Tudo sobre gravidas
Wrap Menina-Mãe – Responsabilidade Social
Em 2010, conhecemos o trabalho do Projeto Menina-Mãe e ficamos encantados com o compromisso que toda a equipe voluntária tem com a maternagem.
“(…)é um projeto-piloto com adolescentes grávidas, com uma equipe multidisciplinar voluntária ( médicas, fisioterapeutas, psicólogas, enfermeiras, nutricionistas, odontólogas, assistente social, artesãs, instrutora de yoga, eutonista, administradoras, assessora de imprensa, web designer, contador, advogadas ) visando minimizar os efeitos que uma gestação nesta faixa etária pode provocar no seu desenvolvimento emocional, físico e social.”
As meninas-mães são acompanhadas durante toda a gestação e o primeiro ano de vida dos seus bebês. Essa ação também tem por meta, reduzir a possibilidade de uma segunda gravidez indesejada e tem obtido sucesso.
Depois de muitas reuniões, definimos a estampa, cor, orçamentos e nós do Kika de Pano auxiliamos na produção do sling exclusivo do projeto. Em agosto de 2010, o sling foi lançado em mais uma das Noites da Pizza e já estamos na segunda leva de entrega dos slings.

As meninas-mães que participam do projeto recebem gratuitamente os slings, que também são vendidos na sede.
O Projeto investe o valor de produção dos slings (tecidos, costuras, estampas) e nós do Kika de Pano produzimos voluntariamente (compra de tecidos, fechamento com estamparia e costureiras, manual de instruções). Os slings são entregues no projeto embalados e prontos para uso e venda.
Toda renda obtida pela venda é revertida ao Projeto, auxiliando em sua manutenção e existência.
Se você deseja colaborar com essa idéia e ainda vestir ou presentear alguém com um sling, entre em contato!
R$70,00 + frete
15 bebês morrem por asfixia por dia
Depois das matérias para as mães ficarem “antenadas” sobre a segurança dos slings e o perigo de bebês morrerem asfixiados, acho interessante postar esta matéria, infelizmente é algo que acontece (dentro e fora do sling) e é sério.
Mamães grávidas e de bebês recém-nascido: fiquem atentas!
Metade das mortes ocorre em recém-nascidos de baixo risco; número é considerado alto por médicos
Cientistas de sociedade de pediatria colheram dados de certidões de óbitos de bebês na 1ª semana de vida em secretarias da saúde do país
GABRIELA CUPANI
Todos os dias, morrem 15 recém-nascidos com asfixia no Brasil na primeira semana de vida. Seis deles são bebês considerados de baixo risco -não são prematuros nem têm malformações. O dado é de um estudo inédito, feito por pesquisadores do Programa de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria, que será apresentado no Congresso Paulista de Pediatria, que começa hoje, em São Paulo.
Isso significa uma morte em cada mil nascidos vivos. Para se ter uma ideia, na maior maternidade dos EUA, apenas cinco bebês em cada dez mil nascimentos sofrem asfixia, e nem todos morrem.
“Sabíamos que o número era alto, mas não imaginávamos que fosse tanto assim”, diz Maria Fernanda de Almeida, professora da Unifesp e coordenadora do Programa de Reanimação Neonatal da SBP.
Os pesquisadores realizaram uma busca em todos os atestados de óbito de crianças com até seis dias de vida em todos os Estados do país. Foram considerados os registros que incluíam condições que envolveram a asfixia, como hipóxia intrauterina ou síndrome da aspiração meconial -mesmo que essa não fosse a principal causa da morte.
A asfixia ocorre quando há falta de oxigenação no cérebro e nos órgãos do bebê. Ela pode levar à morte ou deixar graves sequelas. Em grande parte dos casos, pode ser evitada, com um bom acompanhamento no pré-natal para avaliar a saúde da gestante e o desenvolvimento do feto e com atenção no parto, monitorando o bebê.
Além disso, quando a asfixia é constatada, podem ser adotadas medidas de reanimação neonatal, que podem reverter o quadro se tomadas a tempo.
Estimativas internacionais mostram que o atendimento ao parto por profissionais habilitados pode reduzir em 20% a 30% a mortalidade neonatal. As técnicas de reanimação podem garantir uma redução adicional de 5% a 20% dessas taxas, levando à queda de 45% das mortes por asfixia.
“Essas mortes tiveram na asfixia um colaborador”, explica Ruth Guinsburg, uma das autoras, professora da Unifesp e coordenadora do Programa de Reanimação Neonatal da SBP. Segundo o Datasus, a asfixia é a causa de 9% dos óbitos que acontecem na primeira semana de vida. Mas, segundo a pesquisa, o dado não leva em conta a contribuição da asfixia nas mortes por outras causas. Nesse caso, o valor sobe para 20%.
“Ponta do iceberg”
A pesquisa encontrou 5.366 óbitos que foram associados à asfixia ao nascer. A enorme maioria (94%) eram fetos únicos e 56% morreram antes de completar 24 horas de vida. 61% dos partos foram vaginais.
“Isso é so a ponta do iceberg”, diz Guinsburg. “Nem dá para mensurar quantos bebês sofrem asfixia e sobrevivem com sequelas, sem contar as subnotificações, pois muitos morrem sem nem ter registro.”
Os dados foram colhidos em 2005, mas os pesquisadores já estão analisando os números de 2006 e de 2007 e a situação não é muito diferente. “É preciso qualificação em toda a cadeia, desde o pré-natal adequado até o atendimento no parto”, diz Guinsburg.
“Não temos uma estatística precisa sobre as mortes por asfixia pois, de fato, uma criança com asfixia pode ter uma infecção, por exemplo, e isso é o que será considerado a causa da morte”, exemplifica Elza Giugliani, coordenadora da área técnica da saúde da criança do Ministério da Saúde. “O ministério tem consciência do problema e estamos trabalhando para diminuir a mortalidade neonatal”, diz Giugliani.
Ela cita várias ações, que incluem capacitação de profissionais, principalmente nas regiões Norte e Nordeste -onde a mortalidade é maior-, além da qualificação do pré-natal.
Uma das ações visa capacitar pediatras em reanimação neonatal e vem sendo feita em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria. O programa já capacitou mais de 700 profissionais. Ao longo dos últimos 11 anos, o programa da SBP já treinou mais de 40 mil profissionais da saúde.
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GAMA – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa – SP
Por Bruna Leite Santana - Blog, Dicas da Kika
O Gama é um espaço muito receptivo e onde nós mães podemos encontrar outras mães e ter acompanhamento de profissionais desde a gestação, pós-parto e mais além.
Conheci pessoalmente o espaço e recomendo.
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Missão:
Promover uma atitude positiva, ativa e consciente em relação à maternidade.
Objetivos:
Fornecer – a gestantes e profissionais – produtos e serviços de alta qualidade, que ajudem a promover uma atitude saudável e consciente em relação ao ciclo da gestação, parto e pós-parto.
Valores e princípios:
- Incentivo ao parto normal e natural;
- Incentivo à formação, ao reconhecimento e à prática de enfermeiras obstetras, obstetrizes, parteiras e doulas;
- Incentivo ao atendimento multidisciplinar a gestantes, parturientes e puérperas;
- Incentivo ao parto domiciliar, casas de parto e à humanização do atendimento e da ambientação hospitalar;
- Incentivo ao uso das melhores evidências na prática obstétrica e à observância das recomendações da Organização Mundial da Saúde;
- Incentivo ao aleitamento materno exclusivo até os 6 meses e misto até 2 anos de idade ou mais.




