno para segurar um suprimento que dure a noite toda.</p>
<p>Para alguns bebês isso pode continuar por um ano ou mais. A prolactina, o hormônio que produz leite, é produzido em maior quantidade durante a noite, quando a mãe está descansando. A mamada noturna estimula a secreção da prolactina. Há um risco para o suprimento de leite da mãe, se a amamentação noturna é eliminada e o nível de prolactina cair.</p>
<p>Bebês alimentados com mamadeira podem aguentar até 4 horas entre mamadas, porque o a fórmula de leite de vaca demora mais para ser digerida que o leite materno, mas ainda assim esses bebês precisam ser alimentados durante a noite quando acordam.</p>
<p>Um bebê alimentado menos do que deveria pode aparentar estar bem, mas seu desenvolvimento não vai ser ótimo. Há também uma pequena percentagem de bebês pequenos que, quando negados a mamada noturna, podem sofrer desidratação e precisar de cuidados especiais em hospital.</p>
<p>Eu recomendo fortemente a cama compartilhada no inicio (“co-sleeping”). Isso quer dizer, em suma, dormir no mesmo quarto que o seu bebê, por um mínimo de seis meses e possivelmente por um ano ou mais.</p>
<p>Isso pode ser feito se dividindo a cama com o bebê, dormindo com ele numa distância em que possa ser tocado, ou colocando-o num berço ou bassinete no seu quarto, ou uma combinação flexível dessas opções.</p>
<p>Quando seu bebê tiver seis meses é uma boa época para rever seu arranjo de sono e ver se você quer introduzir alguma mudança.</p>
<p>O cerne da abordagem da cama compartilhada, essencialmente, não é sobre onde o seu bebê dorme, mas sim [b]aceitar e respeitar [/b] o fato de que seu bebê tem necessidades à noite, assim como ele tem durante o dia. Essa abordagem envolve a disposição e comprometimento para responder ao seu bebê à noite, assim como você faz em qualquer outra hora.</p>
<p>Minha confiança nessa abordagem vem das minhas próprias experiências bem sucedidas de cama compartilhada com meus quatro filhos e as observações que eu tenho feito ao longo dos anos, de como a CC funciona bem em várias outras famílias.</p>
<p>Qualquer que seja o estilo de dormir que você escolha, nenhuma abordagem é infalível e nada funciona para todo mundo. É essencial escolher o que funciona melhor para a sua família, para o seu bebê, não importando  que outras pessoas façam ou recomendem. Seu tempo de sono é intimo, privado e pessoal e realmente não diz repeito a ninguém mais além de você.</p>
<p>Quando decidir sobre seu arranjo de sono, você precisa ser consistente, mas não impor regras tão rígidas que não possam ser flexibilizadas ou revistas se não estiverem funcionando.</p>
<p>Você pode perfeitamente precisar improvisar, se seu bebê está ganhando dentes, está passando por um pico de crescimento, está doente e acordando mais, se você está excepcionalmente cansado, ou se sua agenda regular foi perturbada por uma viagem ou feriado.</p>
<p>Não há “certos” ou um único jeito de fazer qualquer coisa como mãe e pai. O que é um problema para uma família, pode ser a solução para outra. O objetivo é achar os arranjos para a sua família, que respeitem as necessidades do seu bebê, maximizem o sono e criem harmonia à noite.</p>
<p>http://www.activebirthcentre.com/Pages2/bbd18art6.html</p>
<p>Texto encontrado por Andréia Mortensen e traduzido por Daniela Westfahl</p>
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		<title>Quadrinhos sobre sling!</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 03:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este quadrinho é ótimo! Mostra bem os comentário que (quase) todas as mães escutam quando carregam seus bebês junto de si! Ou cometem &#8220;erros terríveis&#8221;, como eu cometi: - não deixar chorar - cama compartilhada - terapia do colo (muito colo) - amamentação em livre demanda Para começar a semana de bom humor!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este quadrinho é ótimo!</p>
<p>Mostra bem os comentário que (quase) todas as mães escutam quando carregam seus bebês junto de si!</p>
<p>Ou cometem &#8220;erros terríveis&#8221;, como eu cometi:<br />
- não deixar chorar<br />
- cama compartilhada<br />
- terapia do colo (muito colo)<br />
- amamentação em livre demanda</p>
<p>Para começar a semana de bom humor!</p>
<p><a href="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/06/OgAAAHBkSZ1yhdU3FkwdmfVh6kFJQJnXATT5STyY81JmBM-TAvD6DSnoW94LBbA2z_lBDeesRPtReDql6KS2LDt03QAm1T1UMjCPhbNkfsU05V6-nCxITIEoPXl.jpg"><img src="http://kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/06/OgAAAHBkSZ1yhdU3FkwdmfVh6kFJQJnXATT5STyY81JmBM-TAvD6DSnoW94LBbA2z_lBDeesRPtReDql6KS2LDt03QAm1T1UMjCPhbNkfsU05V6-nCxITIEoPXl.jpg" alt="" title="OgAAAHBkSZ1yhdU3FkwdmfVh6kFJQJnXATT5STyY81JmBM--TAvD6DSnoW94LBbA2z_lBDeesRPtReDql6KS2LDt03QAm1T1UMjCPhbNkfsU05V6-nCxITIEoPXl" width="600" height="600" class="aligncenter size-full wp-image-1352" /></a></p>
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		<title>Cinematerna com Kika de Pano</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 17:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A promoção Cinematerna  com Kika de Pano leva você e seu bebê ao cinema. As mamães de Santos, Salvador e Belo Horizonte ao comprarem o Kika de Pano recebem também um voucher para passar uma tarde diferente:assistir um filme para seu entretenimento juntinho com seu bebê em uma sessão Cinematerna. Ainda não conhece? Acesse aqui. (matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1219" title="CineMaterna" src="http://www.kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/05/CineMaterna.gif" alt="" width="250" height="212" /><a href="http://www.kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/05/kikasemcom_novo.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">A promoção<strong> Cinematerna  com Kika de Pano </strong>leva você e seu bebê ao cinema.</p>
<p style="text-align: center;">As mamães de<strong> Santos, Salvador e Belo Horizonte</strong> ao comprarem o <strong>Kika de Pano </strong>recebem também um voucher para passar uma tarde diferente:assistir um filme para seu entretenimento juntinho com seu bebê em uma sessão <strong>Cinematerna.</strong> Ainda não conhece? Acesse <a href="http://www.cinematerna.org.br" target="_blank">aqui.</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/05/cinematerna-pág.-15.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1207" title="cinematerna pág. 15" src="http://www.kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/05/cinematerna-pág.-15-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a>(matéria da 9º Edição da Revista Viver Integral &#8211; clique na foto para ampliar)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.kikadepano.com/wp-content/uploads/2010/05/kikasemcom_novo1.jpg"><br />
</a></p>
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		<title>Sling e Adoção</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 03:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Leite Santana</dc:creator>
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		<category><![CDATA[adoção]]></category>
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		<description><![CDATA[Ingrid van den Peereboom Extraído do livro “Peau à peau, technique et pratique du portage”, de Ingrid van den Peereboom, ed.: Jouvence. Tradução(espanhol) e fotos de Red Canguro. Do Prazer e da Paz O bebê cria um vínculo com seus pais através do tato, o primeiro sentido que chega à sua maturidade no útero de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ingrid van den Peereboom Extraído do livro “Peau à peau, technique et pratique du portage”, de Ingrid van den Peereboom, ed.: Jouvence. Tradução(espanhol) e fotos de Red Canguro.</p>
<p><strong>Do Prazer e da Paz</strong></p>
<p>O bebê cria um vínculo com seus pais através do tato, o primeiro sentido que chega à sua maturidade no útero de sua mãe, e também através da visão e dos demais sentidos. Observemos agora algumas situações que ilustram perfeitamente a riqueza que nos é oferecida ao carregar os bebês, além de suas vantagens práticas.</p>
<p><strong>Porta-bebês e Adoção</strong></p>
<p>No momento de uma adoção, ser carregado corpo-a-corpo constitui para o bebê e seus pais a ocasião de criar os vínculos fundamentais para o futuro de sua relação, de descobrir em si mesmos o instinto materno ou paterno e liberar ocitocina, a harmonia do amor. Mas no Ocidente, a relação mãe-filho não simboliza o porta-bebês. Pelo contrário, se acompanha de uma enorme quantidade de instrumentos de puericultura com, sua cabeça, o imponente, o majestoso, o maravilhoso carrinho. Seus lugar é tão importantes nas pesquisas européias que poucas pessoas podem conceber esta relação  parental sem a correspondente  panóplia, a coleção de acessórios. E no entanto, estes acessórios provocam e mantem a separação de forma assintomática. A longo prazo, é fundamental que o bebê e os pais estejam unidos com um forte vínculo. É necessário incentivar à qualquer custo esta esta relação vital. Uma das primeiras formas de consegui-lo é a proximidade pais-filhos. Vidal Starr Clay se interessou pelas relações táteis mãe-filho nos Estados Unidos: “A questão é saber se a quantidade e as formas de estimulação tátil e de contatos que as mães americanas oferecem a seus bebês e a seus filhos maiores correspondem com suas necessidades fisiológicas e emocionais”. “Devemos responder negativamente…” Clay constatou em várias ocasiões que o contato físico entre a mãe e os filhos de pouca idade (antes de adquirir a fala) revelam a miúdo a necessidade de dar cuidados e uma educação, mais que simplesmente expressar amor e afeição. As práticas impessoais de educação dos filhos que durante muito tempo estavam na moda nos Estados Unidos implicam em uma ruptura precoce dos vínculos mãe-filho e a separação da mãe e do filho por mamadeiras, roupas, mantas, carrinhos, berços e outros objetos materiais”.<br />
Qualquer que seja o nascimento e a história de uma criança, não é suficiente manter um modo distante para que se tenham laços mais íntimos. O tipo de relação é determinante para o vínculo em formação. O contato em movimento e as numerosas sensações que lhe permitem realizar intercambios favorecem a relação, a cura, o alívio das tensóes ligadas tanto à história do bebê quanto à dos pais inférteis. Levar em um porta-bebês é uma prática que favorece os vínculos pai-filho e o apego do bebê pelas pessoas que o amam e as que ele ama, melhor  do que com objetos à sua volta.<br />
A colaboração de uma organização belga de ajuda à adoção nos têm capacitado à avaliar de certa maneira a importância do moisés ou do carrinho para os novos pais. Depois de terem sido privados da gravidez, após o reencontro com o bebê, começam a utilizar o carrinho, símbolo da expressão da maternidade fincada no Ocidente há um século. Em vista do reencontro com seu filho adotado, os pais invertem, pois, é um incrível carrinho. Este bebê não tem o corpo de um recém-nascido, se alimenta de sólidos e brinca de forma autônoma. Aprendeu a não pedir demais o contato.</p>
<p><img alt="" src="http://redcanguro.files.wordpress.com/2009/08/adopcion1.jpg?w=301&#038;h=401&#038;h=401" class="aligncenter" width="301" height="401" /><br />
<em>Eugénie fue portada por su madre biológica en paño africano y ahora ella disfruta llevando a ratos a su hermano Bernat.</em></p>
<p> Geneviève, responsável por esta organização, e mãe adotiva, orienta aos pais a cuidar de seus filhos de um ano ou mais como se fossem recém-nascidos, a levá-los sobre a barriga favorecendo o apego. Lhes sugere permitir a eles mesmos e a seus pequenos uma “gestação reparadora” por meio de um sling resistente e envolvente: o wrap. Carregar seus filhos pode permitir-lhes conhecer verdadeiramente,  ancorar este novo amor em seus respectivos corpos (a associação pele-a-pele dá ferramentas para aprender a carregar) (1). O bebê rejeitará, talvez, em um primeiro momento a rpoteger-se de forma aconchegante no corpo do portador e conseguir isso pode levar um tempo.<br />
Mas o reencontro é possível. Geneviève nos dá dicas sobre o papel de carregar o bebê no processo de adoção: “O essencial de carregar o bebê que devemos destacar no momento da adoção é a criação de vínculos. [...] Muitos pais subestimam a primitiva ferida do filho adotado. Se existe adoção, existe abandono. Separado de sua mãe biológica, depois nas instituições onde podem encontrar a força pra sobreviver, a criança tem um grande sofrimento,  está desarmado e profundamente magoado. A mudança deve ser segura, e para isso devemos dar-lhe o suporte necessário. É essencial tempo, amor e sobre tudo, muita paciência.</p>
<p>Às vezes é muito difícil para os pais viver os primeiros dias, ou meses, com um filho adotado. Uma filiação por adoção não é uma filiação biológica. Os pais estão muitas vezes em condições difíceis, longe de tudo, longe deles, em um ambiente raramente bom para a acolhida de um bebê. Em três minutos, colocamos uma criança em seus braços, e a criança geralmente não está em ótimas condições de higiêne, comparadas às nossas (cheiro, piolhos, doenças de pele), às vezes estão também doentes [...] Uma criança adotada tem necessidade de voltar, de retroceder para consolidar novamente seus alicerces. Tem a necessidade de reviver com seus pais adotivos as etapas perdidas. Necessita sentir novamente o calor e a intimidade para descobrir um estado de  bem-estar. Estes gestos de maternidade e paternidade são os gestos construtores que estimulam as partes mais instintivas e primitivas do cérebro. Está provado que responder à estas necessidades acalmará as feridas.  Carregar a criança permitirá à ele sentir-se confiante em uma maternidade primária e favorecerá o contato visual, o olhar é essencial na construção do binômio (mãe-filho/pai-fiho).<br />
Às vezes é difícil para alguns pais começarem a carregar seus filhos. A adoção chega pouco depois de muitos fracassos e lutas dolorosos. “As mães não confiam em si mesmas, têm o desejo de se misturarem à “massa”, e, como todas, sonham com o carrinho que finalmente poderão utilizar.”<br />
Geneviève me ensinou que estas crianças têm antes de tudo a necessidade de serem levados envoltos, de frente para seus pais, como recém-nascidos, ainda que tenham um ou dois anos e que possam andar por si mesmos no momento de encontro, a fim de que nasça o laço (vínculo) que dá gosto à vida destas crianças sem raízes.<br />
O apego pode nascer no olhar que o pai coloca sobre seu filho, independente da criança. Este olhar forma parte das necessidades essenciais no desenvolver da criança: a necessidade de se olharem, através do olhar de seus pais.<br />
Vejo aqui um vínculo com o trabalho de Édith Thoueille. Puericultora do Instituto de Puericultura de Paris, ensina à mães com deficiência visual grave a dar uma olhar sobre seus filhos. Sim, elas não podem vê-los, eles sim, têm a felicidade de ver sua mãe olhá-los. Elas aprendem a girar seu rosto, fazendo seus filhos seguir, sendo seu espelho.<br />
(1)na Espanha, Red Canguro organiza palestras deste tipo.</p>
<p>Traduzido do site da Red Canguro por: <strong>Andreza Espi.</strong></p>
<p><strong>Traducido del original en inglés por Red Canguro.</strong><br />
Acerca de Red Canguro:<br />
La Red Canguro, Asociación Española por el Fomento del Uso de Portabebés, es una asociación sin ánimo de lucro que se estableció en noviembre de 2008 con los fines de fomentar el uso de portabebés entre madres y padres y cualquier persona interesada, difundir información relacionada, servir de contacto y apoyo a personas que deseen iniciarse en el mundo de los portabebés, alentar el encuentro e intercambio de información y experiencias entre personas usuarias de los mismos, aumentar el nivel de conocimientos sobre el porteo de bebés en castellano y fomentar y difundir la crianza con apego. Para más información sobre estos temas, visita: http://www.redcanguro.org</p>
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