Tudo sobre peso
Mitos Obstétricos
Por Bruna Leite Santana - Blog, Parto
Muitas de minhas clientes me procuram tristes e indignadas depois de ter a experiência traumática do primeiro parto tratado agressivamente, e, ainda assim, com a esperança de que o que elas acreditam ser uma das experiências mais bonitas de suas vidas ainda seja possível na próxima gravidez. Sentiam-se não ouvidas, desrespeitadas, intimidadas, com uma mistura de confiança abalada e determinação crescente.
Obstetras são cirurgiões treinados; eles querem FAZER algo mais do que esperar ou que a mãe o faça. Eles não estão dispostos a ver mulheres como especialistas em gravidez nem têm tempo ou paciência para sentar ao seu lado enquanto seu trabalho de parto progride. A maioria nunca viu um parto natural. Apesar da intenção de fazer o bem pelos seus pacientes, eles acreditam que o processo natural de gestação e parto são intrinsecamente problemáticos e intervenções irão ajudar. Para muito obstetras, um bebê e uma mãe vivos definem um resultado positivo.
Os seguintes mitos e o que sabemos que é realmente verdade devem ajudá-lo a separar crenças de fatos, práticas ultrapassadas do que é necessário.
Mito: Um bebê grande que não consegue se encaixar na pelve da mãe, só irá aumentar de tamanho quanto mais a gestação dura, e é uma razão válida para induzir o parto.
O que sabemos: Primeiro, o parto não é uma questão de física, é um processo no contexto de uma relação. A pelve da mulher é uma estrutura flexível que se estende para permitir a passagem do bebê. Esse processo é auxiliado pelos movimentos maternos durante o trabalho de parto e durante a fase de expulsão. Os hormônios do final da gestação amolecem o tecido conjuntivo que segura osso com osso, aumentando assim a elasticidade da pelve. A desproporção céfalo-pélvica verdadeira é extremamente rara. O termo é muitas vezes usado como desculpa para a impaciência ou a explicação de nenhum progresso quando a mãe é medicada em suas costas para dar a luz. Não é justo dizer a uma mulher que sua pelve é inadequada para dar a luz a seu filho baseando-se em exames de raios-X ou ultra-som. As estimativas de peso de um feto em um exame de ultra-som podem errar meio-quilo para mais ou para menos. A cabeça do bebê é desenhada para ser moldada, os ossos se sobrepõem e se alongam para acomodar-se à pelve da mãe. Eu vi bebês muito grandes saírem de mães muito pequenas! Uma de minhas clientes que pesava 42.3 kg quando concebeu e 60.5 kg ao final, deu a luz a um menino de 4.3 kg em poucas horas; Outra mãe sadia de primeira viagem deu a luz a um bebê de quase 5.4 kg, para nosso espanto. Um bebê grande não é uma razão válida para induzir o parto.
Mito: Durante a gestação, a mulher deve limitar seu aumento de peso a 11.4 kg. Isso permitirá um parto mais fácil; previne a toxemia; na verdade, não importa o que você come durante a gravidez porque o bebê tomará o que precisa de seu corpo; e, o aumento de peso é mais determinado pela hereditariedade.
O que sabemos: É verdade que restringir o aumento de peso na gravidez resulta em bebês menores. No entanto, a idéia de que um bebê menor facilita o parto não correlaciona a privação nutricional às dietas de muito baixas calorias. Com uma nutrição inadequada durante a gestação, a mãe pode não ter resistência e força para o parto. Toxemia é uma das complicações mais perigosas durante a gravidez. Hoje em dia se sabe que a causa é metabólica, ou seja, a falta de nutrientes essenciais na gestação, principalmente, de proteínas. A falta desses nutrientes resulta em um mau funcionamento do fígado. Nos dois últimos meses de gestação, o bebê tem um surto de crescimento. Esse é o momento em que a mulher reduz o consumo de comida e do sal para ficar dentro do limite de peso receitado pelo médico. Essa fase crítica do desenvolvimento do bebê, especialmente do seu cérebro, pode ser seriamente comprometida pela nutrição e ingestão de calorias inadequadas pela mãe. A falta de 1/3 das calorias necessárias resulta em metade das proteínas dietéticas dela queimadas como combustível! Isso deixa a mãe e o seu bebê mal nutridos, sendo que o bebê desenvolve uma condição de alto risco, Mães e bebês mais saudáveis é resultado do foco na nutrição e não no aumento do peso ou sua restrição.
Mito: Assim que as membranas que constituem o saco amniótico (que envolve o bebê e o líquido amniótico no útero) são rompidas, o bebê precisa nascer dentro de 24 horas para evitar infecção.
O que sabemos: É comum que a bolsa de uma mulher rompa horas antes de começarem as contrações. A espera de 24 horas depois da ruptura espontânea das membranas e antes de ser induzido com medicamentos, permite que a maioria das mulheres inicie o parto por conta própria. A espera de mais 48 horas permite que cerca de 95% das mulheres iniciem o parto espontaneamente Durante esse período os exames vaginais NÃO podem ser feitos. Exames vaginais podem iniciar infecções trazendo bactérias para o colo do útero através do exame com luvas. Nem mesmo monitores internos do feto deveriam ser instalados. Assim como nada deve ser colocado na vagina, inclusive nem fazer sexo. A vagina é bastante hermética e fluídos e secreções saem e não entram. Esse prazo limite de 24 horas foi aconselhado pela primeira vez na década de 1960, e é uma das principais razões para a indução de partos ou Cesariana, se a indução não funcionar. Em 1996, um estudo com 5000 mulheres não encontrou nenhum aumento da infecção de bebês até quatro dias após a ruptura das membranas antes do início do trabalho de parto. (Mary E. Hannah et al., “Induction of Labor Compared with Expectant Management for Prelabor Rupture of the Membranes at Term: Term PROM Study Group,” New England Journal of Medicine 334, no 16 (1996): 1005-10.)
Mito: Indução de partos em datas posteriores às previstas melhora os resultados perinatais.
O que sabemos: Datas de parto determinadas pelo ultra-som são precisas, mas com margem de erro de uma a duas semanas, na melhor das hipóteses, sendo que uma fonte sugere que é de 5 a 22 dias. Mesmo assim, a obstetrícia moderna dá mais crédito às datas previstas pelo ultra-som do que ao conhecimento da mãe de sua própria fertilidade (ela pode ter longos ciclos) e quando ela diz que a concepção deve ter ocorrido. A indução do colo do útero imaturo leva a um trabalho de parto mais demorado e mais difícil. Se a mãe não está pronta, seu corpo não responderá à indução. As induções que não dão certo levam aos números assustadores de cesarianas e a todos os riscos que incorrem. Outras conseqüências da indução precoce incluem um elevado número de bebês prematuros, bebês com problemas respiratórios e aqueles que precisam permanecer mais tempo sob cuidados médicos, A data do parto é apenas uma “data prevista”. Algumas semanas tanto antes quanto depois desta data prevista é perfeitamente normal para um bebê nascer. Eu li que a placenta continua a formar novos vasos sanguíneos durante toda a gravidez. Talvez haja outros fatores que afetam a duração da gestação, como o clima, quantidade de luz (por exemplo, latitudes Norte vs o Equador), saúde, estresse e diferenças individuais entre as necessidades tanto do bebê quanto da mãe. Uma mãe atenciosa recentemente disse, “Eu acho que, quando eu estava doente durante a gestação, meu bebê estava no botão ‘pause’!” Basta dizer que nós não temos nem idéia de quais preparativos são necessários antes do bebê fazer a sua grande estréia no mundo. Eu acredito que é injusto apressá-los e privá-los do seu tempo devido no útero. Bebês nascem quando estão prontos.
Mito: Uma mulher em trabalho de parto não deveria comer nem beber porque, caso precise de anestesia geral, ela pode vomitar e inalar o conteúdo do seu estômago enquanto estiver inconsciente, arriscando contrair pneumonia por aspiração.
O que sabemos: Se uma mãe em trabalho de parto está com fome ou com sede, ela deve comer ou beber. Na década de 1940 “Nada pela boca” tornou-se prática padrão quando anestesistas não eram altamente treinados e experientes como eles são hoje em dia. A aspiração do conteúdo do estômago é quase desconhecida agora visto que a intubação (introduzir um tubo na traquéia abaixo da garganta) é rotina durante a anestesia geral, e a anestesia de parto, na maior parte, é em forma de peridural durante a qual as mulheres estão conscientes. Não comer antes de ir para o hospital não garante um estômago vazio, já que o trabalho de parto diminui a digestão da alimentação ingerida horas antes. Sucos gástricos são sempre secretados mesmo se o estômago estiver vazio. Uma mulher em trabalho de parto é uma atleta, e assim como um atleta ela precisa de água e nutrientes antes e/ou durante seu grande evento se ela o desejar. Fome no trabalho de parto causa Cetose, uma condição metabólica de degradação incompleta de gorduras para ser usadas como combustível porque a glicose do sangue está indisponível. Além disso, a fome no parto pode fazer com que o útero se torne fatigado e funcione de forma desordenada (disfunção uterina).
Fonte: Blog Gisele Bundchen
Autora: Debora Allen
A crise dos 3 meses – bebês
Por volta de 2-3 meses de idade, alguns bebês tornam-se tão eficientes na mamada que são capazes de mamar tudo o que precisam em 5 ou 7 minutos, algumas vezes em 3 minutos. Se ninguém disso isso para a mãe e ela espera que a criança fique no seio por “pelo menos 10 minutos”, ela vai achar que seu filho não está mamando o suficiente, como esta mãe aqui:
Eu tenho uma filha de 4 meses. Meu problema é que não sei se ela está mamando o suficiente. Ela passa somente 3-4 minutos no peito e eu fico com receio de que ela não está mamando leite suficiente. Quando ela tinha 2 meses, ela mamava por 10 minutos de um lado e 5 do outro e ganhava peso rapidamente; agora ela está caindo na curva de crescimento.
Eu também notei que meus seios não enchem mais como antes, eles chegavam até a vazar!
O que mais me intriga é que nos primeiros 2 minutos ela engole muito leite, bem rápido e e depois começa a tirar a boca do peito e a colocar novamente, sem ficar quieta. Eu tenho que alternar os lados e tentar posições diferentes para ela mamar ao menos 10 minutos. Eu me pergunto se ela faz isso porque ainda está com fome.
Outra coisa que me preocupa é que ela está mamando mais vezes, especialmente de noite. Ela dormia 5-6 horas seguidas de noite, agora dorme no máximo 3-4 horas, até menos.
O pediatra me disse que eu posso começar a dar leite artificial na mamadeira. Já tentei, mas ela não aceita, mesmo que outra pessoa ofereça a mamadeira.
O caso desta mãe ilustra bem a crise dos 3 meses de idade:
1. O bebê que mamava 10 minutos agora termina em 5 minutos ou menos.
2. Os seios, antes cheios e pesados, agora estão macios e “vazios”.
3. O leite não vaza mais.
4. O ganho de peso do bebê diminui.
Tudo isso é absolutamente normal. O engurgitamento das mamas nas primeiras semanas pós-parto não tem nada a ver com a quantidade de leite produzida e sim com uma inflamação temporária que acontece no início da lactação. Mamas cheias e vazamento são problemas iniciais, que desaparecem assim que a amamentação está estabelecida.
E a diminuição no ganho de peso, claro, é esperada. Os bebês ganham menos e menos peso a cada mês que passa. É por isso que as curvas de crescimento são curvas e não retas. Entre 1 e 2 meses, uma menina amamentada ao seio ganha tipicamenate 400g a 1,3 kg, com a média sendo um pouco acima de 800g. Eliminamos o primeiro mês, porque sempre há perda de peso e depois ganho, o que faz a conta final muito variável. SE o bebê fosse continuar ganhando peso neste padrão, em 1 ano ganharia 5 a 15 kg, com média de 10 kg. Na realidade, durante o primeiro ano de vida, meninas ganham entre 4,5 a 6,5 kg, com a média sendo 5,5kg. Em outras palavras, uma menina que ganhou 500g no primeiro mês de vida (alguns podem achar muito pouco, mas na realidade é normal) ganhará menos peso eventualmente. Todos os pesos são medidas aproximadas. Meninos geralmente ganham um pouco mais que meninas.
Claro que o bebê da mãe do exemplo não aceitou a mamadeira com complemento; ela não estava com fome. Infelizmente nem todos os bebês mostram tal controle e, algumas vezes, especialmente se a mãe insiste muito, eles tomam a mamadeira msmo sem estarem com fome.
Se alguém tivesse explicado a esta mãe o que estaria para acontecer no terceiro mês, ela não teria se preocupado. Mas a mudança inesperada deixou-a insegura. Mesmo assim, se ela estivesse confiante na própria habilidade para amamentar, ela não teria se estressado. A explicação mais lógica para todas as mudanças é “eu tenho tanto leite que minha filha fica cheia em 3 minutos”. Mas o medo do fracasso na amamentação é tão incutido em nossa sociedade, que não importa o que acontece, a mãe sempre pensa (ou é convencida a pensar) que ela não tem leite suficiente.
A mãe também se preocupa com outro mito moderno: que as crianças, à medida em que o tempo passa, aprendem a dormir mais. Na realidade, as crianças passam mais tempo acordadas quando vão crescendo. É verdade que um dia elas dormirão mais horas seguidas e vão começar a dormir a noite inteira, mas dificilmente isso acontece aos 4 meses de idade. Entre o nascimento e 4 meses de vida, é mais provável que você observe seu bebê dormindo menos. Muitos bebês mamam várias vezes por noite durante os primeiros anos de vida (o que é muito mais fácil que preparar mamadeiras de madrugada, especialmente se o bebê dorme na mesma cama que a mãe).
A mãe do exemplo já começou a forçar a filha a comer. É um beco sem saída. É fácil deduzir que, a menos que a mãe decida mudar radicalmente seus hábitos, a introdução de sólidos será uma luta.”
Retirado na íntegra do livro My Child Won’t Eat, do pediatra Carlos González, recomendado pela La Leche League
“Eu uso sling Kika de Pano”
É com grande prazer que recebemos os comentários satisfatórios sobre os nossos produtos. Aqui estão algumas das palavras de nossos clientes.
“Oi Bruna! Nossa, chegou tão rápido que nem deu tempo de o correio atualizar no site deles! vou treinar colocar e quando eu estiver fera, mando uma foto nossa pra vcs! O sling ficou lindo demais!” Aline – São Paulo (julho/2010)
“Olá!!!! esta em mãos . Nossa irei indicar para todos os papais …. que eu puder , assim que coloquei ficamos super felizes o conforto é maravilhoso ….. Parabéns tudo muito lindo e organizado . Felicidades ….” Nathaly – RS
“Bruna, tô te escrevendo com as duas mãos livres, porque a pequena está aconchegadíssima, dormindo no wrap jutinho do peito da mami! :D Adorei!!!!!!!!!!!! Achei que só ia chegar amanhã, sai dando pulos quando o marido chegou com o pacote! rssss. Foi bem mais simples do que com o de argolas, como eu imaginava! A Nenagh adora colinho, então assim que acabou de mamar coloquei ela na posição RN e ela capotou aqui! Tá dormindo sorrindo…” Keli de Santo André – SP
(não existe nada mais prazeroso do que receber mensagens assim!)
“Nossa! adorei o Wrap, se soubesse que era melhor que o sling de argolas, a Giovanna fica toda relaxada nele.” Analice
” Carrego a Emanuelle no sling desde os dois meses. Hoje, ela está com 8 meses e adora passear dentro dele. Depois que comecei a usar o sling, não me imagino sem. Ele é prático e fácil de ser usado, além de deixar o bebê pertinho de você.” Patrícia Victoriano
“ Amei! É mágico, hehe. Helena entrou, mamou e capotou, hihi. Está dormindo há mais de 1 hr, que sonho. Bjinhos!” Ingrid Rocha
“Ganhei o wrap sling e estou amando! Já estou usando e estou adorando!!! Eu já era usuária do sling tradicional e já gostava muito. O Wrap dá mais conforto pra carregar bebês mais pesadinhos. É muito bonito e faz sucesso em qualquer lugar que a gente vá. Muitas pessoas perguntam o que é, dizem que é muito bonito e que é uma maneira “fofinha” de transportar os bebês.” Aline Isis
“Menina, precisava te contar que a nova geração de mães que foi ao Cinematerna na última terça-feira ficou maluca com o meu wrap. Passei seu site pra umas quatro pessoas, todas entusiasmadíssimas com o conforto da minha Cora. Sucesso pra ti – e na torcida para que a gente siga encantando com este jeito tao intenso de maternar. Um beijo grande!” Ligia Ximenes
“Adorei o wrap sling! Descobri um novo jeito de amarrar que achei mais fácil. Faz o X na frente, depois nas costas e depois coloca o pano da direita e da esquerda por baixo do x da frente…não sei se consegui explicar..” Luana Bezzi
“Usei ontem de manhã (com ajuda do cd) e a tarde já usei sozinha, sem ninguém ajudar, e ele até dormiu no sling! Amei… Só fiquei com medo dele estar se sentindo apertado no começo, mas aí vi que estava ok! Nossa, e amei o site que indicou…vou tentar outra amarração!” Rosaní Paschoal
“Produto super bonito e de qualidade. Vendedora atenciosa. Recomendo muito a todos!!!!!!!!” Ricardo Puliti
“Vendedora super atenciosa e simpática. Esclarece dúvidas e entrega o produto no prazo. Fora que ele chega preparado com um grande capricho. Recomendo!!!!” Fernando
Cymbaluk
“Bruna chegou!!!!!!!!!
Adorei!!!!!!!!
muito melhor que o de argola que tenho.
Me sentir mais segura com esse !!” Carla & Mel – Recife (PE)
“Bruna,
O sling salvou minha vida, meu filho só quer ficar nele agora… Obrigada por tudo.
Bjssssss” Jaqueline – Porto Alegre (RS)
Você ainda tem dúvidas sobre o melhor jeito de carregar seu bebê? :)



