Tudo sobre bebês

Banho de Balde – Ofurô para bebês

O Balde-Ofurô é uma opção diferente para o banho do bebê, porque oferece uma oportunidade de relaxamento através da imersão na água, a exemplo dos banhos de ofurô.

A água quente (37 a 38ºC) é relaxante, analgésica e organizadora, imita o ambiente intra-uterino e permite melhora nos estados de agitação, insônia e cólica dos bebês.

Os banhos podem ser dados desde o primeiro dia de vida até quando o bebê ainda couber (4 a 6 meses de idade). Não é necessário o uso de outro tipo de banheira. Nas primeiras semanas é preciso ajuda para que um adulto segure o bebê e o outro passe sabonete. Depois de um tempo o bebê fica mais firme e uma só pessoa pode dar conta.

Se for de preferência dos pais, o bebê pode usar o ofurô só para relaxar, depois de um banho na banheira tradicional. O bebê pode ser banhado embrulhado (se for só para relaxamento) ou nu (se for feita a higiene também).

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Crianças que dormem com os pais tem menos problemas

Publicado originalmente em:
LaVanguadia.Es
Entrevista realizada por Raquel Quelart

Ter um filho é uma experiência transcendente. É como uma semente que é plantada para garantir a passagem para a eternidade. Por isso é tão importante para os pais, mais do que dinheiro ou trabalho, mas muitas vezes as crianças não foram dedicadas tempo suficiente. Para o pediatra Carlos Gonzalez, presidente da Associação Catalã para Ação em Aleitamento Materno (ACPAM) , é um erro grave. Alguns pais das crianças enchem os filhos de presentes para cobrir sua falta de atenção, quando o que precisamos é de mais horas de pai e mãe. Gonzalez recomenda ignorando os livros que dão dicas sobre como criar um filho, porque é melhor deixar ir pelo senso comum. Parece estranho porque acaba de publicar um livro. Mas isso é o que dita a sua experiência como pediatra, mas também como pai de três filhos, que comem e dormem mais.

Carlos Gonzalez nasceu em Saragoça em 1960 / Agustin Amate
- Como criar bem um filho?
- Compartilhando mais tempo com ele.

- Mas há muitos pais que têm que trabalhar.
- Sim, mas no fundo todos podemos dar ao luxo de cuidar dos filhos. Meus pais fizeram comigo. É uma questão de prioridades.

- Quais as prioridades?
- Se você quer muitas coisas materiais ou passar mais tempo com eles. Às vezes o padrão de vida não é tanto o dinheiro que você faz, mas como você vive e fazer o que quiser.

- Seus pais o educaram assim?
- preferiram ficar comigo ao invés de trabalhar, mesmo se nós estávamos indo de férias ou de carro. Tenho seguido o exemplo. Quando meus três filhos nasceram eu parei de trabalhar e comecei a escrever a partir de casa, porque o que poderia ser mais gratificante do que ser um pai?

- Não posso comprovar.
- Bem, se você é um ministro, o Prêmio Nobel ou cirurgião, pode ser mais gratificante, mas se você é um pediatra ou trabalhando em um supermercado, será mais gratificante ficar com seus filhos.

- Por que é tão transcendente ter filhos?
- Dentro de algumas décadas os que continuarão por nós sera a nossa prole. Eu li isso na rua como um adolescente, um grafite na parede que dizia: “Devemos considerar que a imortalidade é nas crianças.”

- Nunca havia pensado nisso.
- Como somos e como vivemos dependerá de nós mesmos .

- O que significa criar um filho naturalmente ?
- Normalmente, nós seres humanos ignoramos o nosso bebê: quando ela chora, levá-lo em seus braços, se você acordar, reconfortante … que colocá-lo para dormir em um quarto separado desacostumado às armas é um recém-inventado.

- E se eu quero dormir sozinho?
- Acima de tudo, não devemos deixá-lo chorar. É como se nós chegamos em casa e encontramos nossas esposas soluçando, normalmente não perguntamos o que aconteceu? E se meu filho está, vou passar por cima e começar a ler um livro? É claro que eu vou me preocupar!

- O que um pai deve fazer se seu filho chora à noite?
- Bem, ao ouvir seu filho porque, mas não quer deixá-lo dormir suas lágrimas ou remorso , que vai durar muito mais do que chorar. E eu não quero viver com a lembrança de que “meu filho me chamou e eu não estava.”

- Então nós o levamos para nossa cama?
- Claro. Geralmente é mais confortável, embora alguns persistiamem até seis vezes a cada noite levantar para consolar seu filho, mas eu não estou disposto a fazer esse sacrifício, quando tudo é resolvido colocando-o na cama.

- …
- Eu dormi com meus pais, e meus pais e avós. A maioria das pessoas também já fez isso, mas tem dificuldade em dizer porque é desaprovada. Gabriel Mistral disse que “todo homem é amargo que ele nunca dormia no colo da mãe”.

- Mas não há nenhum estudo científico que diga isso.
- O preconceito é pensar que as crianças que dormem com os pais são mais dependentes. Mas, segundo alguns estudos, os que dormem na cama dos pais têm menos problemas de saúde mental.

- Uau.
- Os pais muitas vezes, impõem as suas regras absurdas que fazem as crianças sofrerem por seus filhos ea si mesmos. Por exemplo, muitas vezes não pegá-los em seus braços ou deixá-los chorar quando posto para dormir sozinho.

- Então, quais regras devem ser seguidas?
- Os pais querem, o que é mais conveniente para pôr em prática. Estou convencido de que os livros não são obrigados a levantar uma criança.

- E o que você diz como um escritor, também um pediatra.
- Sim, eu percebi que muitos pais nem se preocupavam em não ser capaz de implementar as recomendações lidas em livros, ou eles quebraram seu coração, quando aplicado.

- Os pais às vezes se preocupam muito com seus filhos?
- De certa forma, sim. E eu acho que reflete o fato de que a maioria das pessoas têm menos filhos do que antes e estão preocupados com a bobagem. A mãe chegou para mim perguntando o que eu poderia fazer se seu bebê não gosta de abobrinha. Mas se muitos pais com sete filhos, nem pergunta se estes alimentos são baseados em hambúrgueres e batatas fritas!

- Que diferença!
- Hoje 80% das mães são novatas, porque começa a ter mais de um filho .

- E ainda assim não conseguem educá-los como quiserem.
- Na Espanha, as crianças começam a ir ao jardim de infância, aos quatro meses de vida, quando em países como a Alemanha, são apenas 6%, ea escola normal na Finlândia não começa até que a sete anos. Para não mencionar os pais que deixam a criança uma hora antes do início da escola e as buscam uma hora depois de terminá-lo.

- Tem que ir trabalhar.
- Sim, e quantos se sentem mal e tentam compensar dando todo o carinho quando estão com eles. Mas há outros pais que, como eles disseram para levar uma criança nos braços ou tocá-lo muito mal-comportadas, eles compram brinquedos, eletrônicos e levá-los em férias, que precisam de trabalhar mais e, portanto, ver menos seus filhos.

- É um cão que persegue sua cauda.
- Às vezes, substituir a coisas realmente importantes, como contato, carinho e afeição por coisas materiais. Da escuta vale para pais com filhos adolescentes problemáticos dizer “oh, as horas que eu trabalhei para que não falta para nada”, mas talvez eu precisava de mais horas para ficar com os filhos.

- É verdade que existem crianças que não queremo comer enquanto suas mães trabalham?
- Sim, esse fenômeno é comum em crianças de quatro a seis meses. O comportamento é visto principalmente em bebês que são amamentados. A maioria das crianças, se eles, mamam até 2-4 anos.

- É a melhor solução para conciliar o trabalho e a vida familiar?
- Na verdade, temos uma das mais baixas taxas de natalidade na Europa. Outros países como a Suécia têm dois anos de licença de maternidade ou horário reduzido sobre a remuneração integral. Mas na Espanha a ajuda quando você tem um filho é uma desgraça absoluta.

- O importante coisa criar um bebê é …
- Não diga quantas vezes você quiser, porque você não entende, você deve demonstrar: abraçá-lo, beijá-lo e fazê-lo se sentir muito estar dispostos a fazer qualquer coisa para ele.

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Cinematerna com Kika de Pano

A promoção Cinematerna  com Kika de Pano leva você e seu bebê ao cinema.

As mamães de Santos, Salvador e Belo Horizonte ao comprarem o Kika de Pano recebem também um voucher para passar uma tarde diferente:assistir um filme para seu entretenimento juntinho com seu bebê em uma sessão Cinematerna. Ainda não conhece? Acesse aqui.

(matéria da 9º Edição da Revista Viver Integral – clique na foto para ampliar)


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Como brincar com seu bebê (0 a 3 meses)

O brincar é fundamental para o desenvolvimento cognitivo, motor e socio-afetivo. Através da brincadeira, a criança percebi a si mesma, o outro, objetos e todo o mundo ao seu redor.
Desde a infância até a fase adulta brincadeiras e jogos fazem parte do cotidiano, desde os primórdios.
Toda brincadeira é pedagógica, nos faz aprender algo novo, tanto nas áreas de linguagem, matemática, artes visuais, quanto no aprimoramente motor e no desenvolvimento social e afetivo.

É brincando que aprendemos a compartilhar, dividir, perder e ganhar.

Brinque com seu bebê e permita-se entrar no jogo.

Com certeza seus dias serão mais leves e coloridos!

Vamos tentar?

Reuni aqui algumas brincadeiras para estimular e divertir o seu bebê.

Mande o seu relato, foto/vídeo de vocês para o email: bruna@kikadepano.com e divida e estimule outras mães com o resultado dessas brincadeiras.

BRINCAR É COISA SÉRIA!

A voz como brinquedo I:

Bebês reconhecem a voz dos seus pais desde a barriga.

- Quando o seu bebê estiver deitado de costas, vá até um dos lados do berço e chame-o pelo nome.
Continue chamando seu nome até que ele mova os olhos ou a cabeça na direção de sua voz.
Vá até o outro lado do berço e diga novamente.
Massageie delicadamente o bebê enquanto sorri, olhe-o nos olhos e chame-o pelo nome.

A voz como brinquedo II:

De acordo com a pesquisa cerebral, quando um bebê escuta uma voz falando em tom agudo ou em falsete (como a “fala de uma criança”), seus batimentos cardíacos aumentam, indicando que ele se sente seguro e feliz.
Quando voce fala num tom de voz mais grave, seu bebê se sente reconfortado e contente.
Experimente cantar uma música num toma mais alto e depois repeti-la num toma mais baixo. Observe a reação do seu bebê aos dois sons diferentes.

A voz como brinquedo III:

Aposto que você não sabia que tinha uma máquina musical escondida em sua boca! Seu bebê adora ouvir sons variados e sua boca é o instrumento necessário para compor uma perfeita sinfonia.

- Materiais:
Sua boca, sua língua, seus dentes e seus lábios

Bebê no colo, de frente para você, para que ele possa ver claramente seu rosto. Comece fazendo sons com a sua boca, tais como:
- Dando beijocas
- Estalando sua língua
- Fazendo sons ao mostrar a língua
- Assoprando feito um barco a motor
- Rosnando, emitindo guizos, balbuciando, emitindo sons que imitam pássaros
- Assobiando, cantando, zunindo Fazendo sons que imitam animais, como, por exemplo, patos, cachorros, gatos, vacas, porcos, galinhas, galos, macacos, cobras, pássaros, burros ou lobos.

Voz e corpo como brinquedos:

Seu bebê começa a aprender a fala e a linguagem muito antes de pronunciar sua primeira palavra. Além de conversar com o seu bebê, tente também uma “Conversa de Barriguinha”. Esse tipo de conversa transforma a fala e a linguagem em experiências sensoriais.

- Materiais:
Sua boca
Cobertor macio

1. Dispa o bebê (a fralda é opcional) e coloque-o sobre um cobertor, de barriga para cima
2. Ajoelhe-se ao lado dele, converse um pouquinho e gentilmente massageie sua barriguinha.
3. Agora é a hora da Conversa da Barriguinha. Pressione seu rosto e lábios sobre a barriguinha do bebê, fale, cante e recite algum versinho infantil, ou apenas crie algumas palavras engraçadas. Varie o tom e a altura de sua voz enquanto estiver falando.
4. Dê-lhe alguns beijinhos a cada vez que terminar uma palavra.
5. Sente e sorria para o bebê toda vez que terminar uma Conversa de Barriguinha. Seu bebê ficará sorrindo enquanto você brinca com ele e esperando pela próxima conversa.

Segurança: Não fale muito alto, o objetivo não é assustar o bebê. Se estiver brincando desse jogo com um bebê despido, lembre-se de ter uma fralda por perto, para o caso de uma emergência!

A brincadeira de soprar

- Essa brincadeira ajuda o bebê a tomar consciência das diferentes partes do corpo.
Sopre delicadamente as palmas das mães de seu filho. Ao soprar, digas as seguintes palavras, cantando: “as mãozinhas do bebê”.
Depois beije as palmas de suas mãozinhas.
Sopre outra parte do corpo.
A maioria dos Bebês gosta de sopros delicados nos cotovelos, dedos, pescoço, bochechas e dedos dos pés.

Brincando de rolar:

A partir de mais ou menos dois meses e meio, muitos bebês começam a se preparar para rolar.

- Experimente pôr o bebê de lado e incentive-o a rolar na sua direção. Mais tarde (a partir dos três meses), você pode pôr um brinquedo colorido ao lado dele, mas um pouco fora do alcance, de modo que ele acabe tentando rolar para pode alcançá-lo. Para incentivá-lo, bata palmas, sorria e elogie.

Brincar de sentar:

Dê a seu bebê a oportunidade de sentar apoiado mais ou menos com a idade de dois meses.

- Deixe-o numa cadeira de bebê que proporcione ao pescoço e às costas o apoio de que ele necessita ou deixe-o em um lugar com almofadas, mas verifique sempre se o pescoço e as costas estão bem eretos.
Para chamar seua atenção, bata palmas, cante ou pendure móbiles para que ele possa movimentar um pouco a cabeça. Mas é preciso estar de olho nele o tempo todo para que não se machuque!

Brincar de bruços:

A partir do 1º mês.

Lembre-se de deixar seu filho deitado de bruços quando estiver acordado e alerta.
Isso vai estimulá-lo a erguer a cabeça e o tórax. Para incentivá-lo ainda mais, sente-se diante dele com um brinquedo colorido e brilhante.
Primeiro, segure bem na frente dele e depois vá erguendo um pouco mais alto para que ele o acompanhe. À medida que ele for conseguindo erguer a cabeça mais alto e tirar o peito do chão, vá segurando o brinquedo um pouco mais alto e mexa-o de um lado para o outro, de modo que ele precise mexer a cabeça para ver. Isso o encoraja a olhar objetos, assim como desenvolver suas aptidões para o movimento.

Sumiu! Achou!

Considerando que o seu bebê é gente nova no planeta, ele gasta a maior parte do tempo tentando entender o seu ambiente. Ajude-o nessa tarefa brincando de Sumiu!

- Materiais:
Brinquedos macios e coloridos
Cobertor, toalha ou paninho

1. Coloque vários brinquedos macios e coloridos fora do alcance dos olhos do bebê.
2. Coloque o bebê sentado em sua cadeirinha e sente-se no lado oposto ao dele.
3. Traga um brinquedo e mostre ao bebê. Segure o brinquedo próximo ao seu rosto e fale com o bebê para chamar a sua atenção.
4. Enquanto o bebê estiver observando, cubra o brinquedo com um paninho.
5. Diga ao bebê: “Sumiu!”
6. Espere alguns segundos, descubra o brinquedo e anuncie alegremente: “Achou!”
7. Repita com brinquedos diferentes.

Segurança: Se o bebê ficar chateado com o sumiço do brinquedo, esconda o brinquedo devagarzinho e mostre a ele o que você está fazendo. Não deixe o brinquedo coberto por muito tempo.

FONTES:
Blog Aprontando Uma – http://aprontandouma.blogspot.com

Site Fisher Price – http://www.fisher-price.com/BR/

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E a vencedora é..

A vencedora do primeiro Concurso Kika de Pano é Letícia & Otávio de Pelotas, RS.

E ela escolheu um lindo verde erva doce que já foi enviado para Pelotas!

Esse nosso primeiro concurso foi bastante confuso! Confesso!

Fizemos para promover o site, mas não tínhamos lá muita ambição. Na noite em que fiz a divulgação até disse pro marido (e parceiro nesta empreitada): “Será que alguém vai participar?”. Medinho e frio na barriga.

E a cada dia, as fotos foram chegando. Uma mais linda que a outra e se eu pudesse distribuiria wrap sling, um para cada uma!!

A votação começou e também não esperávamos tantos votos! Não estávamos preparados. Foram 1739. Muitos deles repetidos do mesmo computador, mas ao fazer os cálculos vimos que com ou sem a repetição dos votos as primeiras da lista seriam as mesmas! Ufa!! Foram 5 horas de apuração! E uma vencedora!!

Estamos já pensando no dia dos Pais (que coincide com o mês de aniversário de 1 aninho da Kika de Pano!!!) e prometemos uma votação mais segura e uma apuração mais rápida!

Aguardem!!!

Agradeço de coração a todas as mães que participaram e divulgaram nosso trabalho!

Um abraço! E feliz dia das mães!!!

Bruna

FOTO DA VENCEDORA! A Letícia enviou e estão aqui os sortudos de Pelotas!
Acho que o Otávio curtiu MUITO o presente da mamãe!

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Greve de amamentação – “meu bebê não quer mais mamar!”

“Como lidar com uma greve de amamentação?”
“Meu bebê de 7 meses parou de mamar de repente. Já fazem 2 dias que não quer pegar o peito, e também não quer mamadeira! Ouvi falar que isso é uma greve de amamentação. Como lidar com isso? Quero continuar a amamentá-lo ainda! ”

Greves de amamentação são muito comuns. Às vezes, são desencadeadas por algum evento traumático, mas podem também acontecer sem razão aparente. Pode parecer que o bebê está se desmamando, mas é muito raro um bebê desmamar por si só antes de 1 ano. Uma dica que o bebê não está tentando desmamar é se ele parece infeliz durante a greve, se ele pega o peito rapidamente, e então começa a chorar e se recusa a pegar o peito novamente. Você talvez não seja capaz de identificar a causa da greve, mas algumas possibilidades são:
• Evento traumático repentino – o mais comum é mãe gritando quando o bebê morde o peito, o que é algo comum e compreensível de acontecer.
• Estresse em casa
• Doenças como otite, congestão nasal severa
• Visitantes em casa
• Mudanças grandes no ambiente

Aqui algumas coisas que se pode fazer para encorajar o bebê a mamar novamente:
• Tente oferecer o peito à noite, ou durante uma soneca, quando o bebê começa a despertar, mas não está totalmente acordado ainda.
• Fique o maior tempo possível em contato pele com pele com seu bebê, sem especificamente tentar oferecer o peito.
• Tente amamentar em situações não usuais, como andando ou movendo-se em outra situação.
• Tente variar posições de amamentar.
Talvez você precise ordenhar para aliviar os peitos de ductos ingurgitados durante a greve. O bebê pode tomar esse leite no copinho.
Greves geralmente duram 2 a 4 dias, e quase nunca resultam em desmame definitivo.
Por Dr. Robert Sears
Original em http://askdrsears.com/faq/bf6.asp

Trecho pertinente de um texto da Dra. Elsa Giuliani em seu texto “Desmame, fatos e mitos”

É importante que a mãe não confunda o auto-desmame natural com a chamada “greve de amamentação” do bebê.

Esta ocorre principalmente em crianças menores de um ano, é de início súbito e inesperado, a criança parece insatisfeita e em geral é possível identificar uma causa: doença, dentição, diminuição do volume ou sabor do leite, estresse e excesso de mamadeira ou chupeta.

Essa condição usualmente não dura mais que 2-4 dias. Notem que a Dra. Elsa considera um aspecto a mais que contribui para a greve de amamentação, que é a DOR DE DENTINHOS nascendo.

Então ofereça alívio para as gengivas inchadas e doloridas, como mordedores gelados.

E siga as outras dicas do Dr. Sears.

Importante notar também que a greve de amamentação tem relação com desmame propriciado ou incentivado pelo uso de bicos artificiais.

Esse texto se refere basicamente à bebês que não os utilizam, e que portanto raramente se auto-desmamariam antes de 1 ano.

Mais sobre a greve de amamentação – Dr Sears

Alguns bebes “do nada” se recusam a mamar por vários dias, depois com um pouco de incentivo resumem sua rotina de amamentaçao prévia. Chamada de greve de mamar, esse comportamento normalmente é causado por incomodos físicos, como dentiçao, gripes, ou probleminhas emocionais (mudança de casa, doença na mãe, discórdia familiar, sindrome do ninho cheio – muitas visitas, muitos passeios, stress de final de ano, etc…

Nosso primeiro bebe, Jim, se recusou a amamentar depois de uma visita ao pronto socorro para tomar uns pontos na testa. Sendo pais jovens e sem experiencia, nós interpretamos isso como um sinal de que ele queria parar de mamar. Afinal, ele já tinha 8 meses, já comia sólidos, já bebia bem de um copinho, e naquela época, maioria dos bebes de 8 meses já estavam desmamados. Nós nao fizemos nada para incentiva-lo devolta ao seio. Hoje em dia sabemos que Jim estava numa greve de mamar.

Aqui está a fórmula de como lidar com um grevista. Em primeiro lugar, entenda que isso é uma perda de interesse temporária e não um sinal de que seu bebe está pronto pra parar de mamar. Raramente bebes com menos de 9 meses querem largar o peito. Tente identificar a possivel causa fisica ou emocional que causou a greve. Depois incentive seu filho a se interessar de novo pelo seio.

Finja que ele é novamente um recem nascido e voces estao comecando essa experiencia desde o primeiro dia. Temporariamente cancele ou delegue todas as tarefas que te obriguem a ficar distante do seu bebe. Explique a “greve” pro seu marido e familia, dizendo que vc precisa de alguns dias focando somente no seu bebe.

Tire o telefone do gancho, relaxe na poltrona de amamentaçao, tomem um banho de banheira juntos, coloque uma musica relaxante, e passe o máximo de tempo que puder apenas segurando seu bebe, pele com pele. Carregue ele no sling sempre que possível para mante-lo proximo do seio.

Amamentar antes das sonecas e na ultima mamada da noite também são jeitos comprovados de fazer com que seu bebe se interesse novamente. Bebes que resistem ao seio quando acordados, muitas vezes aceitam antes de cair no sono, ou mesmo dormindo. Fique agarrado com ele a noite, ou antes de dormir.

As vezes, recriando o ambiente da amamentação, os bebes são lembrados do que estão perdendo. Se o bebe continuar recusando o seio, não alimente ele a força. Deixe que ele adormeça, pele com pele, com a cabecinha dele apoiada no seu seio. Lembre que amamentar significa acalentar também, e não apenas alimentar. As vezes alguns bebes precisam passar por alguns dias de apenas serem segurados e confortados, antes de resumir a amamentação.

Uma greve de mamada pode ser uma mensagem de que o bebe quer renegociar o contrato mãe-bebe. Tente reviver o ambiente de mamadas que vocês tinham antes da greve: a posição favorita dele, a poltrona predileta, o local na casa, etc. Com mães criativas e conectadas, a greve costuma acabar dentro de alguns dias. Mas nós já vimos casos de bebes que não mamam por uma semana e depois resumem gradualmente. Essas mães insistiram, ficaram a total disposição, tiraram leite com a bombinha para manter o estoque, ofereceram leite no copinho, e seguiram sua intuição de que o bebe não estava pronto pra parar.

Se depois de todas essas negociações, o bebe não voltar ao seio, tenha a certeza de que isso realmente foi idéia dele, e ele está, de fato, pronto para passar ao próximo estagio. Não há espaço para arrependimentos, reconheça que seu bebe amadureceu um pouco antes e que foi muito bom pelo tempo de durou.

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A crise dos 3 meses – bebês

Por volta de 2-3 meses de idade, alguns bebês tornam-se tão eficientes na mamada que são capazes de mamar tudo o que precisam em 5 ou 7 minutos, algumas vezes em 3 minutos. Se ninguém disso isso para a mãe e ela espera que a criança fique no seio por “pelo menos 10 minutos”, ela vai achar que seu filho não está mamando o suficiente, como esta mãe aqui:

Eu tenho uma filha de 4 meses. Meu problema é que não sei se ela está mamando o suficiente. Ela passa somente 3-4 minutos no peito e eu fico com receio de que ela não está mamando leite suficiente. Quando ela tinha 2 meses, ela mamava por 10 minutos de um lado e 5 do outro e ganhava peso rapidamente; agora ela está caindo na curva de crescimento.

Eu também notei que meus seios não enchem mais como antes, eles chegavam até a vazar!

O que mais me intriga é que nos primeiros 2 minutos ela engole muito leite, bem rápido e e depois começa a tirar a boca do peito e a colocar novamente, sem ficar quieta. Eu tenho que alternar os lados e tentar posições diferentes para ela mamar ao menos 10 minutos. Eu me pergunto se ela faz isso porque ainda está com fome.

Outra coisa que me preocupa é que ela está mamando mais vezes, especialmente de noite. Ela dormia 5-6 horas seguidas de noite, agora dorme no máximo 3-4 horas, até menos.

O pediatra me disse que eu posso começar a dar leite artificial na mamadeira. Já tentei, mas ela não aceita, mesmo que outra pessoa ofereça a mamadeira.

O caso desta mãe ilustra bem a crise dos 3 meses de idade:

1. O bebê que mamava 10 minutos agora termina em 5 minutos ou menos.
2. Os seios, antes cheios e pesados, agora estão macios e “vazios”.
3. O leite não vaza mais.
4. O ganho de peso do bebê diminui.

Tudo isso é absolutamente normal. O engurgitamento das mamas nas primeiras semanas pós-parto não tem nada a ver com a quantidade de leite produzida e sim com uma inflamação temporária que acontece no início da lactação. Mamas cheias e vazamento são problemas iniciais, que desaparecem assim que a amamentação está estabelecida.

E a diminuição no ganho de peso, claro, é esperada. Os bebês ganham menos e menos peso a cada mês que passa. É por isso que as curvas de crescimento são curvas e não retas. Entre 1 e 2 meses, uma menina amamentada ao seio ganha tipicamenate 400g a 1,3 kg, com a média sendo um pouco acima de 800g. Eliminamos o primeiro mês, porque sempre há perda de peso e depois ganho, o que faz a conta final muito variável. SE o bebê fosse continuar ganhando peso neste padrão, em 1 ano ganharia 5 a 15 kg, com média de 10 kg. Na realidade, durante o primeiro ano de vida, meninas ganham entre 4,5 a 6,5 kg, com a média sendo 5,5kg. Em outras palavras, uma menina que ganhou 500g no primeiro mês de vida (alguns podem achar muito pouco, mas na realidade é normal) ganhará menos peso eventualmente. Todos os pesos são medidas aproximadas. Meninos geralmente ganham um pouco mais que meninas.

Claro que o bebê da mãe do exemplo não aceitou a mamadeira com complemento; ela não estava com fome. Infelizmente nem todos os bebês mostram tal controle e, algumas vezes, especialmente se a mãe insiste muito, eles tomam a mamadeira msmo sem estarem com fome.

Se alguém tivesse explicado a esta mãe o que estaria para acontecer no terceiro mês, ela não teria se preocupado. Mas a mudança inesperada deixou-a insegura. Mesmo assim, se ela estivesse confiante na própria habilidade para amamentar, ela não teria se estressado. A explicação mais lógica para todas as mudanças é “eu tenho tanto leite que minha filha fica cheia em 3 minutos”. Mas o medo do fracasso na amamentação é tão incutido em nossa sociedade, que não importa o que acontece, a mãe sempre pensa (ou é convencida a pensar) que ela não tem leite suficiente.

A mãe também se preocupa com outro mito moderno: que as crianças, à medida em que o tempo passa, aprendem a dormir mais. Na realidade, as crianças passam mais tempo acordadas quando vão crescendo. É verdade que um dia elas dormirão mais horas seguidas e vão começar a dormir a noite inteira, mas dificilmente isso acontece aos 4 meses de idade. Entre o nascimento e 4 meses de vida, é mais provável que você observe seu bebê dormindo menos. Muitos bebês mamam várias vezes por noite durante os primeiros anos de vida (o que é muito mais fácil que preparar mamadeiras de madrugada, especialmente se o bebê dorme na mesma cama que a mãe).

A mãe do exemplo já começou a forçar a filha a comer. É um beco sem saída. É fácil deduzir que, a menos que a mãe decida mudar radicalmente seus hábitos, a introdução de sólidos será uma luta.”

Retirado na íntegra do livro My Child Won’t Eat, do pediatra Carlos González, recomendado pela La Leche League

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Crianças precisam de toque e atenção

Crianças precisam de toque e atenção, dizem os pesquisadores de Harvard.


A atitude de alguns americanos de “deixar o bebê chorar” pode causar medos e lágrimas quando ficarem adultos, de acordo com 2 pesquisadores da Harvard Medical School.

Em vez de deixarem os bebês chorarem, os pais americanos deveriam manter os bebês por perto, consolá-los quando eles choram, e trazê-los para a cama com eles, onde estarão seguros, palavras dos pesquisadores Michael L. Commons e Patrice M. Miller, do Departamento de Psiquiatria da Harvard Medical School.

Os pesquisadores examinaram os métodos de educação nos EUA e em outras culturas. Eles concluíram que a prática muito comum de colocar bebês em camas separadas – até em quartos separados – e não responder rapidamente ao choro deles, pode gerar incidência de stress pós-traumático e disordens de pânico quando essas crianças alcançarem a idade adulta.

A tensão mental resultante da separação, nessa fase da vida deles, causa mudanças nos cérebros dos bebês, fazendo com que quando adultos no futuro sejam mais suscetíveis ao stress, falam Commons e Miller.
“Os pais devem reconhecer que deixarem seus bebês chorar sem necessidade causam permanentes danos ao bebê,” Commons falou. “Muda o sistema nervoso de uma maneira que eles ficam extremamente sensíveis a futuros traumas.”

O trabalho dos pesquisadores da Harvard é único porque leva em consideração várias disciplinas, ou seja, examina a função cerebral, o aprendizado emocional em bebês, e diferenças culturais, comentam Charles R. Figley, diretor do Instituto de Traumatologia da Universidade Estadual da Flórida e editor do “The Journal of Traumatology”.

“É muito raro mas extremamente importante encontrar esse tipo de relatório científico interdisciplinar e multidisciplinar,” Figley falou. “Leva em consideração diferenças culturais nas respostas emocionais das crianças e as suas habilidades em lidar com stress, incluindo stress resultante de trauma.”

Figley comentou que o trabalho de Commons e Miller iluminou uma rota de estudos futuros e pode ter implicações importantes em todos os esforços dos pais, desde estimular a inteligência das crianças até algumas práticas como circuncisão.

Commons é professor e pesquisador da Medical School’s Department of Psychiatry desde 1987 e membro do Programa em Psiquiatria e Lei do departamento.

Miller é professora do Programa em Psiquiatria e Lei da Universidade desde 1994 e professor assistente de psicologia da Universidade de Salem State College desde 1993. Ela fez mestrado e doutorado em desenvolvimento humano.

Os pesquisadores falam que o jeito da maioria dos americanos (e o mundo ocidental em geral) educar seus filhos é influenciado por vários medos, como o medo de que as crianças cresçam muito dependentes. Em resposta a isso eles dizem que os pais estão no caminho errado: o contato físico e a segurança proporcionada pelos pais farão as crianças MAIS seguras e mais capazaes de formar relações maduras quando elas finalmente se tornarem adultas.

“Nós enfatizamos independência tanto tanto que isso está causando efeitos colaterais negativos,” Miller falou.

Os dois ganharam o centro das atenções em fevereiro, 2003, quando apresentaram as idéias no Congresso da Associação Americana para o Avanço da Ciência, na Philadelphia.

Commons e Miller, usando dados que Miller tinha estudado bastante e tinham sido compilados por Robert A. LeVine, Roy Edward Larsen (Professor de Educação e Desenvolvimento Humano) comparou as práticas americanas de criar crianças com outras culturas, particularmente o povo “Gusii” do Kenya. Mães Gusii dormem com seus bebês e respondem rapidamente aos seus choros.

“Mães Gusii assistiram vídeos de mães dos EUA. Elas ficaram muito angustiadas em ver quanto tempo levou para essas mães responderem aos bebês chorando” – reportaram Commons e Miller.

O jeito como nós somos educados influencia a sociedade totalmente. Americanos em geral não gostam de ser tocados e se orgulham tanto de serem independentes que chegam ao ponto de se isolarem completamente, mesmo quando estão passando por dificuldades.
Apesar da opinião comum de que bebês devem aprender a ser deixados sozinhos, Miller falou que acredita que muitos pais “enganam”, mantém os bebês no mesmo quarto que eles, pelo menos no começo. Além disso, quando o bebê começa a engatinhar muitos acabam por ir ao quarto dos pais.

Pais americanos não deveriam se preocupar com esse comportamento ou ficar com medo de dar carinho aos bebês. Pais devem se sentir livres para dormir com seus bebês, uma opção é ter um colchão no chão no mesmo quarto, e sempre sempre confortar o bebê quando ele chora.

“Existem muitas maneiras de crescer e ser independente sem ter que sujeitar seus bebês a esse trauma”, diz Commons. “Meu conselho é: mantenha suas crianças seguras, então eles vão crescer confiantes e não terão medo de arriscar.”

Além do medo da dependência, os pesquisadores falaram que outros fatores tem contribuído para a formarção dessa maneira de educar, incluindo o medo de que as crianças interfiram na vida sexual do casal se dividirem o mesmo quarto; os medos dos médicos de que os pais possam rolar sobre os bebês e machucá-los se dormirem na mesma cama. Além disso, a prosperidade crescente nos EUA tem ajudado na separação, pois fornece às famílias as condições econômicas para comprar casas maiores e com quartos separados para as crianças.

O resultado, dizem Commons e Miller, é uma nação que não gosta de tomar conta de seus próprios filhos, uma nação violenta e marcada pelas relações liberadas, não-físicas.

“Eu acho que existe uma grande resistência cultural no modo de criar as crianças”, diz Commons. Mas “castigos e abandono nunca foram bons modos de chegar a pessoas carinhosas, que se preocupam com outros, e independentes.”

Fonte: http://solucoes.multiply.com/journal/item/2

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Cama Familiar ou Compartilhada

O que significa?

Cama compartilhada é mais que um termo, talvez seja uma filosofia de ‘parenting’. Existem diversas variações, pode ser bebê no mesmo quarto dos pais, com bercinho ao lado da cama, pode ser bebê na cama dos pais.

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Site: Coisas do Bebê

Site: Coisas de Bebê

Um site feito para todos que têm, querem ter ou já tiveram bebê. Para você, mamãe, que está na melhor fase de sua vida, mas que também tem dúvidas, precisa de conselhos médicos, e tem roupinhas do seu bebê que não servem mais nele, e estão novinhas, este é o seu lugar.

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