Tudo sobre desenvolvimento
Desconstruindo o Mito da “Super-Mãe”
Por Bruna Leite Santana - Blog, Dicas da Kika
Fonte: Blog Mãe Global
Escrito por Gladys Atchabahian e Rosana Watson
Desconstruindo o Mito da “super mãe”
O caminho de um ser humano feliz e saudável começa nos primeiros anos de vida, quando o desenvolvimento intelectual e emocional depende dos primeiros cuidados que são dedicados à criança. Esses cuidados constroem o afeto, que é fundamental para o desenvolvimento do ser humano. O tempo que dedicamos às nossas crianças é muito valioso e, se for com qualidade, esse ser em formação será mais auto-confiante e feliz, e um mundo melhor depende de indivíduos mais felizes e saudáveis.
Ao mesmo tempo em que a maternidade é maravilhosa, sentimos o quanto é difícil dar conta das nossas próprias expectativas do ideal de ser mãe. Para entendermos de onde vem este ideal, vamos voltar ao século XVIII para ver como foi construído o mito da “mãe perfeita”.
Numa época em que muitas crianças morriam por falta de cuidados básicos, a normatização dos padrões de higiene foi de grande importância. Foi preciso convencer tanto mulheres quanto homens que a amamentação era necessária para o desenvolvimento dos bebês. Essas foram mudanças positivas que ocorreram a partir do século XVIII. Paralelamente às normas de higiene e amamentação, foi sendo construído o mito da “mãe perfeita”, com base na mãe abnegada, devotada, e que se esquece completamente dela mesma para pensar só nos filhos. As mães eram responsabilizadas pelo sucesso ou fracasso da criação da sua prole. Para que haja, então, sucesso na criação dos filhos, espera-se de uma “boa mãe” o extremo da abnegação e dedicação, renunciando a tudo pela família. Esse discurso ainda repercute nas mulheres de hoje, que podem sentir-se frustradas quando não conseguem atingir este padrão idealizado da “mãe perfeita”.
Ser mãe nos remete à nossa própria história de vida, portanto cada mulher vivenciará a maternidade de forma diferente. Não existem fórmulas perfeitas de como ser mãe. Segundo D.W. Winnicott, pediatra e psicanalista inglês, as mães deveriam confiar mais em si mesmas, filtrando as interferências que perturbam as intuições que se desenvolvem naturalmente. Apenas para dar um exemplo, algumas mães desejam amamentar, mas não conseguem por algum motivo e sentem-se culpadas. Como alternativa, o afeto pode ser construído através de uma troca de olhares e da maneira como a mãe acolhe seu filho no colo. A mãe que deseja amamentar e não consegue, portanto, encontra outras formas de dar afeto e estabelecer uma relação mãe-filho saudável.
Certa angústia também pode ocorrer com a mãe que trabalha fora e não está presente durante o dia. Quando exacerbado, este sentimento acaba afetando as crianças, que captam nossas emoções e respondem ao nosso reflexo mental. Quando a mãe, por outro lado, está consciente de que seu trabalho faz parte da sua realização como pessoa, fica muito mais fácil lidar com esses sentimentos. Muitas mulheres sofrem por cobranças internas de perfeição e por não se encaixarem nos padrões da mãe perfeita e abnegada, tão aclamados no passado. Winnicott criou o termo “mãe suficientemente boa” para definir aquela mãe que sabe, naturalmente, as necessidades do seu filho nestes primeiros meses de vida em que mãe e bebê estão ligados intimamente.
Durante a gravidez, a mulher vai sendo preparada para ser mãe e sabe sê-lo sem que precise aprender nada nos livros. É normal que existam falhas durante o processo de cuidados e educação, mas a correção destas é tido como sucesso, na visão de Winnicott. Pais e mães que trabalham fora muitas vezes adiam alguns projetos profissionais, como um curso à noite por exemplo, enquanto os filhos são pequenos e requerem mais nossa presença. Nos primeiros sete anos as crianças estão formando sua personalidade, absorvendo conceitos, e a presença de pais ou cuidadores que estejam atentos à uma boa formação é fundamental.
Escolhas que envolvem nossos filhos normalmente não são fáceis. É preciso que entremos em contato com nossos valores mais íntimos para fazer a melhor opção. Mais uma vez, estar livre de interferências externas, isolando opiniões de terceiros que podem ser prejudiciais quando não julgadas devidamente, é aconselhável. As famílias são diferentes umas das outras, não existem padrões que sirvam para a maioria. A vida é extremamente dinâmica, feita de fases, e as decisões não precisam durar para sempre. Com filhos, estamos a todo momento revendo nossas atitudes e escolhas. O equilíbrio que tanto queremos é algo dinâmico como a vida, estamos sempre em busca do melhor, porém não somos ainda perfeitos.
Ser “super-mãe” é um mito. Ser “mãe suficientemente boa” é uma conquista e um aprendizado para muitas de nós. Fernando Pessoa nos fala deste caminhar na beleza de sua poesia…
De tudo na vida ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre começando…
A certeza de que precisamos continuar…
A certeza de sermos interrompidos antes de terminar…
Portanto, devemos:
Fazer da nossa interrupção um caminho novo…
Da queda um passo de dança…
Do medo uma escada…
Do sonho uma ponte!
Brinquedos: como escolher o ideal
Fonte: Todo Papas
É verdade que são inúmeros os benefícios que apontam para os jogos de casa, mas também é verdade que devido à grande variedade de brinquedos é difícil escolher qual será o ideal para o seu filho.
Alguns psicólogos e educadores estão de acordo no que diz respeito às vantagens que um jogo pode ter nos primeiros anos de vida de uma criança: incute valores educativos nos mais pequenos, é o principal método de socialização fora do seio familiar. O jogo permite desenvolver determinadas destrezas e hábitos que as crianças vão precisar durante toda a vida, assim como, também fomenta a independência, a auto-estima e a criatividade, permitindo que as crianças libertem toda a sua energia. Por isso, vários profissionais consideram estes os principais benefícios dos jogos e brincadeiras durante a infância:
* Para além de ajudar as crianças a conhecerem tudo o que as rodeiam, os jogos e as brincadeiras permitem aos mais novos interagir com pessoas que não fazem parte do seu seio familiar;
* Fomentam a criatividade permitindo que o seu filho desenvolva a sua personalidade de forma autónoma;
* Ajuda as crianças a interiorizar certas regras de comportamento e disciplina;
* Aumenta a auto-estima dos mais pequenos, que aprendem a superar-se aumentando a confiança neles próprios e nos outros;
* Através dos jogos e das brincadeiras desenvolve-se, de uma maneira mais eficaz, as capacidades intelectuais, psicológicas, emocionais e motoras da criança;
* Por último, contribuem para que a inteligência e o corpo do seu bebé cresçam em harmonia.
Quais são os jogos mais adequados para cada idade?
* Dos 0 aos 6 meses. Esta é uma etapa na qual o bebé necessita de descobrir, de estimular os seus movimentos e sentidos e de favorecer as primeiras manipulações e pressões de objectos. Desta forma, a criança começa a descobrir as sensações que os objectos produzem, como as diferentes texturas, abrir um batom, etc. Assim, são mais indicados para esta idade todos aqueles jogos que contribuem para tudo isto.
* Dos 6 aos 12 meses. O bebé necessita de conhecer tudo o que o rodeia, já que os seus movimentos começam a ser mais amplos, controlando cada vez mais o seu corpo. Por isso, as brincadeiras mais adequadas para esta idade são aquelas que permitem ao seu filho explorar tudo ao seu redor.
* Dos 12 meses aos 2 anos. Nesta idade as crianças encantam-se com as brincadeiras que as fazem sentir-se mais independentes e autónomas. Para além disso, gostam muito daqueles jogos que permitem movimentos e que tenham música à mistura.
* Dos 2 aos 3 anos. Os jogos mais apropriados para esta idade são aqueles que contribuem para que o seu filho aprenda a linguagem, que imitem, de certa forma, a vida adulta e que permitam que as crianças desenham, pintem e criem formas.
* Dos 3 aos 5 anos. As crianças têm necessidade de desenvolver a sua imaginação e aprender novos conhecimentos. Nesta idade gostam principalmente de relacionar-se e brincar com outros. Desta forma, os jogos mais adequados são aqueles que permitem que o seu filho desfrute da companhia de várias crianças, favorecendo os aspectos mencionados.
* A partir dos 5 anos. As brincadeiras mais adequadas nesta fase são aquelas que dão a possibilidade às crianças de colaborarem com outros miúdos e realizarem tarefas em grupo. Isto, favorecendo o desenvolvimento das habilidades manuais e a destreza, por exemplo, os jogos de tabuleiro.
Mas … como é que é o brinquedo ideal?
Como todos sabemos, nos últimos anos o mundo dos jogos e dos brinquedos sofreu uma grande revolução devido, principalmente, ao importante desenvolvimento tecnológico. Por isso, um prestigiado gabinete de investigação espanhol realizou um estudo para analisar o impacto do desenvolvimento tecnológico na maneira de conceber os jogos, na forma de jogar e nas novas funções de um jogo.
De acordo com este estudo, as mães compram brinquedos como se fossem uma ferramenta essencial para a criança descobrir, conhecer, explorar e experimentar o mundo que a rodeia. A estes brinquedos tradicionais, como uma boneca, um peluche ou um tabuleiro, adicionou-se um desenvolvimento técnico e acabaram convertidos nos brinquedos mais valorizados pelos pais, ou seja, é necessário encontrar um equilíbrio entre ambos os aspectos: há que saber adicionar as grandes vantagens atractivas da tecnologia sem que estes brinquedos percam os valores tão positivos do brinquedo tradicional.
Este estudo concluiu ainda que existem muitas influências positivas da evolução tecnológica no desenvolvimento emocional das crianças. Actualmente, pode encontrar brinquedos tecnológicos da vanguarda que permitem que as crianças desfrutem, aprendam e estimulem ao máximo as suas habilidades dinâmicas, cognitivas e intelectuais.
Voz da mãe ativa o cérebro do bebê
Cientistas mostram que aquele papo que você tem com o seu filho desde quando ele está em sua barriga estimula áreas do cérebro responsáveis pelas habilidades motoras na fala

Você provavelmente nunca pensou que o som da sua voz, além de acalmar o seu filho, é capaz de ativar partes do cérebro dele responsáveis pela aquisição da linguagem. Mas essa foi a constatação de pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas aplicaram eletrodos na cabeça de 16 bebês enquanto dormiam e pediram para a mãe fazer um curto som da vogal A. Na sequência, repetiram o exercício com uma enfermeira, que também é mãe. Quando a mãe da criança avaliada falou, o exame mostrou claramente reações no lado esquerdo do cérebro, em especial no processamento da linguagem. Por outro lado, quando a enfermeira falou, o que o lado que reagiu foi o direito, responsável pelo reconhecimento de sons e timbres da voz.
Para Antonio Carlos de Farias, neurologista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR), o estudo constata algo que já era conhecido na neurociência. “Esse impacto que a voz da mãe exerce no cérebro do bebê começa ainda quando ele está no útero. Por isso, ao nascer, já é capaz de distinguir a voz da mãe das demais”, diz. Segundo os cientistas da Universidade de Montreal, a pesquisa sugere que a mãe é a iniciadora primária da linguagem do filho.
E se você pensa que é preciso um estímulo especial para ajudar o bebê nas habilidades da fala, saiba que só o fato de você passar a mão na sua barriga, dar bom dia para o seu filho e depois com ele desde pequeno manter um diálogo gostoso já é suficiente para provocar reações que vão ajudar no desenvolvimento de regiões do seu cérebro. Da próxima vez que alguém se espantar quando ouvir você batendo um papo com o barrigão, já sabe o que responder!
Original da Revista Crescer
Picos de crescimento
O que são picos de crescimento?
Picos de crescimento são alturas em que o bebé aumenta a sua necessidade de ingestão de leite, ou seja, pede para mamar mais vezes e fica mais agitado. Isto acontece, pois devido ao seu desenvolvimento, o bebé vai precisar de mais alimento, e como o peito não aumenta automaticamente a sua produção, o bebé precisa mamar mais vezes para receber a quantidade de leite que precisa. Esta situação também pode acontecer em alturas em que o bebé aprende coisas novas, como aprender a virar-se, a gatinhar, a andar ou a falar, o leite materno também é alimento para o cérebro!
Quando é que os bebés têm picos de crescimento?
As alturas mais comuns de picos de crescimentos são nos primeiros dias do bebé, por volta dos 7-10 dias, 2-3 semanas, 4-6 semanas, 3 meses, 4 meses, 6 meses e 9 meses, é claro que estas são alturas que podem variar de bebé para bebé ou podem acontecer e a mãe nem dar por isso, mas é bom ter uma ideia das alturas aproximadas em que isto pode acontecer. Estes picos podem continuar a ocorrer após o primeiro ano, mas como a criança já come outros alimentos mais regularmente, não são tão fáceis de detectar.
Quanto tempo dura um pico de crescimento?
Normalmente duram 2-3 dias, mas podem durar mais. Para que estes picos sejam mais suaves e durem menos tempo, siga os conselhos que apresentamos a seguir.
O que fazer quando surge um pico de crescimento?
Deve oferecer-se o peito sempre que o bebé pede, nestas alturas o regime livre torna-se ainda mais importante pois o bebé precisa receber uma maior quantidade de leite, e como não o consegue obter todo de uma só vez, vai precisar mamar mais vezes! Quantas mais vezes o bebé mamar, maior será o estímulo e maior será a produção de leite, só assim o seu corpo se poderá adaptar às novas necessidades do bebé. Não é aconselhável suplementar, pois ao oferecer um suplemento, o bebé não vai estimular o peito tantas vezes e assim a produção não tem a oportunidade de aumentar, e não irá acompanhar o crescimento do bebé.
Nestas alturas, a mãe que amamenta pode sentir mais fome e mais sede, e deve responder a estes pedidos do seu corpo, pois pode ser necessário para o aumento da produção!
O contacto pele a pele também pode ser uma ajuda, tanto para acalmar o bebé como para aumentar a produção de leite.
Traduzido e Adaptado por APPM
Fonte: http://www.kellymom.com/bf/normal/growth-spurt.html
Como brincar com seu bebê (0 a 3 meses)
O brincar é fundamental para o desenvolvimento cognitivo, motor e socio-afetivo. Através da brincadeira, a criança percebi a si mesma, o outro, objetos e todo o mundo ao seu redor.
Desde a infância até a fase adulta brincadeiras e jogos fazem parte do cotidiano, desde os primórdios.
Toda brincadeira é pedagógica, nos faz aprender algo novo, tanto nas áreas de linguagem, matemática, artes visuais, quanto no aprimoramente motor e no desenvolvimento social e afetivo.

É brincando que aprendemos a compartilhar, dividir, perder e ganhar.
Brinque com seu bebê e permita-se entrar no jogo.
Com certeza seus dias serão mais leves e coloridos!
Vamos tentar?
Reuni aqui algumas brincadeiras para estimular e divertir o seu bebê.
Mande o seu relato, foto/vídeo de vocês para o email: bruna@kikadepano.com e divida e estimule outras mães com o resultado dessas brincadeiras.
BRINCAR É COISA SÉRIA!
A voz como brinquedo I:
Bebês reconhecem a voz dos seus pais desde a barriga.
- Quando o seu bebê estiver deitado de costas, vá até um dos lados do berço e chame-o pelo nome.
Continue chamando seu nome até que ele mova os olhos ou a cabeça na direção de sua voz.
Vá até o outro lado do berço e diga novamente.
Massageie delicadamente o bebê enquanto sorri, olhe-o nos olhos e chame-o pelo nome.
A voz como brinquedo II:
De acordo com a pesquisa cerebral, quando um bebê escuta uma voz falando em tom agudo ou em falsete (como a “fala de uma criança”), seus batimentos cardíacos aumentam, indicando que ele se sente seguro e feliz.
Quando voce fala num tom de voz mais grave, seu bebê se sente reconfortado e contente.
Experimente cantar uma música num toma mais alto e depois repeti-la num toma mais baixo. Observe a reação do seu bebê aos dois sons diferentes.
A voz como brinquedo III:
Aposto que você não sabia que tinha uma máquina musical escondida em sua boca! Seu bebê adora ouvir sons variados e sua boca é o instrumento necessário para compor uma perfeita sinfonia.
- Materiais:
Sua boca, sua língua, seus dentes e seus lábios
Bebê no colo, de frente para você, para que ele possa ver claramente seu rosto. Comece fazendo sons com a sua boca, tais como:
- Dando beijocas
- Estalando sua língua
- Fazendo sons ao mostrar a língua
- Assoprando feito um barco a motor
- Rosnando, emitindo guizos, balbuciando, emitindo sons que imitam pássaros
- Assobiando, cantando, zunindo Fazendo sons que imitam animais, como, por exemplo, patos, cachorros, gatos, vacas, porcos, galinhas, galos, macacos, cobras, pássaros, burros ou lobos.
Voz e corpo como brinquedos:
Seu bebê começa a aprender a fala e a linguagem muito antes de pronunciar sua primeira palavra. Além de conversar com o seu bebê, tente também uma “Conversa de Barriguinha”. Esse tipo de conversa transforma a fala e a linguagem em experiências sensoriais.
- Materiais:
Sua boca
Cobertor macio
1. Dispa o bebê (a fralda é opcional) e coloque-o sobre um cobertor, de barriga para cima
2. Ajoelhe-se ao lado dele, converse um pouquinho e gentilmente massageie sua barriguinha.
3. Agora é a hora da Conversa da Barriguinha. Pressione seu rosto e lábios sobre a barriguinha do bebê, fale, cante e recite algum versinho infantil, ou apenas crie algumas palavras engraçadas. Varie o tom e a altura de sua voz enquanto estiver falando.
4. Dê-lhe alguns beijinhos a cada vez que terminar uma palavra.
5. Sente e sorria para o bebê toda vez que terminar uma Conversa de Barriguinha. Seu bebê ficará sorrindo enquanto você brinca com ele e esperando pela próxima conversa.
Segurança: Não fale muito alto, o objetivo não é assustar o bebê. Se estiver brincando desse jogo com um bebê despido, lembre-se de ter uma fralda por perto, para o caso de uma emergência!
A brincadeira de soprar
- Essa brincadeira ajuda o bebê a tomar consciência das diferentes partes do corpo.
Sopre delicadamente as palmas das mães de seu filho. Ao soprar, digas as seguintes palavras, cantando: “as mãozinhas do bebê”.
Depois beije as palmas de suas mãozinhas.
Sopre outra parte do corpo.
A maioria dos Bebês gosta de sopros delicados nos cotovelos, dedos, pescoço, bochechas e dedos dos pés.
Brincando de rolar:
A partir de mais ou menos dois meses e meio, muitos bebês começam a se preparar para rolar.
- Experimente pôr o bebê de lado e incentive-o a rolar na sua direção. Mais tarde (a partir dos três meses), você pode pôr um brinquedo colorido ao lado dele, mas um pouco fora do alcance, de modo que ele acabe tentando rolar para pode alcançá-lo. Para incentivá-lo, bata palmas, sorria e elogie.
Brincar de sentar:
Dê a seu bebê a oportunidade de sentar apoiado mais ou menos com a idade de dois meses.
- Deixe-o numa cadeira de bebê que proporcione ao pescoço e às costas o apoio de que ele necessita ou deixe-o em um lugar com almofadas, mas verifique sempre se o pescoço e as costas estão bem eretos.
Para chamar seua atenção, bata palmas, cante ou pendure móbiles para que ele possa movimentar um pouco a cabeça. Mas é preciso estar de olho nele o tempo todo para que não se machuque!
Brincar de bruços:
A partir do 1º mês.
Lembre-se de deixar seu filho deitado de bruços quando estiver acordado e alerta. 
Isso vai estimulá-lo a erguer a cabeça e o tórax. Para incentivá-lo ainda mais, sente-se diante dele com um brinquedo colorido e brilhante.
Primeiro, segure bem na frente dele e depois vá erguendo um pouco mais alto para que ele o acompanhe. À medida que ele for conseguindo erguer a cabeça mais alto e tirar o peito do chão, vá segurando o brinquedo um pouco mais alto e mexa-o de um lado para o outro, de modo que ele precise mexer a cabeça para ver. Isso o encoraja a olhar objetos, assim como desenvolver suas aptidões para o movimento.
Sumiu! Achou!
Considerando que o seu bebê é gente nova no planeta, ele gasta a maior parte do tempo tentando entender o seu ambiente. Ajude-o nessa tarefa brincando de Sumiu!
- Materiais:
Brinquedos macios e coloridos
Cobertor, toalha ou paninho
1. Coloque vários brinquedos macios e coloridos fora do alcance dos olhos do bebê.
2. Coloque o bebê sentado em sua cadeirinha e sente-se no lado oposto ao dele.
3. Traga um brinquedo e mostre ao bebê. Segure o brinquedo próximo ao seu rosto e fale com o bebê para chamar a sua atenção.
4. Enquanto o bebê estiver observando, cubra o brinquedo com um paninho.
5. Diga ao bebê: “Sumiu!”
6. Espere alguns segundos, descubra o brinquedo e anuncie alegremente: “Achou!”
7. Repita com brinquedos diferentes.
Segurança: Se o bebê ficar chateado com o sumiço do brinquedo, esconda o brinquedo devagarzinho e mostre a ele o que você está fazendo. Não deixe o brinquedo coberto por muito tempo.
FONTES:
Blog Aprontando Uma – http://aprontandouma.blogspot.com
Site Fisher Price – http://www.fisher-price.com/BR/
Saltos de desenvolvimento
(Pouco se fala neste fator que interfere e MUITO no dia-a-dia dos bebês e em como se alimentam e dormem. Nestes períodos é comum os pediatras recomendarem complementar a alimentação ou utilizar outros artifícios. Porém, a única solução para esses dias mais difíceis é paciência, tranquilidade, amamentação em livre demanda e MUITO COLINHO! Existe um grupo muito bacana no orkut que auxilia as mamães, chama-se “Soluções para noites sem choro” e é de lá esse texto a seguir.)




